sábado, 25 de julho de 2009

Choices

Nem sempre eu acerto nas escolhas que eu faço. Acho que acontece com todo mundo, ou com a maioria das pessoas. Esse ano eu decidi que mudaria o rumo da minha vida profissional. Eu comecei bem, acertando. Surgiu uma oportunidade e eu peguei! Ótima decisão. Mas achei que precisava de mais. Então decidi que queria fazer pós-graduação. Mas em que? Não queria fazer uma pós qualquer. Já que era para investir meu dinheiro e meu tempo, tinha que ser algo que valesse a pena. Procurei as melhores instituições do Rio de Janeiro, fiz uma pesquisa e conseguir decidir. Ia começar uma pós-graduação em Marketing no Ibmec.

Mas tem uma parte que não foi citada. Antes de ficar em dúvida em qual pós fazer e aonde, surgiu a dúvida do que eu realmente seria feliz fazendo. Será que era comunicação? Marketing? Fotografia? Artes? Ou qualquer outro emprego que não fosse necessário um ensino superior?

Cheguei à uma conclusão e cheguei a me matricular no curso de fotografia, também um dos melhores da cidade, no Ateliê da Imagem. Mas quando chegou na hora, a realidade pesou e eu optei pela pós, que me mostrava um futuro mais estável pela frente. Além do mais, eu poderia usufruir o conteúdo para a área onde atuo, comunicação.

E é isso o que tem me segurado lá. Não porque a pós é ruim, pelo contrário. Tudo o que eu aprendi até agora foi válido e eu não tinha a menor ideia antes. Mas porque todos os dias eu me pergunto aonde quero chegar com ela. Quando participo de seleções, sempre acho que não é o lugar onde eu deveria estar. Porque eu sou uma das pessoas menos ambiciosas que conheço.

Quase todo mundo da minha sala, na pós, aparenta ser aquela pessoa que faria de tudo por uma carreira de sucesso. Abdicaria de família, vida social, tudo, para uma carreira de sucesso. Eu não sou assim, nunca fui e não acho que serei um dia.

Para ser bem sincera, eu estou satisfeitíssima com meu emprego, com meu salário, com as minhas atribuições hoje e com minhas colegas de trabalho. Não vejo porque eu mudaria isso.

É claro que em algum momento eu vou querer outra coisa, o que não significa que eu vou querer mais. Só tenho certeza de que eu vou querer outra coisa porque eu conheço as pessoas, conheço eu mesma e sei que essas coisas acontecem. As pessoas enjoam da vida que têm em certo momento e decidem mudar. É o que acontece.

Mas HOJE eu estou simplesmente satisfeita e feliz.

Quanto à pós, não vou parar, porque não gosto de deixar as coisas incompletas. Tenho certeza que ela vai acrescentar muitas coisas à minha vida, mesmo que não sejam as coisas pela qual eu almejava no momento em que me matriculei.

E quem sabe, quando eu terminar, não faço um curso de fotografia e compro uma máquina legal?!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

comentários de uma segunda-feira à noite

Depois de assistir aos últimos blocos de CQC, fico me perguntando se realmente valeu a pena ouvir e ver um chef de cozinha falando que seu pau é grande (me desculpe o termo horrível, mas foram exatamente essas as palavras dele), uma cantora de funk dizendo que quer trabalhar com educação depois de não saber responder qual é a capital dos Estados Unidos e ao óbvio anúncio de que o aspirante a oitavo elemento deve entrar no site para ler o regulamento e realizar a inscrição.

Bom, nada de chorar o leite derramado. Talvez foi um problema dos últimos blocos... os primeiros devem ter sido mais interessantes.

O dia foi frio, mas no trabalho foi divertido. O susto de hoje de manhã com a Tangerina não foi legal, mas agora ela já está bem! ;)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Save the whale

Sempre que a gente pode, a gente ajuda! Quando é divertido, melhor ainda! O Greenpeace criou um site interativo para salvar as baleias mortas no Japão (vi a notícia no Radar 55)! No site, você pode criar a sua própria baleia com a mensagem que quer mandar para eles. Na mensagem original, do Greenpeace, que será encaminhada ao Primeiro Ministro do Japão, será escrito: “Querido Primeiro Ministro Aso, estou preocupado com a caça às baleias no Oceano Sul. Respeitosamente, peço que reveja imediatamente a política do Japão para acabar com a matança das baleias”. Uma forma educada e direta de dizer que eles estão incomodando!!!

Olha como ficou minha simples e eficaz baleinha!


Se você quiser ajudar nessa luta e alegrar um pouco seu dia, entra lá!!

Beijinhos e uma ótima quarta-feira para você!

domingo, 12 de julho de 2009

Lei do retorno

Não é só com ideias, é com a propagação de qualquer coisa! Não é bíblico, ou religioso, é simplesmente um fato. Quanto mais simpático você é, mais simpáticas as pessoas são com você, quanto mais você mente, mais as pessoas mentem para você, quanto mais você tem ideias e divulga, mais ideis surgem para você.

Tem gente que pode não concordar, mas, para mim, as coisas sempre aconteceram desse jeito. Ideias guardadas a sete chaves, para quê? Eu acredito em energia e penso duas vezes antes de falar qualquer coisa, sempre adaptando versões, dependendo com quem estou conversando. Não é sair por aí contando para quem quiser ouvir todas as ideias que você tem, mas não guardar só para você. Entre as minhas teorias, para o bem ou para o mal, tudo que você guarda e só seu pensamento sabe, não existe.

Tem que sair para poder existir. È mais ou menos a mesma linhda de pensamento...

do bem

Mais um vídeo, outra bebida. São sucos, na verdade. Vi pela primeira vez - e única - no supermercado Zona Sul. Hoje vi novamente, mas online, no site da Farm, Adoro!. Gostei! È dinâmico, criativo e sofisticado, com toda a simplicidade do mundo! Amei!

do bem - Suco de Laranja 100% fruta (MPC de torradas) from Hardcuore on Vimeo.

Evian

Queria muito encontrar o making of desse vídeo. Se alguém encontrar e puder me passar eu agradeço! É um comercial da água Evian, muito conhecida na Europa e Estados Unidos.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A dicotomia das mídias sociais

Hoje, no meu Twitter, eu consigo dizer o que meus músicos, jornalistas, artistas e amigos favoritos estão fazendo no exato momento em que eles estão fazendo. Eles "me contam" se ficaram felizes ou tristes com alguma apresentação, se estão escrevendo uma nova música, o que pensam sobre o político que pagou um micão na TV e também desabafam pensamentos soltos em geral, que, na maioria das vezes, não pode querer dizer muitas coisas. No Facebook, eu posso até não ter adicionado, mas eu posso deixar mensagem para muitos deles, assim como nos blogs. São muitos, muitos comentários. Mas é um caminho de se aproximar mais deles.

O que antes parecia inalcançável, hoje já parece ao menos possível.

Será?

As mídias sociais, principalmente com a chegada do Twitter, aproximaram ainda mais - é, quanto mais achamos que não é possível, mais mentes criativas encontram maneiras de transformar o mundo em nano - as pessoas de seus ídolos. Mas a aproximação é de duas vias? Porque, ao que me parece, as celebridades, famosos e políticos ficaram mais próximos das pessoas que querem alcançar. Eles conseguem falar diretamente com um grupo de pessoas específico, através de comunidades, com duas milhões de pessoas, ou mais, dependendo do número de seguidores, através do Twitter, com incontáveis cabeças atrávés de seus blogs e parece sempre que passamos a fazer parte do universo deles.

Mas você se aproximou deles? Consegue ter o retorno das suas perguntas? Consegue dizer o que estava pensando e fazer com que eles escutem? O nível de dificuldade parece ter aumentado proporcionalmente ao aumento dos canais de comunicação. Quanto mais chances você tem de falar com eles, mais chances, igualmente, as pessoas de todo o mundo têm chance de falar com eles.

É uma aproximação falsa, mas interessante.

Da mesma forma que antigamente, se você faz, cria, diz, expressa algo inusitado, você recebe atenção. Nada mudou para você, alguma coisa mudou para eles. São, para vocês dois, novos canais de comunicação, com aplitude imensurável em seu alcance. O mundo está, sim, ficando cada vez mais pequeno. E pode ser que cada vez mais as pessoas se entendam por causa disso. Seria bom se isso acontecesse assim.

www.twitter.com/juliagscosta

Rio Fashion!

Não, não estamos em Nova York. E nem em São Paulo, por menor que ela seja diante da primeira cidade citada. Mas a cada dia o Rio de Janeiro ganha destaque para moda. Eu, que, por enquanto e provavelmente por muito tempo ainda, sou mera observadora, estou sentindo um movimento gigante, que está recebendo ajuda significativa da mídia online.

Não é só o Fashion Rio que exalta o ar fashion da cidade. Hoje, temos o site Rio & Etc, que anda pelos lugares mais descolados da cidade maravilhosa clicando os modelitos que chamam a atenção dele e dos milhares de leitores que já seguem o site diariamente.

Temos estilistas famosíssimas como Isabela Capeto que não sai daqui por na-da nesse mundo. Pelo menos nós esperamos que ela não saia. Temos ainda pessoas importantes no cenário, como Antônia Leite Barbosa, que dá aquela ajuda com a Agenda Carioca e a Jana Magalhães que dá um help com a decoração. Mas não precisa ficar triste, ela também faz bolsas, sapatos e outros acessórios personalizados. As meninas do Ateliê Clementina, no Jardim Botânico também estão fazendo sucesso!

Isso, sem contar com as nossas marcas que começam a colocar as asinhas de fora e dar uma circulada pelo país. A Farm é nossa, a Enjoy é nossa, a Cantão é nossa, a Redley é nossa, a Osklen é nossa, a Mr Cat é nossa... e uma infinidade de outras lojas que nós a-ma-mos!

Na mesma proporção que o Rio de Janeiro ganha crédito quando o assunto é moda, ela se espalha por bairros diversos. Antes, era comum somente em bairros como Leblon e Ipanema. Mais Ipanema do que Leblon até, que era mais clássico. Hoje, Botafogo, Glória, Lapa, Leblon, Ipanema, Gávea, Barra da Tijuca, Tijuca... é gente com estilo em qualquer lugar, a qualquer momento. O Rio & Etc está aí para comprovar que eu não estou mentindo.

Só a Gisele Bündchen mesmo que se acha boa demais para essa cidade. Que pena, para ela.

Socorro, ética nunca mais???

Ética não pode ser confundida com hipocrisia, por favor. Mas as apresentadoras do programa Podsex, do canal MTV, perderam a linha enquanto falavam do tema traição na última semana. De uma delas: "o pior é que sempre que eles traem é com uma gorda, uma anã, uma ...". (!!!)

É claro que se você tem um namorado bonitinho e é bonitinha também, se ele fica com alguém que não tem "apelo visual", a dor é maior, porque significa que ela é legal e aí entra a questão do sentimento. Mas por que uma gordinha ou uma anã são feias, só a Kika sabe.

Matrix

Eu tinha esquecido o quanto esse filme é bom! Lembro que a primeira vez que eu assisti, quando foi lançado, não entendi nada! Na faculdade, minha professora de Estética fez com que assistíssimos a todos novamente. E discutíamos sobre eles na aula. Lembro que, na época, abriu minha cabeça para muitos pensamentos sobre a sociedade.

Hoje, estou assistindo ao primeiro novamente. Acredito que se assistisse a todos, teria uma visão diferente novamente. È claro que com os mesmos princípios, mas com mais informações agregadas, principalmente diante de todas as mudanças que passamos nos últimos anos.

As mídias sociais não deixam de ser uma porta de entrada para novas discussões sobre o assunto. Máquinas dominando os humanos, sociedades paralelas, pessoas que dominam o pensamento de outras, pessoas que se destacam na arte de lidar com esses dois "mundos"...

O assunto é interessante e dá muito papo... Mas que o final do primeiro filme é, a priori, incompreensível, ele é.

Olympus 50 years

Às vezes eu me pergunto o quanto os avanços tecnológicos são benéficos na minha vida, ou na vida das pessoas em geral. Para elas eu não sei, mas a fotografia é certamente uma das melhores invenções do homem!

Desde 1959

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Porque no final é tudo a mesma coisa...

Casamento faz adoecer (!!!)

Mulheres com uniões problemáticas têm mais chances de sofrer distúrbios como obesidade, hipertensão e colesterol alto – sintomas desencadeantes da síndrome metabólica, uma disfunção que pode levar a doenças cardíacas, diabetes e acidente vascular cerebral (AVC). A conclusão vem de uma pesquisa realizada na Universidade de Utah, nos EUA, que mostra ainda que os homens são menos afetados por esses sintomas, mas têm os mesmos riscos que suas parceiras de sofrer de estresse e depressão. Segundo os estudiosos, a diferença entre os gêneros se deve ao fato de que, nas mulheres, o estresse e a depressão geram problemas de metabolismo, enquanto no homem isso é mais raro de ocorrer.

Página 31, edição 73, revista Viva Saúde, editora Escala

Speechless... Prefiro não comentar. Acredito que por não ter uma união problemática.

Cópia do Blog do Tas

http://marcelotas.blog.uol.com.br

Galactic Center of Milky Way Rises over Texas Star Party from William Castleman on Vimeo.

domingo, 5 de julho de 2009

Todo dia é um grande dia, todo feito é um grande feito

Todos os dias eu assisto pessoas na TV, nos sites, na rua, fazendo seus próprios shows. E eu fico pensando se, em todo o pouco tempo que eu tenho na minha vida, eu vou conseguir viver tudo aquilo que elas estão vivendo. Eu sei, pode parecer estranho a princípio, mas eu vou explicar melhor.

Desde pequena, quando eu assistia a seriados e filmes, projetava toda a minha vida naqueles acontecimentos, naqueles lugares, naqueles empregos, com aquelas pessoas. E eu imaginava que daria tempo de ser tudo aquilo. Em algum filme que vi, havia almofadas em cima da cama, muitas almofadas, coloridas. E, depois disso, toda vez que eu pensava na minha casa, no meu quarto, na minha cama, pensava com aquelas almofadas.

Outra vez, assisti a Mensagem para Você, com a Meg Ryan, e pensei que eu seria uma pessoa que nem ela, e teria um relacionamento que nem o deles. E isso ficou na minha cabeça por muitos meses, talvez até alguns anos. E acho que só superei essa fase quando entrei na faculdade e fiquei vidrada em Felicity. Eu sempre achei que poderia ter uma vida de universitária que nem a dela, que poderia namorar, me apaixonar, ficar confusa sobre qual carreira seguir, trair meu namorado e viver todo aquele drama...

E, no final das contas, foi mais ou menos assim mesmo que as coisas aconteceram.

Acontece que hoje, com 24 anos, casada, morando no meu próprio apartamento e no meu apartamento próprio, com um diploma na mão e outro a caminho, ainda faço essas projeções, involuntariamente.

Mas, hoje, eu consigo identificar quando isso acontece e, em alguns casos, evito a frustração. Na maior parte das vezes analiso se vou viver ou não aquilo que passa pela minha cabeça e, quando chego a conclusões que não me satisfazem, fico um pouco triste, mas passa.

Quando penso nisso, quando falo nisso e, mais do que tudo, quando escrevo sobre isso, como agora, vejo o quanto é ridículo. Mas tudo bem, eu nunca me importei com o ridículo. Porque ele nada mais é do que o que as pessoas pensam sobre mim e, além das pessoas que me conhecem e sabem que isso não é ridículo, eu não me importo com o que podem pensar ou falar sobre isso.

Na verdade, tanta coisa que passa pela minha cabeça durante o dia, se fosse dita, se outras pessoas soubessem, seria ridículo! Mas eu duvido que não aconteça com todo mundo ao meu redor, que não aconteça com você mesmo, que está lendo esse texto.

Voltando à questão principal, a minha forma de lidar com esse problema foi simples. Todo dia é um grande dia, todo feito é um grande feito. Minha vida é um show, minha vida pode ser o que eu quiser e o valor que cada coisa que acontece tem depende unicamente de mim.

E assim posso assistir à minha TV, navegar pela internet e ler sobre a vida de pessoas que eu nunca vou conhecer sem precisar me preocupar com isso.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Marrom se superando no Jô

Gente, eu adoro esse cara! Não só porque ele é um humorista FODA, com o perdão da palavra! Mas porque o cara é gente boa demais, um paizão, corre atrás, acredita e consegue! É a segunda vez que ele vai no Jô e a segunda vez que manda bem demais por lá! Dá uma olhada!

Só algumas palavras sobre Michael

Quando os rumores da morte do Michael Jackson começaram, fiquei indignada com a proporção que aquilo estava tomando. Como um homem que era acusado de pedofilia, que supostamente tinha optado por mudar a cor da sua pele para branca e que era sempre envolvido em tantos escândalos de insanidade mental poderia ser tão popular. Por um segundo, fiquei com raiva de como as pessoas supervalorizam os mortos e conseguem apagar, de repente, todas as más atitudes e levam somente em consideração as virtudes. O cara era o rei do pop, afinal de contas.

Cheguei a fazer algumas piadas sobre a minha indignação até que me atentei para o fato de que, talvez, eu estivesse sendo injusta. Eu nunca gostei tanto assim das músicas dele, nunca me interessei por ler notícias suas, a não ser as manchetes, nunca tinha conversado com ninguém isso, ou melhor, sobre ele.

Um dia, após o trabalho, resolvi chegar em casa e pesquisar na internet sobre a vida de Michael. E descobri que muitas das minhas acusações - e da mídia e de muitas outras pessoas como eu - não tinham fundamento. Nitidamente, ele era um cara perturbado, que tinha problemas psicológicos e, quiça, psiquiatricos. Mas nunca foi comprovado que ele realmente abusou de crianças.

Sobre a mudança de cor, há muitas versões para a história, mas não encontrei nenhuma matéria onde ele admitia ter mudado propositalmente. Pelo contrário, a maior parte das histórias falava sobre problemas de saúde e vitiligo. E sobre um aceleramento da doença que ele tinha feito, para evitar as dores que sentia.

Aliás, uma relação que eu fiz é que muitas coisas aconteceram após um acidente de carro que o cantor sofreu em 1984. Não sei exatamente o que ocorreu ali, até porque não pesquisei tanto sobre isso, mas vi que grandes coisas aconteceram nesse ano em sua vida, incluindo esse acidente que fez com que ele perdesse parte do couro cabeludo, queimado.

Depois disso, passei a acompanhar as matérias e entrevistas sobre sua morte. Todas as pessoas que o conheceram o elogiavam, a maior parte dizia que ele era uma criança, o que confirma os problemas psicológicos.

Hoje, alguns dias depois de ter mudado minha visão, sei que não há verdades e mentiras sobre Michael Jackson. O que existe são histórias, todas interessantes, todas misteriosas e que jamais terão um julgamento.