... e por isso, poupo minhas palavras. Evito o evitável e levo adiante o que eu acredito. E, o principal de todo o aprendizado é que agora, na maior parte das vezes, evito o inevitável de levar adiante o que eu acredito. Que vantagem, hein! Essa é só para as pessoas que aprenderam a viver na hipocrisia. A viver no mundo onde não se pode ser o que é, porque isso seria complicado demais.... Ahn? Sim, seria complicado demais. É melhor ser o que os outros esperam, correr menos riscos, afinal de contas, viver no limite não está com nada.
Limite? Relativo. Vai do bom senso de cada um, que, aliás, quanto maior, menor o limite. Sim, porque é preciso aprender a viver em sociedade. Sabe aquela mentirinha? Não faz mal nenhum. Mal faz falar a verdade o tempo todo. Ninguém precisa dela.
Mas bah! Como diriam meus amigos gaúchos.
Agora que eu sei bem mais do que antes, penso mais, descubro mais, mas falo menos. Que coisa! Não imaginava que seria assim. A razão me amarra, tampa minha boca com silver tape e me ameaça de todas as formas. Logo ela, que até pouco tempo era minha principal aliada.
Emoção, cadê você? A cada ano que passa, menos de você fica em mim e mais da sua "amiga" aparece. Se eu soubesse....teria lido a coleção completa de Paulo Coelho e todos os outros livros de auto-ajuda do meracdo. È... porque eles, sim, incentivam que você fale. "Coloca tudo para fora, não engula sapos, fique livre de sua gastrite!"...
Num surto de exagero, eu poderia dizer que tem um brejo dentro de mim. Mas a realidade me mostra um brejo dentro das pessoas mais sensatas. É, estou neste meio.
Mas sensatez sempre foi minha arma contra a irresponsabilidade alheia! Ó céus! Detesto dilemas...
E quando eu digo que vou fazer somente o que me beneficia, as pessoas acham que eu sou egoísta... isso é bem relativo.
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Um clique e faça uma pessoa + feliz (eu) ;)
Finalmente, depois de mais de um ano com muito esforço, hoje é meu último dia de aula na pós-graduação (CBA Marketing - IBMEC RJ)! O TCC já entreguei (felizzz) e já recebi a nota (mais felizzzz)! Mas ainda tenho que entregar um trabalho para Pesquisa de Mercado e Comportamento do Consumidor!
Se você tem filho de até 13 anos, pode me ajudar a finalizar a pós com chave de ouro participando da pesquisa que eu e meu grupo produzimos! É só clicar neste link PARTICIPE DA PESQUISA E ME FAÇA MAIS FELIZ =) e disponibilizar de cerca de 5 minutos para responder ao questionário!
Conto com sua colaboração!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Outra vida
Há pessoas que fizeram parte da minha vida e fazem até hoje. E há aquelas que eu nunca mais vi. Meus professores de dança, meus amigos da gincana, ex-namorados, colegas de classe. Pessoas que de alguma maneira foram muito importantes para formar quem eu sou hoje.
O interessante é perceber que, apesar da memória parecer distante, há aprendizados que parecem recentes, independente de quanto tempo atrás eles aconteceram. Noções sobre verdade e mentira, certo e errado, ética, bom senso... essas coisas ficam, para sempre, mesmo tendo muito tempo que nós tivemos o primeiro contato. Aprendi tudo com as pessoas, vivendo. É claro, grande parte através da educação que recebi em casa. Mas muitas, muitas coisas aprendi vivendo, independente de qualquer teoria que minha mãe possa ter tentado passar.
E saudade é um conceito estranho. Hoje ri sozinha, pensando que estou morrendo de saudade da minha mãe, porque sei que ela vai ficar 4 semanas fora. Sendo que eu estou acostumada a ficar longe dela, porque não moramos juntas há 8 anos. Mas o fato de eu saber que ela não estará aqui comigo nas próximas 4 semanas, faz com que eu antecipe a saudade e a maximize.
Eu sinto saudade das coisas que vivi e das pessoas que passaram pela minha vida. Mas não queria as pessoas, nem as coisas de volta, do jeito que já foram um dia. Porque as coisas mudam, as pessoas mudam, eu mudo. Eu quero o hoje, quero sentir, quero viver o hoje. E a saudade, essa saudade, fica como uma coisa boa, de alguma coisa que já foi melhor ainda um dia.
E eu fico feliz de poder ter uma breve noção do que é ter conhecimento sobre uma outra vida. Você sabe o que aconteceu, você lembra o que aconteceu, mas é algo que já não existe mais. Pelo menos não nessa vida de hoje, que sempre será diferente da de ontem e da de amanhã.
Às pessoas que ficam, felicidades! É bom tê-las por perto! E que seja eterno enquanto dure!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
P.e.s.s.o.a.s
Nós reclamamos. Sim, nós reclamamos bastante da vida. Sempre achamos que poderia estar - melhor, pior?! - diferente. Pensamos que não devíamos ter falado aquilo ou devíamos ter feito tal coisa diferente. Simulamos histórias com mil possibilidades, mas na hora de vivê-las não escolhemos nenhuma delas. Projetamos um futuro e agimos como se o plano fosse outro. Vai entender. Mas o que me intriga é que nós reclamamos.
Porque, é claro, essas coisas acontecem - com todo mundo e tenho dito. Mas uma coisa é elas acontecerem, outra é nós deixarmos que elas aconteçam. Afinal de contas, não somos nós que estamos aqui fazendo todas as escolhas?! Tem gente que tem preconceito, não gosta de Paulo Coelho. Eu entendo que o fato dele lidar com ficção como se fosse tudo verdade incomoda muitas pessoas. E entendo também que uma das maiores graças da leitura e das histórias contadas são as coisas que o autor deixa de dizer... e ele, convenhamos, diz tudo. Mas li na Revista O Globo da semana passada seu texto sobre o Aleph (só alguns dias depois soube que era seu livro recém-lançado).
Por que trazê-lo para a conversa? Porque Aleph é um resumo do que deveríamos ser/fazer/viver. Foi mencionado também no livro - que ainda não terminei - Comer, Rezar, Amar. E, sim, é mencionado em 99% dos livros de auto-ajuda. Porque é tão básico! Viver o hoje, celebrar o fato de estarmos aqui, agora. Não focarmos nossos pensamentos no que aconteceu ou no que pode acontecer. Não tenho propriedade para dizer se é um mal desta geração, ou da humanidade. Se sempre existiu ou se é algo de agora. Mas é um mal. Todos nós gastamos muito do nosso tempo vivendo momentos que não são o agora.
Viver agora é abster-se de qualquer culpa que você possa querer, um dia, colocar em si próprio. Se perguntarem "mas aonde você estava que não viu isso acontecer"?! Você poderá dizer, com calma e certeza de que nada mais poderia ser feito, "eu estava vivendo".
Mas não era disso que eu queria falar. Eu queria falar sobre pessoas. A cada dia que passa eu tenho mais certeza de que elas são a razão de vivermos. Eu já escrevi aqui sobre isso, sobre não conseguirmos viver em paz na solidão. Não falo de homem e mulher, falo de pessoas... mesmo! Tenho conhecido pessoas muito legais, como há algum tempo não conhecia. Pessoas que você sabe que têm a acrescentar na sua vida. Você muda sua rotina, muda os lugares que frequenta e conhece um mundo novo. E eu estou gostando desse mundo novo.
Nós somos todos iguais, só queremos dividir nossas experiências e viver novas... com pessoas. Conhecer, aprender, rir, chorar, ouvir, falar... para pessoas. E é por isso que hoje eu aproveito o espaço do blog para propor um brinde às pessoas. E um brinde ao agora. Que saibamos valorizá-los e saibamos que sem eles, nossa vida não é nada!
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