domingo, 30 de novembro de 2008

A mirror in my way

É bom ter um espelho no caminho porque, por mais que ele esteja ali todos os dias e você se olhe nele quase sem querer, uma hora ou outra você olha e vê de outro jeito. Hoje estava passando em frente ao espelho da sala e vi minha vida, como ela é hoje, refletida naquele 1m x 1m de comprimento. Vi que não era brincadeira... eu estava ali, na minha casa, aproveitando a tarde de domingo com meu marido para não fazer nada, ver televisão, almoçar comida caseira e ouvir música. Acendi o incenso, as janelas estavam abertas, o sol se pondo foi legal também.

E a casa é minha, é nossa. E essa é a nossa vida, juntos, só nós dois.

E foi tão bom ver tudo aquilo "de fora"! A vida pode ser complicada às vezes e a gente sempre fala disso. Mas a gente não fala desses momentos em que tudo parece estar no lugar certo, do jeito que tem que ser, com as pessoas que têm que ser. Eu vi que a gente não poderia estar melhor do que estamos e, por mais perigoso que seja falar isso, eu quero falar mesmo assim.

Não vi uma mulher mais velha, ali, dona de casa, casadaaaa, que palavra pesada. Vi uma menina nova, que está começando a vida agora e está feliz e segura com tudo isso. Porque está preparada não só para os piores momentos, mas para os melhores também. Pois é. Tem muita gente que tem problema em aceitar os momentos bons.

O espelho fez com que eu visse tudo isso que está acontecendo, como se fosse um filme, tão romântico quanto isso pode ser e tão real quanto isso é. É como se tivessem tirado uma foto daquele momento, sem que eu percebesse e tivessem me mostrado depois. Ou melhor, como se tivessem filmado aquele dia e colocado para eu assistir.

Foi bom, é bom. Está bom e eu espero que continue assim!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fashion

A moda realmente mexe com a nossa cabeça. Não é só porque vemos coisas bonitas nas vitrines, revistas, passarelas e TV, mas é por todo o glamour que a acompanha. Não é qualquer pessoa que se torna um ícone da moda. É preciso ter aquele algo a mais que pessoas descoladas ou bregas têm. É verdade. Ser brega também faz parte...

Tem que ter atitude, muito estômago para aturar pessoas desaforadas, paciência para não ser excluído logo de cara do grupo de arrogantes... e muito estudo. Pois é... quem ia imaginar que logo eu ia dizer que é preciso muito estudo para trabalhar com moda. Mas é preciso, sim. É preciso decorar nomes, saber quem são as pessoas, o que elas fazem, o que elas já fizeram, com quem elas já namoraram, com quem elas foram casadas, de quem elas são amigas, o que elas estão fazendo no momento, quais roupas já usaram e mais mil e uma coisas que podem parecer inúteis, mas não são, não.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

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Ultimamente minha escolha tem sido o silêncio. Acho que já há bastante tempo, desde que eu li em algum lugar que tínhamos dois ouvidos e uma boca por um motivo maior, percebi que era uma das coisas mais importantes de serem percebidas e entendidas na vida.

Se você não sabe o que dizer, simplesmente não diga! É uma sentença tão simples, que chega a ser um pouco ridícula de falar. Palavras usadas de forma errada, seja por estar no momento inadequado, ou com as combinações confusas, podem causar estragos gigantescos. Nós nem conseguimos imaginar...

Mas sabe que em alguns momentos, eu acho que as pessoas usam as palavras a mais com um objetivo maior?! Elas não têm idéia de como isso pode deixar todas as coisas mais complicadas do que já são.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Chegadas e partidas

O tempo todo as pessoas estão chegando e partindo. Quantas vezes será que, em um ano, as pessoas entram e saem da sua vida? E durante a própria vida, quantas vezes será que isso acontece? Acontece muito comigo, ou, talvez, eu seja muito sensível a essas mudanças, por incrível que pareça (já que eu sempre vivo repetindo o quanto eu gosto de coisas diferentes acontecendo).

Mas, right now, right here, pessoas estão chegando e pessoas estão partindo. E talvez, em breve, as pessoas que chegaram vão embora e as pessoas que partiram voltem, mas, se elas já não estão mais presentes, pode ser que não faça muita diferença no final das contas.

Nossa! Não faz o menor sentido, faz?

Os relacionamentos não costumam ser fáceis. Quando alguém vira as costas para você e te deixa sem chances de falar mais, vai embora, caminha na direção que ela mesma escolheu, não tem muita coisa que ainda possa ser feita. Se você procura a pessoa, supervaloriza qualquer coisa que fale. Se você não procura é como se não tivesse nada para dizer.

Bom, a verdade é que eu tenho um problema com chegadas e partidas. Elas me deixam mais sensíveis do que de costume e fazem com que algumas coisas aumentem ou diminuam dentro de mim. Alguns pensamentos vêm à tona, sem que eu queira e minha cabeça não pára um segundo de pensar, sem mesmo eu querer, sem mesmo que saber aonde esses pensamentos estão indo.

Mas eu tenho que admitir. Eu prefiro chegadas a partidas. Partidas sempre são seguidas de um vazio que não consegue ser preenchido por nada! Televisão, livros, músicas, cadernos e canetas não são capazes de preencher isso!

Termino esse post com a certeza de que não me fiz entender, porque não estou conseguindo organizar meus pensamentos, não consigo entender o que eu quero dizer e estou escrevendo sem pensar, sem controle e sem atenção... então... é isso.

Chegadas a partidas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Finally moving on

Tanta coisa já aconteceu e eu superei. Todas as coisas que aconteciam quando eu era um pouco só mais nova do que hoje pareciam ser tão grandes e tão complicadas, que eu nunca imaginaria que "riria" delas hoje em dia. Tem coisas, é claro, que continuam grandes e complicadas... e certamente serão assim para sempre, mas outras, só histórias de adolescentes, que acham que todos os dias o mundo pode acabar.

Traição, paixão, triângulo amoroso, término de namoro, muitos inícios, break up sex, ficadas, mais ficadas, muitas ficadas... Sem mencionar os problemas com as amigas... discussões, brigas, grandes problemas, pequenos problemas, médios problemas, nenhum problema...

A faculdade foi realmente uma época boa... e quem diria que ia passar tão rápido. Afinal, são só 4 anos, em teoria, é claro. Mas mesmo sendo mais, parece ser menos. Foi o tempo que podíamos fazer tudo de errado, pois estávamos aprendendo. Mal sabíamos que o relacionamento interpessoal podia ser muito mais fácil do que aquilo.

E agora, ainda somos novos, mas nossos passos são levados mais a sério, as pessoas acreditam mais em nós e a facilidade de se decepcionar é muito, muito maior. O sentimentos, como euforia e dor, são mais profundos. As palavras significam mais também, apesar de significarem as mesmas coisas que antes.

Ainda não sabemos para onde estamos indo, porque talvez nunca saberemos. Mas vamos continuar andando. E finalmente descobrimos que é exatamente isso que devemos fazer! ;)

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Contra fatos não há argumentos... MESMO

Hoje pensei muito sobre como as pessoas têm visões diferentes sobre as mesmas coisas. Como pode isso? Pode existir mais de uma versão certa? Mais de uma versão errada? Algumas vezes eu tenho tanta certeza de que estou certa, mas por que a outras pessoa não poderia estar, já que ela tem a mesma certeza que eu? É muito difícil, mesmo quando a questão parece ser sobre fatos... que geralmente, ou pelo menos em teoria, não há argumentos para eles... é o que eu sempre digo, mas as pessoas sempre argumentam.

Eu devo argumentar também... e não percebo.

Todos os meus amigos parecem ter o mesmo ponto de vista sobre uma situação. Mas, mesmo assim, nada me tira do pensamento que a minha forma de pensar que é a mais correta. Já discuti algumas vezes em mesas de bar sobre o assunto ou em reuniões na casa deles ou na minha casa. E todas as vezes que converso com pessoas mais velhas sobre o mesmo assunto, elas concordam comigo. Minha mãe, meus tios, minha chefe. Todos.

Na verdade, como o assunto é sobre relacionamento entre pais e filhos, geralmente os pais concordam comigo e os filhos... bom, você deve imaginar. Mas essa é a questão. Eu também sou filha, eu também deveria pensar diferente, mas desde que posso me lembrar penso dessa forma.

Mais uma vez eu estou fazendo aquela coisa, de falar, falar, falar sobre o assunto e não explicar nada... rs Mas vamos lá!

Meus amigos acreditam que, como eles estão na faculdade, com quase 25 anos de idade (alguns já com 25), eles não devem mais nenhuma satisfação para os pais deles. O que, é claro, eu também pensaria, caso eu NÃO estivesse ainda morando sob o mesmo teto que eles, onde eles pagam pelo condomínio, contas de luz, gás, telefone, internet e outros gastos pessoais meus. E mesmo que eu pagasse pelas minhas contas, estar morando na casa deles seria motivo suficiente para respeitar as suas regras.

Não é claro dessa maneira?

Bom, para mim é. Mas para o meu irmão não. Para muitos amigos meus não. Na verdade, acho que para todos os meus amigos não. Eu não consigo me lembrar em que momento eu me desvirtuei. Mas eu realmente acho que eu estou certa.

Caso eu esteja errada, qual seria o argumento deles? Idade? Não é o suficiente. O suficiente é responsabilidade, independência não só financeira, mas independência de atitude, de sentimento.

Eu tenho que admitir. Tenho uma facilidade grande de aceitar regras, mesmo quando não concordo com elas. Para algumas pessoas pode parecer que eu sou passiva demais e ainda vou acabar me arrependendo disso. Mas é simplesmente porque eu gosto de ter argumentos para mudá-las. Se eu não tenho, nem tento.

Essa é uma das coisas que eu não tentaria mudar. Porque é simples demais para que eu não consiga entender. Afinal de contas, um dia é da caça e outro do caçador. E hora ou outra, eu, e provavelmente todos eles, estarão do outro lado da história. ;)

Who am I fooling?

Todos os dias eu sento aqui, começo a digitar qualquer coisa que venha à minha cabeça, mas eu nunca consigo colocar para fora o que eu realmente sinto. Nem mesmo no meu diário eu consigo fazer isso e uma parte de mim entende o motivo. Eu acredito que quando falo sobre alguma coisa ou quando escrevo sobre isso faço com que tudo tome uma proporção maior do que realmente tem. É como se, enquanto está dentro da minha cabeça somente, não existe. Mas quando eu expresso, dou a chance de eu mesma ler sobre, ou a outras pessoas, faço com que aquilo vire realmente "some big deal". Algo muito importante ou, no mínimo, mais importante do que é.

E eu não gosto de "exagerar" sobre as coisas. Não gosto de chamar atenção para fatos que nem são tão importantes assim ou não me fazer entender. Então muitas vezes não escrevo sobre as coisas que realmente estão passando pela minha cabeça, sobre as coisas que eu realmente estou sentindo. E, se por acaso eu escrevo, coloco tudo subentendido, às vezes tão subentendido que se eu leio depois, nem eu mesma entendo sobre o que eu estava falando, o que eu queria dizer.

Só por esses dois primeiros parágrafos, onde eu não disse absolutamente nada demais, já parece que eu tenho muitas coisas para contar, muitas coisas para desabafar... O que não é absolutamente verdade... São só coisas que passam pela minha cabeça... Só isso.

Por exemplo, estou com um problema no meu pé que eu não sei o que é. A idéia de parar de correr por um tempo está me doendo mais do que a dor física mesmo... E ninguém entenderia o que eu quero dizer com isso porque: em primeiro lugar, eu jamais falaria sobre isso com alguem. Que importancia isso tem para os outros? Em segundo lugar, se eu falasse isso com alguem, esse alguem nao prestaria atenção e em terceiro lugar...... eu realmente não levantaria esse assunto com ninguem... rs

Acho que eu vou no médico descobrir o que é... antes que eu tenha que dividir esse assunto tãããããão importante com alguém.

Também não tenho pensado tanto como eu pensava antes de dormir. Todos os dias eu tenho chegado tão cansada em casa que durmo direto, apago, não consigo pensar em nada. E eu estou sentindo falta disso. É o único momento que eu tenho para mim mesma, com os meus próprios 'sonhos', ideais e bla bla bla.

Bom... ainda não é isso... mas eu vou continuar tentando. ;)

New York

Poucas pessoas entendem porque o vento de Nova York é diferente. Ele não simplesmente bate no seu rosto congelando seu corpo inteiro em questão de milésimos. Ele marca e provoca saudade, por mais que doa, quando estamos lá. Nas esquinas, então, assim como nas entradas e saídas das lojas, parece que você vai congelar, por um segundo. Mas então quando ele passa, junto com o friozinho gostoso ou com a neve branca ou marrom, todo mundo sente saudade.

Junto com essa lembrança, as lojas lotadas, com promoções em todos os produtos, descontos de mais de 50%, cremes baratos, perfumes, roupas de grife por preço de banana, centenas de milhares de opções de eletrônicos... É a sociedade do consumo mais legal que existe! Sem dúvida...

Se tem algum socialista lendo esse post, por favor, não fique chateado comigo. Poucas pessoas realmente entendem o que significa estar naquela cidade. Os museus, os predios gigantes, os estudantes, os estrangeiros de todos os lugares do mundo, todos aqueles brasileiros encantados, o Times Square, o Central Park... é tudo mágico.

As pessoas que falam mal dos EUA em prol do quanto a Europa é melhor provavelmente não compactuam com meu sentimento em relação à Big Apple! Mas tudo bem, gosto realmente não se discute.

Eu escolho Nova York entre todas as cidades que eu já visitei em toda a minha vida... até agora. ;)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Não gosto

Não gosto quando as pessoas desmerecem meu esforço, minha força de vontade, minha honestidade, minha capacidade. Não gosto quando elas tentam passar por cima das pessoas de forma desonesta, desleal, sem merecimento ou ética. Não gosto quando não há limites para ambição.

Eu sou esforçada, nunca nada caiu de graça no meu colo e eu me orgulho disso. Aproveito as oportunidades que a vida me oferece, mas não espero que elas caiam do céu. Para conseguir todas as coisas que eu consigo, eu respeito regras, respeito pessoas, tiro o melho proveito e aprendizado de erros e acertos, meus e dos outros. Absorvo tudo de melhor que as pessoas têm e me concentro para fazer as coisas do jeito que elas devem ser feitas.

Acredito no sacrifício para alcançar as coisas que desejamos e acredito que todo mundo é capaz de conseguir o que quer de verdade, basta traçar um plano e fazer por onde, de maneira justa e humana.

Não gosto de grosserias, mas elas não me incomodam. Não me incomodam até o momento que passam a interferir na minha vida.

Acredito que o trabalho é uma maneira de você enriquecer a alma. Gosto de trabalhar, gosto do que eu faço.

Mas se tem uma coisa que me incomoda de verdade é ter pessoas me atrapalhando. Principalmente quando elas estão ali, supostamente, para me ajudar. Ah, me incomoda demais mesmo!

Se as pessoas querem o lugar delas ao sol, por que não conseguem fazer as coisas certas? Do jeito que elas devem ser? Eu penso assim, tanto profissionalmente, quanto na minha vida pessoal, se você está insatisfeito, ou prova que a sua maneira é melhor, ou sai fora, ou aceita e fica. Agora, ficar atrapalhando o trabalho dos outros não é uma opção.

Eu imagino que as pessoas se perguntem como as coisas acontecem para mim... Eu acho que elas acontecem de forma natural, porque eu quero que aconteça e porque eu acredito em mim mesma. Isso me deixa tranquila, bem tranquila.

Mas não apaga o fato de todas as outras coisas acima me irritarem.

sábado, 8 de novembro de 2008

Aposta

Existem apostas onde, para você ganhar, não depende de você, mas de uma terceira pessoa. Por outro lado, existem outras que dependem totalmente de você, como a que fizemos no trabalho há quase três semanas.

Todas as meninas sempre falavam do quanto queriam emagrecer, de como estavam acima do peso desejado e gostariam de perder uns quilinhos. Então uma das funcionárias deu a idéia de fazermos uma gincana. Quem perdesse mais peso, ganharia dinheiro (cada uma deu vinte reais) e mais os premios oferecidos pela chefe, que gostou da idéia.

Eu fiquei muito animada porque, no final das contas, ganhando ou perdendo eu ficaria feliz porque sabia que ia emagrecer e chegar ao peso que eu estava querendo já há alguns anos! Entrei com tudo na gincana, fazendo dieta, indo à academia, evitando bebida alcóolica, doce, fritura e refrigerante!

Hoje, três semanas depois, perdi quatro quilos e pretendo ainda perder mais um (a gincana termina daqui a dois dias, na segunda-feira).

Somente nos últimos dias as meninas começaram a realmente se preocupar com isso. É claro que todas estão fazendo dieta também, afinal de contas não teria a menor graça competir sozinha. Mas quere mesmo, correr atrás, se preocupar, evitar comida fora de hora, não vi muito acontecer.

Mas nos últimos dias elas começaram a correr atrás e a gincana voltou a ficar interessante! Todas perderam peso já (fizemos uma parcial), o que também é legal! Mas quem será que vai ganhar??

Quando eu conseguir chegar ao peso que quero eu conto!! ;)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ben & Felicity

Bem, acho que esse post só vai ser totalmente compreendido - ou melhor compreendido - pelas pessoas que assistiram a série americana Felicity.

Eu sempre achei que indubitavelmente ela tinha que ficar com o Ben. Era por ele que as lágrimas escorriam pelo seu rosto, era nele que ela pensava todas as noites, era ele que estava sempre ocupando os dias dela e fazendo tudo ficar mais "divertido". E Noel? Ele simplesmente era o cara certinho que estava sempre por perto, para os momentos que ela precisava. Ele era simplesmente seu melhor amigo e pronto.

Ele sabia tudo o que ele queria, ele não tinha drama, ele era determinado ... demais, talvez! Ela precisava de alguém com um pouco mais de emoção...

Era o que eu pensava quando assistia ao seriado e estava no segundo grau... uns 17 anos de idade, talvez.

Hoje, cerca de 6 anos depois, estou vendo o seriado novamente. E é tão claro agora que o Ben certamente não é o cara certo para ela!!! Eu nem me lembro, no final das contas, com quem ela ficou. Mas eu acho TANTO que ela tinha que ficar com o Noel!

Antes de tudo, o Ben é inseguro, é dramático, anda e fala com a cabeça baixa, não consegue olhar no olho dela e está sempre pronto para dar atenção a todo mundo, menos para ela. Ele é grosso e agressivo e autoritário! O fato dele se meter em confusão o tempo todo não significa que a vida dela vai ser mais divertida, mas que vai ser certamente mais tensa! E totalmente sem necessidade!

Enquanto isso, ela se identifica totalmente com o Noel (eu estou escrevendo o nome dele assim, mas eu não sei se é assim que se escreve... se alguém estiver lendo isso e souber que está errado, pode me corrigir através dos comentários).

No final das contas, mesmo que ela não fique com o Noel, ela não precisa ficar com o Ben. Ele segura ela no tempo! Ele não sabe o que ele quer e fica prendendo ela, sem querer!

Ela precisa ser feliz! E ela está sempre feliz com o Noel! Quando eles estão estudando, quando estão conversando, quando estão se divertindo, quando estão longe, perto! È tão claro!!!

O Ben é um gato! Mas isso não é tudo! A essência das pessoas é o que importa. Não adianta o cara ser lindo e ser complicado que nem o Ben! Isso não ajuda MESMO!!

A Felicity é uma fofa, é humana, erra e mesmo assim merece alguém muito melhor que o Ben.

Ele é uma boa pessoa, mas precisa aprender a resolver os problemas dele sozinho. Eu gosto do Ben e eu também acharia que ele era o cara certo, se eu estivesse completamente no lugar da Felicity. Mas, vendo de fora, você consegue ver tudo com mais clareza. Bens não são para namorar... Bens são para aprendermos o máximo que pudermos e depois usarmos com Noels.

Stupid Things

Algumas vezes, há um passado não muito remoto, eu lembro de ter dito e pensado e sentido algumas coisas que não tenho muito - ou nenhum - orgulho de dizer. Quando falavam de responsabilidade ambiental, social e coisas que podemos fazer para salvar as pessoas que estarão por aqui daqui a uns 100 anos, eu dizia "mas qual é o sentido? Nós nem estaremos aqui mais"... Não poderia existir pensamento mais imaturo, egoísta e horrível do que esse.

Eu já fui melhor nisso. Antigamente eu sabia que o que era certo era certo e o que era errado, era errado. É tão simples, mas tão simples que chega a ser ridículo não entender. Sacolas plásticas nos supermercados, jogar lixo nas ruas, desperdiçar água, são coisas que todo mundo devia saber que não deve fazer.

Independente de quanto tempo vai demorar para chegar o problema maior do aquecimento global, o quanto tempo vai demorar para chegar ao caos, independente de quem vai sofrer com isso, são coisas que não devemos fazer.

Há quem diga que tudo isso é exagero, mas, mesmo que seja, devemos arriscar?

Podemos economizar água simplesmente por saber o quanto ela é importante para as nossas vidas e pronto. Se sabemos disso, por que não economizamos? E a sacola plástica no supermercado, por que não começamos a entender a importância de termos nosso carrinho de feira ou nossa sacola de pano para compras que começam a ser semanais ao invés de mensais? Se fizermos isso, se todos fizerem isso, os supermercados começarão a ter sacolas sobrando, o que vai acarretar em menos pedidos de sacolas e, logo, em menos produção.

Enfim, são coisas simples que podem evitar muitos problemas. Tem pessoas que não se importam, mas esses dias de chuva que não acabam me assustam. Estamos na primavera e durante todos esses 11 meses de 2008 tivemos desculpas para chover "ah, é porque é inverno", "águas de março", "agosto sempre chove"... e agora? Estamos em plena primavera e não há uma semana seguida de sol!

As águas de todas as praias do Rio de Janeiro estão poluídas, somos uma das maiores metrópoles do mundo e, portanto, somos uma das cidades que mais produz lixo no planeta Terra! Por que não passamos a valorizar os produtos recicláveis?

São pequenas ações, diárias, que fazem toda a diferença. Como o texto sobre o filtro solar. Ele só é tão importante porque se usarmos todos os dias, prevenimos um trilhão de problemas futuros.

Precisamos nos conscientizar. Para isso, cada um tem que fazer a sua parte, aos poucos, diariamente. Quem sabe não evitamos uma nova era glacial?

domingo, 2 de novembro de 2008

30 segundos mudam 17 anos

... e o transformam em 18, quem sabe mais...

Porque acompanhar a Fórmula 1 não é só acompanhar os esportes. É entender a complexidade do tempo.