
Meu professor que me perdoe, mas não tem como ir a Nova York e pensar “é só isso?”. Em seu relato na sala de aula, disse que criou tanta expectativa, que na hora não achou que a cidade era tudo o que diziam. Foi o que eu senti quando cheguei em Londres. Mas em Nova York é impossível se sentir assim, a começar pelos arranha-céus. A não ser que o professor tenha conhecido Tóquio antes, nenhum outro lugar do mundo concentra tantos em tão “poucos” (essa medida é relativa) metros quadrados como a Big Aple.
Mesmo que você não aprecie a vida urbana – e, nesse caso, poucas razões lhe restam para visitar a metrópole -, fica, no mínimo, impressionado com o que vê. Depois, quando seus olhos se acostumam com as linhas retas que formam as ruas, fazendo com que você consiga ver o horizonte nos dois lados da cidade, a quantidade de línguas faladas ao seu redor faz com que você se sinta não só em um outro país, mas em um outro mundo. É verdade que se destacam as pessoas falando português. Além dos brasileiros amarem a cidade, é comum a língua que conhecemos se destacar na multidão.
E aí vem todo o “resto”: a cidade não dorme! A qualquer hora que você sai ‘de casa” tem gente andando pelas ruas, lojas abertas, cinemas, bares, pubs, boates! O Times Square é um show a parte, que transforma a noite em dia e simboliza de uma forma linda – ao meu ver – o cume do capitalismo! As lojas Vintage, os cafés, os museus escondidos, as galerias de arte, as lojas de departamento, o Central Park... Ah! O Central Park! É inacreditável que um parque daquele tamanho “caiba” dentro de uma cidade! Eu poderia ficar horas, dias, passeando por ele! No verão é que vale mesmo a pena, porque no inverno ele fica cinza demais.
E, finalmente, o principal! O clima! Não o frio, ou o calor. Mas a energia que você sente a partir do momento que pisa em terra firme, nos arredores do bairro Jamaica, dentro do aeroporto JFK. O metrô, por mais sujo que seja, é a forma mais calorosa que a cidade poderia encontrar para te receber. E, ao subir as escadas, chegando em Manhattan, você vai vendo, a cada degrau, um pouquinho mais de uma das cidades mais apaixonantes que eu já conheci até hoje (as outras são Philadelphia e Paris).
Portanto, meu caro professor, não há chances de uma pessoa chegar em Nova York e pensar “é só isso?”. Ela pode não gostar, pode achar a cidade suja, poluída, onde o que se destaca é o consumismo incontrolável das pessoas, mas pensar que é “só”, jamais. Tudo o que Nova York não é, é “só”.
Mesmo que você não aprecie a vida urbana – e, nesse caso, poucas razões lhe restam para visitar a metrópole -, fica, no mínimo, impressionado com o que vê. Depois, quando seus olhos se acostumam com as linhas retas que formam as ruas, fazendo com que você consiga ver o horizonte nos dois lados da cidade, a quantidade de línguas faladas ao seu redor faz com que você se sinta não só em um outro país, mas em um outro mundo. É verdade que se destacam as pessoas falando português. Além dos brasileiros amarem a cidade, é comum a língua que conhecemos se destacar na multidão.
E aí vem todo o “resto”: a cidade não dorme! A qualquer hora que você sai ‘de casa” tem gente andando pelas ruas, lojas abertas, cinemas, bares, pubs, boates! O Times Square é um show a parte, que transforma a noite em dia e simboliza de uma forma linda – ao meu ver – o cume do capitalismo! As lojas Vintage, os cafés, os museus escondidos, as galerias de arte, as lojas de departamento, o Central Park... Ah! O Central Park! É inacreditável que um parque daquele tamanho “caiba” dentro de uma cidade! Eu poderia ficar horas, dias, passeando por ele! No verão é que vale mesmo a pena, porque no inverno ele fica cinza demais.
E, finalmente, o principal! O clima! Não o frio, ou o calor. Mas a energia que você sente a partir do momento que pisa em terra firme, nos arredores do bairro Jamaica, dentro do aeroporto JFK. O metrô, por mais sujo que seja, é a forma mais calorosa que a cidade poderia encontrar para te receber. E, ao subir as escadas, chegando em Manhattan, você vai vendo, a cada degrau, um pouquinho mais de uma das cidades mais apaixonantes que eu já conheci até hoje (as outras são Philadelphia e Paris).
Portanto, meu caro professor, não há chances de uma pessoa chegar em Nova York e pensar “é só isso?”. Ela pode não gostar, pode achar a cidade suja, poluída, onde o que se destaca é o consumismo incontrolável das pessoas, mas pensar que é “só”, jamais. Tudo o que Nova York não é, é “só”.
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