sexta-feira, 29 de maio de 2009

Brasil: Duas nações

Há alguns meses, milhares de famílias ficaram desabrigadas em Santa Catarina, por causa de más condições climáticas. O Brasil inteiro se mobilizou, foram criadas campanhas por grandes emissoras de TV, empresários se comprometeram a ajudar as famílias arrecadando dinheiro, roupas, alimentos e artigos de uso higiene e uso pessoal. A ajuda foi tanta que, em muitos casos, os alimentos chegaram até a estragar em galpões, em outras ocasiões, roupas foram saqueadas e, até hoje, meses depois, há notícias de pessoas que utilizam essas doações em benefício próprio, comercializando-as por R$1,00, por exemplo.

Há algumas semanas, milhares de famílias ficaram desabrigadas em diversas regiões do Nordeste. Famílias que sempre estiveram em condições precárias, que sempre dependeram de ajuda do governo e de iniciativas privadas para ter alimentação, saúde e educação, que, quando não são castigadas pela chuva, são castigadas pela seca, não receberam um quarto da ajuda que as famílias de Santa Catarina.

Sabemos que as regiões do Sul são beneficiadas não só por condições climáticas, mas por conter os principais veículos de comunicação do Brasil, alguns dos melhores profissionais da saúde e educação, assim como as empresas com maior capital e bens. Por isso mesmo, estados do Norte e Nordeste deveriam receber mais atenção da população dos estados do Sul e Sudeste do país. Mas não é o que acontece e, especificamente nessa situação, a diferença fica clara.

Anos atrás, alguém sugeriu que a divisão do país poderia ser uma boa solução para questões econômicas. Provavelmente essa pessoa fazia parte da parte Sul. Hoje, no mundo globalizado em que vivemos, que valoriza as relações humanas, um país não pode ser dividido ou conceituado territorialmente. Há outras questões, muito mais importantes, que devem ser avaliadas, tais como cultura, arte e história.

Abandonar o Nordeste é o mesmo que a África do Sul abandonar países como Quênia, Moçambique e Nigéria, em proporções maiores, já que, nesse caso, trata-se de uma relação continental. Ou, em proporções menores, a Zona Sul do Rio de Janeiro não se envolver com a miséria encontrada em alguns locais da Baixada Fluminense e Zona Norte da cidade.

Esse individualismo unilateral não deveria existir, deveria ser uma questão arbitrária. É vergonhoso viver em um país onde o presidente é considerado “o cara” por um dos maiores líderes mundiais e se vangloria por “emprestar dinheiro ao FMI”, que ele tanto combateu nos seus anos de candidato.

terça-feira, 26 de maio de 2009

David Lynch em doses homeopáticas

Essa é boa para quem gosta do cineasta David Lynch! A partir da segunda-feira que vem, dia 01 de junho, a cada três dias, durante um ano, ele postará curtas no link www.interviewproject.davidlynch.com, que contam histórias de americanos diversos. Alguns vídeos já estão disponíveis online! Eles foram publicados pelo próprio diretor, no seu Twitter, www.twitter.com/david_lynch!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Redondo é rir da vida!

A princípio achei que seria melhor não publicar isso aqui no blog, pois, como é um blog, não tem classificação etária. Na verdade, eu acho que tem... lembro de algo assim, me perguntando se seria um blog recomendado somente para maiores que 18 anos... Enfim, não é nada demais e, além disso, não tem nada a ver DIRETAMENTE com bebida alcóolica. Só é patrocinado pela AMBEV, mas não incentiva ninguém a beber...

Assistindo Sony, vi um anúncio da Skol com os meninos do CQC e descobri um concurso na internet. Você manda seu vídeo, de acordo com um regulamento, e concorre para participar de um comercil da Skol... Achei legal! Segue aqui o vídeo dos meninos! O endereço para participar do concurso é www.redondoerirdavida.com.br!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Ufa

Passada a primeira prova da pós! No próprio dia, peguei o caderno, deu uma lida em tudo, fiz um resumo, junto da apostila, das coisas mais importantes que eu precisava saber e estudei através disso. Li algumas vezes, para ver se entrava na minha cabeça por osmose. Na verdade, há um certo exagero nisso, já que eu fui a todas as aulas e prestei bastante atenção e anotava até os espirros que o cara dava.

Mas, durante o dia e com a ajuda do meu marido e das minhas amigas no trabalho, consegui estudar mais e, finalmente entrou tudo o que tinha que entrar de informação. Só para garantir, no caminho do trabalho à pós, li tudo novamente. Cheguei com as informações fresquinhas.

E não é que caiu exatamente tudo o que eu havia estudado?! Orientação de mercado, comportamento de compra do consumidos, BCG, que analisa as características do produto que você está vendendo, Positioning Statement, necessidade, desejo, segmentação, posicionamento e targeting. Tudo lá, bonitinho, como deveria ser.

Porém, não tenho tanta certeza do meu sucesso. Lembro do professor falando, em momentos diferentes, que não adiantava saber a teoria se você não consegue aplicá-la na prática. Vai saber... Acho que só vou tirar a dúvida se entendi mesmo na hora que ele lançar a nota. Enquanto isso, vou continuar pensando nela.

A próxima é Finanças... Ai, meu Deus!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

How to make a baby - Como fazer um bebê

Vi na revista Época e gostei. Achei criativa e divertida, em tempos onde o pouco é muito e o simples é o especial.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Click

Click é um dos filmes de pior roteiro, direção e escolha do protagonista - invitável já que, se eu não me engano, o Adam Sandler era o próprio diretor - que eu já assisti na vida. Mas hoje, quando cheguei em casa, peguei o filme pela metade e na falta de nada melhor na TV fiquei assistindo novamente. E lembrei...

Lembrei que, apesar da péssima qualidade, o filme passa uma mensagem importante. Eu sempre estou correndo com o tempo para que os "momentos bons" cheguem logo. Sempre procuro ferramentas de passar mais rápido o meu dia, para que algo que eu espero muito que aconteça possa acontecer rapidamente.

Mas e aí? E todas as horas, os dias passados? Às vezes eu estou tão ansiosa, que faço tudo de qualquer jeito, não lembro depois se eu fiz, não lembro o que falei, com quem falei, aonde deixei tal coisa, Fico sem atenção, literalmente.

Além disso, será que é válido viver em função de momentos que passam tão rápido? Porque, no final das contas, é isso o que acontece. Geralmente, para você ter o retorno que vale a pena são horas e horas de investimento para minutos ou segundos de satisfação.

O filme é ruim, a mensagem é boa e 100% aplicável, pelo menos na minha vida. Eu escolheria o slow motion.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Just a little bit of me

Eu acordo todos os dias pensando no que vou encontrar pela frente. Às vezes sei que as coisas vão ser difíceis, às vezes rezo para que elas sejam fáceis e outras vezes não me lembro disso e tudo acontece tão rápido que eu nem sei dizer se foi tranquilo ou não.

Os anos passaram tão rapidamente, que eu nem percebi que tinha crescido. De repente, eu estou aqui, trabalhando, formada há alguns anos, fazendo pós-graduação, procurando definir metas, planejando futuro próximo, sonhando com futuro distante. Algumas coisas nunca mudam...

Ontem eu era uma adolescente que não tinha ideia do que seria quando crescesse! Poderia ter sido médica, psicóloga, assistente social, nutricionista, advogada, publicitária... E acabei sendo jornalista. E até ontem, eu não conseguia me ver como outra coisa, senão jornalista. E hoje eu faço pós-graduação em marketing. Consigo me ver claramente como uma profissional da área.

Mas isso não quer dizer muita coisa. Eu já fui secretária em uma rádio, agente de atendimento de companhia aerea, coordenadora de relações externas, assistente de produção, produtora e assessora de imprensa. Já escrevi matérias, mas também já promovi eventos na rua com equipe de rádio e já dancei profissionalmente... Coisas bem diferentes para quem, até ontem, só se via como jornalista.

Eu pensava que quando chegasse a essa idade, continuaria com o mesmo pensamento que eu tinha aos 17, quando eu acreditava que felicidade plena era ter uma casinha de madeira em frente à praia, com uma horta do lado para me alimentar. Luz, telefone, internet? Nada disso fazia parte dos planos. Mas aquilo nunca me faria feliz... e eu descobri isso há muito pouco tempo.

É muito difícil você separar quem você acha que é de quem você é realmente. È claro que da essência fica muita coisa, mas no geral é comum que você se engane. A praia continua me fazendo feliz, a casa de madeira nunca me fez e horta para quê se eu odeio legumes e verduras?

A verdade é que eu gosto de um conforto, acho essencial uma casa aconchegante, gosto da luz baixa do abajour, amo ouvir música e a internet é a minha diversão tecnológica preferida! Mais que celular, máquina digital, MP3 ou qualquer outra dessas coisas.

Quanto mais eu descubro as coisas que eu gosto de verdade e que eu quero de verdade, mais feliz eu consigo ser, mais completa eu me sinto. No início pode parecer doloroso, porque você enxerga muita coisa que não quer enxergar. Mas em algum momento a dor se transforma em prazer e não de uma forma masoquista, de uma forma real. É uma transformação, literalmente, e em todos os sentidos também.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Satélites na Babilônia

Galera, já é possível baixar as músicas do Satélites na Babilônia em Mp3!! Fiquem à vontade! ;) Basta clicar em cima do nome da banda e baixar o arquivo zipado!

Beijocas
Julia

terça-feira, 5 de maio de 2009

Radar 55 apoia nossa causa

Eu já tinha decidido que não colocaria mais clippings do site Verde Verte aqui... Mas eis que eu acordo essa manhã e lendo o noticiário matinal online me deparo com a tão esperada nota no Radar 55! Eu achava que eles já não publicariam mais, tem algum tempo que mandamos as informações... Tardou, mas não falhou! Imagine quantas notas eles não recebem diariamente, deve ser difícil colocar todas as coisas legais mesmo!

Mas eles deram um jeito e está lá! http://www.radar55.com/ na seção "Por aí", bem na capa, na primeira página de hoje!

sábado, 2 de maio de 2009

Um pouco de decoração

Hoje saí de casa deixando o meu lado "consumo-próprio" em casa e levando comigo a Julia em versão "consumo-casal"! Não, não... Não fui a uma sex shop! Fui para a Etna, depois passei por todas as lojas que vendem coisinhas para casa do shopping! E garimpei umas coisinhas bem legais!

Minha mãe - estrela do post abaixo - sempre teve bom gosto para decoração. Colorida ou em PB, a casa sempre esteve bonita e sempre foi elogiada por 100% dos amigos que a visitam. Nunca precisou de assessoria para decoração ou de arquitetos, por mais que alguns amigos do ramos tenham até dado dicas legais algumas vezes.
Tapetes, cortinas, incensos, mesinhas sempre fizeram parte do ambiente! Mas uma coisa que nunca faltava eram velas! Na minha casa não podia ser diferente... Já há algum tempo sou viciada nelas! Hoje aproveitei algumas oportunidades que apareceram na minha frente! Esse modelo da Etna é uma gracinha, custa R$16,99, vem com duas velas, um porta-vela e com a caixinha de seda, que também vale a pena mencionar. Além desse modelo da foto, eles tinham porta-velas de R$6.99, R$9,99, R$5,99, e velas para ninguém colocar defeito, de todos os tamanhos e todos os preços. Quem gosta de vela, gosta geralmente também de aromas em geral!




Nessa mesma loja, eu encontrei de tipos diversos, em spray, em folhas, em bolinhas, em madeiras (aquele que você coloca os espetinhos no perfume, que é exalado através da madeira). E, como já havia pesquisado, posso dizer que foi o lugar mais barato que encontrei. Havia checado antes na Amoedo e na Leroy. Nenhuma das lojas bateu os preços que encontrei hoje por lá. O destaque vai para esse potpourri com essência de lavanda rosa, que está saindo por R$8,99.