Chega uma hora em que não dá mais. Ninguém mais aguenta. A tolerância acaba. O amor vai embora. A última gota cai. o copo transborda. Os risos somem. As lágrimas não caem mais. Pode vir mais cedo ou mais tarde, mas em algum momento o fim se apresenta.
O fim de uma etapa. O fim de uma história. De um relacionamento. De uma situação. O fim de tudo o que existia. O fim de um nada. Quem nunca existiu pode ir embora, assim como a pessoa mais importante. Some. Evapora. E, um tempo depois, parece que nunca existiu mesmo.
Dói no início. Bastante. Mas o tempo, por mais clichê que possa soar, sempre é o único - e não por isso o melhor - remédio.
Quem fica, continua. Cria um novo porquê. Descobre novas razões. E continua.
Simples assim.
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