Assisti a esse filme quando era "pré-adolescente" com Joana e Carol, minhas duas irmãs loiras do pacto de sangue - feito na mesma época. Naquela época simplesmente amei. Imagino o que sentiria se visse hoje novamente. Às vezes acho que falta um pouco de romance nesse dia a dia corrido que vivo. E pensar num romance daqueles, é quase que pensar utopicamente. Hoje em dia nem sei se acredito mais nessas coisas. Uma pena.
Mas certamente, por menos emocionante que sejam os dias de hoje, quem assistiu o filme jamais vai esquecer daquela música. Daquele piano, lindo. Tão lindo. Que dá até vontade de chorar. Em qualquer hipótese, seja ela triste ou feliz, dá vontade de chorar, não dá?
Hoje em dia eu não tenho tempo para pensar nem em amor, nem em religião. Ainda menos em possibilidades como vidas passadas. A vida era mais interessante com todas aquelas possibilidades. Aliás, é exatamente o que essa música nos passa. Possibilidades. É como se tudo fosse possível, como se todo amor fosse possível, como se todo mundo pudesse se apaixonar ou como se todo mundo pudesse estar apaixonado.
Não lembro dos detalhes do filme. Lembro que tinha um hotel, um relógio e uma vida passada. Além , é claro, de um grande amor, junto com uma grande paixão.
Esse é um filme que eu escolho e que eu indico. Para qualquer geração.
Nenhum comentário:
Postar um comentário