domingo, 10 de agosto de 2008

Globalização

Lembro, vagamente, quando ouvi esse termo pela primeira vez, no colégio. Era estranho porque a palavra tinha muito mais a ver com as coisas que aprendíamos na escola e que, aparentemente, não serviriam para nada muito sério depois daquilo, do que com o meu dia a dia, de fato. Hoje, eu respiro globalização. È o amigo que eu fiz, é o programa que eu assisti, é a razão que eu encontrei, simplesmente tudo. É a responsável pelas melhores e piores coisas que acontecem no mundo hoje em dia. Guerra e paz. Perto e longe. Tudo tem a ver com a globalização.

Mas o que isso quer dizer exatamente na vida de cada pessoa? Bem, na vida dos outros eu certamente não posso explicar. Mas posso dizer, sim, como é minha vida com a globalização. Muitas vezes me sinto muito mais próxima do resto do mundo, mesmo estando sentada no sofá da minha sala. Por causa da TV ou do computador, muitas vezes até mesmo de uma revista com uma matéria sobre uma cidade de 3000 habitantes no Norte da China. Outras vezes sinto que tudo isso não passa de uma besteirada para que você se sinta mais próxima do resto do mundo sem precisar de fato conhecê-lo.

Os filmes que assisto, de países sul-americanos, norte-americanos, europeus, asiáticos... Os seriados ou documentários. Os repórteres em situações complicadas ou muito confortantes. Tudo isso faz parte da minha forma de ver nossa gente se unindo com o resto da população mundial.

E tudo isso para mim é simplesmente surpreendente! Sempre foi e sempre será!

Mas o mais difícil mesmo de entender é como que um mundo tão "pequeno". tão unido, tão "evoluído" pode sobreviver regras que separam tanto as pessoas. Religião, situação financeira, cidade de origem, cor... Por que essas coisas ainda separam e não agregam?

Muito dificil de entender. Quanto mais as pessoas percebem que elas são diferentes, mais elas se separam. Será que ainda não conseguiram perceber que a diferença é que nos torna tão especiais?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Whatever

Nenhuma palavra ou expressão pode ser melhor que whatever ou tanto faz. É uma das coisas que quando nós falamos sentimos um enorme prazer, só de estar tendo a chance de falar. Porque na maior parte das vezes não é exatamente o que queremos dizer.

Aliás, poucas pessoas dizem "tanto faz" realmente querendo dizer isso. É maldoso e cruel. E geralmente é dito em momentos extremos de discussão.

Mas é, de fato, uma expressão que eu escolho. Uso bastante e na maior parte das vezes o sentimento que a acompanha é maior - e melhor - do que outro qualquer que eu possa estar sentindo no mesmo momento. O que só alimenta ainda mais a minha vontade de dizer.

É isso mesmo? Whatever!

Muito gostoso!