terça-feira, 25 de novembro de 2008

Chegadas e partidas

O tempo todo as pessoas estão chegando e partindo. Quantas vezes será que, em um ano, as pessoas entram e saem da sua vida? E durante a própria vida, quantas vezes será que isso acontece? Acontece muito comigo, ou, talvez, eu seja muito sensível a essas mudanças, por incrível que pareça (já que eu sempre vivo repetindo o quanto eu gosto de coisas diferentes acontecendo).

Mas, right now, right here, pessoas estão chegando e pessoas estão partindo. E talvez, em breve, as pessoas que chegaram vão embora e as pessoas que partiram voltem, mas, se elas já não estão mais presentes, pode ser que não faça muita diferença no final das contas.

Nossa! Não faz o menor sentido, faz?

Os relacionamentos não costumam ser fáceis. Quando alguém vira as costas para você e te deixa sem chances de falar mais, vai embora, caminha na direção que ela mesma escolheu, não tem muita coisa que ainda possa ser feita. Se você procura a pessoa, supervaloriza qualquer coisa que fale. Se você não procura é como se não tivesse nada para dizer.

Bom, a verdade é que eu tenho um problema com chegadas e partidas. Elas me deixam mais sensíveis do que de costume e fazem com que algumas coisas aumentem ou diminuam dentro de mim. Alguns pensamentos vêm à tona, sem que eu queira e minha cabeça não pára um segundo de pensar, sem mesmo eu querer, sem mesmo que saber aonde esses pensamentos estão indo.

Mas eu tenho que admitir. Eu prefiro chegadas a partidas. Partidas sempre são seguidas de um vazio que não consegue ser preenchido por nada! Televisão, livros, músicas, cadernos e canetas não são capazes de preencher isso!

Termino esse post com a certeza de que não me fiz entender, porque não estou conseguindo organizar meus pensamentos, não consigo entender o que eu quero dizer e estou escrevendo sem pensar, sem controle e sem atenção... então... é isso.

Chegadas a partidas.

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