Pode ser brincadeira, mas também pode ser algo muito sério e importante de se observar. Nós vivemos de forma padrão: estudamos, vamos para a faculdade, aprendemos novas línguas, fazemos pós-graduações, trabalhamos para pequenas, médias e grandes empresas, conhecemos pessoas com as quais nos identificamos de alguma forma, casamos, temos filho, ganhamos dinheiro, compramos casas, carros e viajamos, envelhecemos e morremos.
Foi publicada hoje, no site da revista Exame, uma matéria sobre alguns dos homens mais ricos do mundo que não terminaram a faculdade. Entre eles, destacaram-se principalmente os gênios da informática (Mark Zuckerberg, Steve Jobs, Bill Gates etc). Tudo o que eu conseguia pensar, enquanto lia a matéria, era em como o "padrão" nos limita.
Não que eu ache uma boa ideia abrirmos mão dos estudos, casamentos, filhos... Mas acredito fielmente, e já há bastante tempo, que quanto mais conhecemos, estudamos, viajamos, quanto mais expandimos nossos horizontes, entramos em contato com novas culturas, novas possibilidades, mais felizes podemos ser. O dinheiro é só uma parte dessa história. Na verdade, não é nem nele que eu penso quando acredito que as pessoas podem ser mais felizes.
E aí me vem à cabeça o conceito do ócio criativo. Eu acredito nele porque é neste momento, quando não pensamos em padrões profissionais, quando não estamos atentos às limitações, às regras que nos impõem em ambientes corporativos que conseguimos produzir melhor (e mais).
Portanto, sem falar em metas, sem falar em resoluções e sem falar em todas as coisas que eu pretendo cumprir (há uns 10 anos), eu prometo (meio que para mim mesma) que em 2011 vou tentar me libertar de alguns padrões, que atrapalham mais do que ajudam. Vamos ver os resultados dessa mudança!
É final de ano... E eu jà fico mais sensível por causa disso normalmente... Meu irmao vai apresentar uma peça musical... Fofo, né?! Ele e a namorada fazem parte do elenco. E aonde é a peça?! Na Univercidade de Ipanema, onde hà 8 anos quase 9 anos eu estava iniciando minha vida universitària. Foi só eu entrar e sentir o cheiro ... Nossa! Continua o mesmo cheiro... E a nostalgia se instalou. Sabe quando vem toda a historia na sua cabeça de uma vez só? Foi o que aconteceu.. época boa. Fui andar pelo predio e foi incrivel perceber que tudo continua igual! Mas não igual/velho.. Igual/conservado! Como era bom ser universitària caloura!
A peça esta um pouco atrasada.. Depois eu conto como foi!
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E ja no clima do post anterior (yes!!!!), quero anunciar - para quem interessar possa - que ontem comecei minha dieta maluca!! Sim, maluca, porque comigo eh soh assim que funciona. Ok, talvez funcione de outras formas, mas eh dessa forma que eu quero fazer! Nada de cafe da manha, nada de jantar. Dependendo do almoco, um lanche da tarde pode ate rolar, mas com um pao, nada de dois! Eu sei, nada saudavel. Estou ciente, muito ciente. Mas minha dieta maluca tem data para acabar: 31/12/2010. Eu nao sei se cheguei a publicar o post que dizia sobre o fato de eu nao comer carne vermelha e frango mais... Mas se nao postei, posto agora. Nada de carne vermelha, nada de frango, nada de cafe da manha e nada de jantar. Estou com fome? Bebo agua, mastigo um chiclete (Trident)... Por tempo limitado.
Quantos quilos sera que consigo emagrecer? Depois eu conto aqui mesmo!!
Eu nao devia estar pensando que as pessoas devem estar pensando "que vergonha, logo ela, que trabalha com saude, que sabe que para se ter uma vida saudavel eh preciso se alimentar bem, comer em intervalos regulares, pequenas e saudaveis porcoes"... Sim, eu sei de tudo isso. Mas nao eh para escrever com o coracao? A verdade eh essa. Temporariamente, mas eh.
Quando eu contar quantos quilos perdi, todo mundo vai querer a receita!! ;) E eh melhor eu postar logo, antes que eu me arrependa de estar falando da minha dieta maluca...
Entra ano, passa ano e eu continuo com a mesma lista de resolucoes... nao vou nem mencionar a questao da alimentacao, corpo e religiao... Vamos focar no blog mesmo. A cada ano que passa fica mais dificil atingir essa meta que criei para ele: escrever com o coracao. Eu nao sei dizer se eh uma coisa que acontece com todo mundo. Ou se esta acontecendo so comigo. Mas eh fato que quanto mais velha eu fico, menos coragem eu tenho. Em todos os sentidos. Desde coragem para descer do toboagua mais alto do parque aquatico, ate coragem para falar as coisas que eu realmente penso para as pessoas. Todo o tipo de coragem parece estar sumindo.
E eu acredito fielmente que a qualidade do que escrevemos - nos, que gostamos de escrever - esta diretamente ligada `a sinceridade que depositamos. E eu nao consigo.... nao mais. Todos os dias eu sento na frente do computador e escrevo sem parar. E entao chega um momento em que eu percebo que eu nao quero falar "para o mundo" tudo aquilo que eu estou falando. Mas nao eh, na verdade, que eu nao queira falar. Eh que eu nao quero ter que aguentar as consequencias... E nao sao consequencias graves, mas so o fato de ter que explicar para alguem porque eu escrevi aquilo ou porque eu pensei nas coisas que eu pensei ou porque eu fiz as coisas que eu fiz.... eh tao cansativo.... que eu prefiro ser uma pessoa normal. Pelo menos aqui, no blog.
Nao que eu pense coisas bizarras... ta vendo? Ja estou pensando em apagar o texto... Nao sao coisas bizarras, mas coisas que eu quero falar sem ter que ficar explicando os pqs... por exemplo... esses dias queria escrever sobre o porque das pessoas serem tao mahs.. (sim, o teclado ainda esta sem acento, cedilha etc)... outro dia estava querendo escrever sobre os planos que eu tenho para minha vida.... e outro dia eu estava querendo escrever sobre coisas que acontecem na vida dos outros.... E nos tres casos eu nao consegui conluir e publicar o post porque 1) eu nao queria explicitar quem eram as pessoas mas 2) eu nao queria que as pessoas julgassem meus planos 3) eu nao queria que as pessoas se ofendessem com as coisas que eu penso sobre a vida delas.
Entao eh por isso que eu estou aqui hoje, concluindo este post, para dizer que esta novamente em minhas metas, e estara por quanto tempo precisar, escrever com o coracao no blog. Eu mereco, as pessoas que leem merecem.
* outra meta eh fazer com que meu teclado volte a ter acentos!
Eu a abandono diariamente às 8am e só a reencontro às 20h30. Mesmo quando estou em casa, nem sempre tenho tempo para ela. Ás vezes pq chego mto cansada, outras vezes pq tenho mto o q fazer... Mas ela me segue por td canto da casa, pede colo qnd estou vendo TV e faz festa td dia qnd eu chego ... Qnd ela percebe q estou arrumando a bolsa, comeca a chorar... é uma criança mesmo, neh?!
A melhor cia do mundo! Melhor que a Tangerina, so duas Tangerinas! ;)
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Trabalhei com gastronomia durante um ano e cinco meses. No início, achei que seria um desastre! Em primeiro lugar porque eu não entendia absolutamente nada sobre o assunto. É provável que na época eu só soubesse fazer arroz, bife e ovo... e olhe lá. Não sabia diferenciar nem salsa e cebolinha... Mas acabou por ser uma grande surpresa, se tornando um grande "hobby". Conheci restaurateurs, fotógrafos, assessoras, maitres e chefs que fizeram parte de um momento importante da minha vida, de descobertas interessantes.
De todos os chefs que conheci, alguns ficaram marcados. O "top" foi, na verdade, uma mulher, Ana Ribeiro, ex Le Saint Honoré. Atualmente, ela comanda a cozinha do La Cigale, no Leblon. Em certa ocasião, a entrevistei, com foco não em seus pratos, mas em sua trajetória. Que história. Órfã de pai e mãe, nunca teve uma vida padrão e não há nada de Hollywoodiano em seu caminho do anonimato à "fama". É - muito - querida pelos principais chefs do RJ e também pelas principais críticas gastronômicas da cidade, como Fernanda Thedim e Luciana Froes, que só têm elogios sobre a chef. Em outra ocasião, tive oportunidade de experimentar diversos de seus pratos, numa sessão de fotos. Deliciosos, todos!
Não é porque trabalhei com ela durante esses 17 meses, mas porque não teve uma peça sequer que Fernanda Garritano, consultora gastronômica do Manekineko, tenha criado que eu não tenha gostado. Eu não conheço todos e talvez conheça poucos, mas entre todos os restaurantes japoneses do RJ que já fui, o Manekineko é o melhor, sem dúvidas!! Além do alimento fresco e da qualidade de atendimento, as peças exclusivas são a razão da minha preferência.
Tive também o privilégio de conhecer os pratos de Checho Gonzales, enquanto era do Zazá Bistrô. Talvez eu não possa entregar a ele o mérito completo do sabor dos pratos. Pois, a Zazá atua arduamente na escolha dos pratos que vão para o cardápio. Mas é certo que a experiência e o talento do chef foram essenciais para a minha - ótima - experiência no restaurante.
Na última quinta, estive no Prêmio Rio Show de Gastronomia, onde a chef Roberta Sudbrack ganhou - ainda mais - destaque, vencendo as categorias de melhor chef, melhor restaurante e melhor cozinha contemporânea. Hoje, estou novamente no MAM, acompanhando as aulas de alguns dos melhores chefs do Rio, ainda no Circuito Rio Show de Gastronomia 2010. Já passaram por aqui Roberta Sudbrack, Cristiano Lanna e Erik Nako (Prima Bruschetteria) e estão agora finalizando o prato o Mário de Andrade, do Palaphita Kitch e Natacha Fink, do Espírito Santa. A última aula da noite será ministrada pela chef do Zuka, Ludmila Soeiro. Exceto pelo Palaphita Kitch (que eu aprovo e recomendo), não conheço as outras cozinhas, mas, se fazem parte do evento, certamente fazem jus ao seu destaque.
Há cinco meses não trabalho mais com gastronomia. Mas o gosto ficou (graças a Deus). Não tenho a menor intimidade com a cozinha e, para falar a verdade, não faz parte dos meus planos ter. Mas experimentar novos pratos, conhecer novos restaurantes e estar por dentro do que há de novo na gastronomia carioca é sempre um prazer!
Algumas matérias publicadas pela grande mídia de ciência, saúde e bem-estar, recentemente também abordavam o tema citado no post anterior.
Um estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália, com 60 mil pessoas, realizado durante 25 anos, mostrou que a felicidade tem relação direta com as escolhas feitas durante a vida. Algo, aliás, que aprendi há muitos anos e desde então tento me policiar para garantir que eu escolha exatamente o que gostaria de escolher, para que, mesmo que eu venha a me arrepender, não tenha argumentos contra a minha única e principal defesa: "eu quis assim". O mesmo estudo mostrou que o equilíbrio entre trabalho e lazer, a participação em atividades sociais, um estilo de vida saudável, a valorização da família, objetivos altruístas e a prática frequente de atividades físicas são algumas das principais ações que nos fazem feliz. Eu concordo.
Mesmo concordando, tenho plena consciência que, ainda assim, a felicidade é pessoa e intransferível. Eu não sei e nem poderia arriscar dizer o que faz você feliz. Ainda mais quando há outros estudos que podem me deixar um tanto quanto confusa a respeito da felicidade dos outros. Um livro lançado recentemente nos Estados Unidos, How to be a happy human, resultado de um estudo que durou 24 anos, defende que, para as mulheres, ser magra traz mais felicidade do que ter um amor, pois a obesidade é frequentemente ligada à preguiça e estupidez na sociedade em que vivemos.
Eu não sei exatamente se discordo ou se não tenho opinião sobre o assunto. Mas, para mim, ter um grande amor é inenarravelmente mais importante do que ser magra ou não. Mas acredito não ter capacidade de julgar esta situação, posto que tenho um amor correspondido e que nunca fui obesa.
Outra pesquisa, divulgada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, diz que o bem-estar emocional das pessoas é proporcional à sua renda - quando a renda anual é superior a 130 mil dólares. Também não tenho base para avaliar, "infelizmente". Mas o estudo, realizado entre 2008 e 2009, com 450 mil americanos (a nacionalidade também é um critério a ser discutido) fez esta constatação.
Por sua vez, Arnaldo Jabor, em Suprema Felicidade, relaciona o sentimento ao passado. Como se as coisas o fizessem mais feliz naquele tempo. Mas felicidade que já passou não é felicidade hoje. Ao menos, para mim. A felicidade, na minha opinião, é hoje, agora, entre muitas outras coisas.
Por fim, os fatos mostram mais do que posso dizer. A felicidade é, de fato, única. E só eu posso entender o que me faz feliz. Portanto, mais uma vez, lei para garantir a busca da felicidade é o C....... com todo respeito.
Como se não bastassem todos os problemas que o governo já tem que resolver, estão arrumando mais um. O Senado quer garantir a felicidade como um direito de todos. A proposta da emenda constitucional do senador Cristovam Buarque já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça. Ora... quando a felicidade deixou de ser direito de todos? Ao que me parece, sua busca é, inclusive, o sentido da vida da maioria dos cidadãos, quiçá, de todos nós - cada um com sua maneira. Aliás, este "cada um com sua maneira" é pertinente. Se estão transformando a felicidade em lei - porque a lei defende "os direitos sociais dos cidadãos a busca da felicidade" -, o que não vai faltar é malandro alegando que fez o que fez "em busca da felicidade". Ah, vá!!!
A felicidade é um conceito indefinido! É um sentimento querido por todos, de forma unânime. Mas cada um sabe o que lhe faz feliz. Muitas pessoas encontram maneiras generosas, amorosas, samaritanas de ser feliz. Mas muitas pessoas, em contrapartida, buscam caminhos "errados", maus, vis, para saciar a tal busca da felicidade.
O que nos divide? Uma linha tenue, invisivel e desacreditada, abstrata, mitologica, sociologica, fraternal, genetica... Por que eu nao gosto de extremos? Porque os extremos fogem do meu controle, porque os extremos estao fora da minha zona de conforto. Quem eu seria para voce? Quem eu seria para mim? Quem eu seria nos extremos?
Nos extremos, ninguem se engana! Todo mundo eh o que eh. Quem eh bom, eh bom. Quem se importa, se importa. Quem eh coletivo, eh coletivo e quem eh singular, eh singular.
Hoje, eu disse: "Sei que eh errado falar isso, mas me incomoda tanto saber que eu pago a quantidade de imposto que eu pago para que alguem que nao trabalha tanto quanto eu possa aproveitar o retorno disso". Voce abandonaria o grupo para se salvar ou ficaria com ele para que tivesse certeza que fez o possivel para salvar a maioria?
Sem esforco, nao sabemos como agiriamos em situacoes extremas. Mas vale a tentativa de descobrir. Pode ser que voce nao aja conforme pensa que ajiria. Entao eh melhor pensar agora sobre o que eh correto ou nao para voce. Porque nao ha tempo de pensar em situacoes extremas. E, mesmo que elas nao acontecam sempre, o extremo mostra quem voce eh sempre, quem voce eh hoje, quem voce eh na vida. E voce pode nao estar percebendo o que realmente acontece ao seu redor.
Entao, paremos, pensemos e analisemos. Somos justos? Somos bons? O quanto isso importa para voce? Desde quando nos, humanos, dividimos territorio? Desde que passamos a existir? Desde quando definimos poder atraves de forca bruta? O egoismo eh natural ou social? Nunca estudei sobre isso, ou nao lembro de ter estudado. Mas, de forma leiga, eu diria que o ser humano eh mal e egoista por natureza. A bondade e o sentimento coletivo sao culturais.
Penso, entao que, se mudamos algo nao intrinseco, durante mais de 2000 anos, eh porque eh importante para nos que sejamos bons e coletivos. Eh inteligente pensar no todo. Nao sobreviveriamos sozinhos. Nao seriamos felizes sozinhos. Nao eh obvio?
Já tem um mês que começou a primavera. Mas ainda faltam três meses para chegar o verão. E, como forma de antecipar as metas de 2011 - que eu faço todo ano, mas nunca consigo cumprir -, resolvi estabelecer metas de curto prazo. Assim consigo adiantar algumas coisas, ao invés de deixar tudo para o ano que vem e também consigo testar a minha força de vontade. Afinal de contas, é sempre mais fácil garantir resultados em três meses, do que em dez (sempre eu não tenho certeza, mas na maioria das vezes e no meu caso)! Por isso, estabeleci para mim mesma duas metas, que prefiro não mencionar aqui quais são por serem muito particulares. Mas que eu dividiria tranquilamente se conseguisse alcançá-las. O que só saberemos no final do ano...
São exatas dez semanas daqui até o 2011. O que significa que será fácil de mensurar os resultados semanalmente. O que posso adiantar - até como forma de incentivo - é que eles têm a ver com hábitos relacionados à saúde do corpo e à saúde financeira.
Tenho muitas pessoas nas quais me inspirar, mas principalmente, entre elas, minha amiga que está no México, Camila Teicher. Ela é minha referência quando eu quero me espelhar em alguém que planeja e traça estratégias como ninguém! Não basta, é claro. Ela chega aos resultados que pretendia chegar e, em seguida, cria novos objetivos. Poderia ser melhor? Muito orgulho de você, Camila (e muita saudade também)! Minha mãe é outro exemplo que eu posso mencionar. Ela sempre consegue riscar de sua lista as principais metas! Nos últimos anos, perdi até a conta de quantas coisas ela conseguiu conquistar!
No meio-tempo, posso focar no que desejo para o 2011, assim não fico com metas que não são exatamente o que eu queria, mas sim aqueles desejos de última hora, de quem não se preparou para a virada do ano! Sempre acontece, Talvez por isso, eu sempre perco minha lista já no segundo mês...
Estava aqui em casa pensando nas coisas que me fazem feliz, quando passou na TV o comercial do Pao de Acucar... Sao varios filmes e todos falam sobre coisas que me fazem muito feliz! E provavelmente todas as outras pessoas tambem. Hoje ainda eh dia das criancas, podia ser mais especial que isso? O sol iluminou o Rio de Janeiro depois de incontaveis dias nublados!
O que me faz feliz? Cantar errado, pisar na areia, sentir o vento entrando pela janela do carro, ver o Rio de Janeiro de cima do aviao, beijar na boca do homem que eu amo, dormir, acordar, ver a Tangerina pedindo colo, o sorriso gratuito, o abraco apertado e um infinito de coisas que me proporcionam o sentimento quase indescritivel que eh a felicidade!
`A felicidade! `As criancas! ;) Feliz dia 12 de outubro!
Acabei de receber este e-mail. Minha primeira reação, sempre, é pensar que é mentira, difamação. Como jornalista, a segunda reação é apurar. Apurei e pelo que as pessoas que conhecem a professora Marília Martins me falaram, é absolutamente possível que sejam 100% reais as informações abaixo.
Como falar de imparcialidade? Como falar de certo e errado? Não, não. Vamos falar antes de educação, de pedagogia, vamos falar sobre o papel do professor na sala de aula. Vamos falar sobre o papel do professor e profissional de comunicação social, de jornalismo. Vamos falar sobre bom senso, sobre liberdade de expressão.
Vamos?
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Estudante de jornalismo, moradora de favela, ex-estagiária do Sisejufe é humilhada publicamente na PUC
Qua, 06 de Outubro de 2010 14:57
Todos esperamos ter liberdade para manifestar livremente pensamento, para compartilhar ideias e ideais. Sentimo-nos ultrajados, profundamente ofendidos, quando alguém tenta calar a voz dos que defendem causas justas.Quando apontam de forma distorcida ideias defendidas, sem partir para o debate, mas para ofensas pessoais. Jornalistas, estudantes de comunicação, comunicadores populares são, em geral, os mais críticos a situações dessa natureza. O que dizer, então, quando isso ocorre numa universidade conceituada, numa turma de Jornalismo? Como se sentir diante de uma professora que insulta, ofende, humilha um estudante em nome de uma tal “imparcialidade”? Que critica e impõe como verdade seus preconceitos?
Infelizmente, foi o que aconteceu na manhã do dia 5 de outubro, na turma de jornalismo, na aula de “Laboratório de Jornalismo Impresso” da professora Marília Martins. A instituição de ensino: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Precisamente às 7h daquele dia, os estudantes entravam em sala para receberem suas notas da primeira avaliação semestral. Ao entregar os trabalhos e as notas, a professora, dirigiu-se à turma e, de forma – no mínimo – deselegante, começou a proferir ofensas contra uma das alunas.
A estudante em questão é Gizele Martins, conhecida na mídia sindical,(tendo já sido inclusive nossa estagiária de comunicação), ativista dos movimentos sociais, com trabalho destacado na favela da Maré. Estudante do sétimo período de jornalismo, Gizele fez uma matéria sobre o direito à moradia, focando nas ocupações urbanas. O assunto havia sido previamente comunicado à professora, que autorizou a confecção da matéria.
Ao comentar sobre as avaliações, a professora disse que uma das alunas havia redigido uma matéria que, embora muito bem escrita, era “totalmente parcial”. Disse, ainda, que a estudante, que citou em seu texto o MST e o Movimento Sem Teto, em nenhum momento os considera “criminosos”. De acordo com relatos dos estudantes que assistiam à aula, a professora chegou a afirmar que “o que resta para esse tipo de jornalista que defende, que apóia criminoso, é a cadeia”. Ainda afirmou que os estudantes deveriam guardar seus diplomas, assim que o recebessem, “para ter uma cela de luxo na cadeia”.
E a professora não parou por aí. Chegou a afirmar que quem faz “esse tipo de jornalismo” (que defende causas sociais, que luta pelo interesse coletivo, que buscar trabalhar pela justiça social) “é parcial, criminoso, defensor do crime” e que o jornalista “deve ser processado, julgado por lei”. A turma, atônita, ouvia os absurdos. O que a professora fez, na opinião de advogados já consultados, pode configurar crime de difamação, haja vista que ela individualizou a aluna e afirmou publicamente que ela seria criminosa ao defender criminosos (os ativistas sociais que lutam por moradia). O que pode ensejar inclusive punição financeira à autora e à instituição pelos danos morais claramente configurados.
Para finalizar, Marília Martins afirmou ser defensora da liberdade de imprensa (perguntamos: qual liberdade?) e disse que a estudante Gizele nunca terá espaço nos grandes jornais e nem onde ela trabalha. Ao final dos insultos, a aluna retirou-se de sala, constrangida e aos prantos, tendo sido duramente atinginda em sua honra e humilhada publicamente.
Os estudantes de jornalismo da PUC-Rio, especialmente os que presenciaram os ataques da professora, estão se mobilizando para solicitar à direção da universidade, com apoio político de outros movimentos da PUC-Rio, punição à docente.
E nós, abaixo-assinados, repudiamos veementemente a postura da professora que não agiu com ética para com a estudante. Além da questão ética, completamente ausente no episódio, faltou à professora senso de responsabilidade, total desconhecimento da função social de um docente e do papel verdadeiro do jornalista. Esses profissionais, ao contrário do que costumam apregoar os “escolões”, não são meros “copiadores da realidade”. São agentes políticos e sociais importante, que atuam não só no campo da informação, mas também da formação. O jornalista não é um robô, mas um cidadão que tem direito (já que vivemos em uma democracia) de expressar a livre opinião – ainda que tenha que seguir, em geral, linhas editoriais bastante conservadoras quando trabalham na imprensa comercial – o que não é o caso de Gizele, que estava defendendo ideias políticas numa universidade.
Assim como faltaram elementos importantes na conduta da professora, também sobraram outros lamentáveis. Sobrou muito preconceito, sobrou desinformação, sobrou distorção da realidade, sobraram acusações indevidas, sobrou assédio moral. Sobrou humilhação à estudante, sobrou criminalização dos movimentos sociais e do jornalismo combativo que atua na defesa desses movimentos.
Para dizer NÃO a essa prática preconceituosa e para exigir medidas efetivas da direção da universidade – reconhecida por sua qualidade no ensino, tanto na graduação quanto na pós-graduação – para que situações como essa não voltem a se repetir numa instituição de ensino, que tem como papel fundamental estimular o debate e a livre circulação de ideias, é que nos manifestamos.
Solicitamos que também enviem esse manifesto para os seguintes mails:
Reitoria da PUC - reitoria@puc-rio.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Vice-reitor Acadêmico: - Prof. José Ricardo Bergmann
Vice-reitoria para Assuntos Comunitários - asampaio@puc-rio.br
Eu queria falar sobre politica, falar sobre o quanto o PMDB me irrita, o quanto eu fico indignada com a propaganda eleitoral, sobre a falta de respeito da Dilma e do Lula em evitar falar de assuntos importantes para a democracia, sobre a ma campanha do Jose Serra, sobre os votos da Marina que estao quase todos entre as classes A e B... ha muito o que falar sobre politica.
Mas a verdade eh que eu nao gosto mais de falar sobre isso nos meus momentos de diversao. A vida eh tao mais divertida quando a gente nao tem que falar sobre essas coisas. Eu sei que faz parte dos nossos deveres como cidadao e eu acho que faco minha parte.... mas hoje eh domingo e meu teclado ainda nao esta adaptado para o portugues, portanto eu nao tenho nem acento... Nao tem como falar de politica sem acento... eu nao vou ser levada a serio, como deveria...
Portanto, escolho nao falar sobre isso... pelo menor nao hoje.
Posso falar sobre os filmes da Warner... estava assistindo agora mesmo O Sorriso de Monalisa e agora comecou Um lugar chamado Nothing Hill... eu adoro a Julia Roberts, eh verdade. Os dois sao bosn filmes... medianos, mas bons. Voce nao fica com raiva dela por tratar o Hugh Grant tao mal? Ana Scott me irrita as vezes...
Posso falar tambem sobre o livro Comer, rezar, amar, da Liz Gilbet (para os mais intimos). Eu comecei a ler ha um tempo, fiquei apaixonada, indiquei para uma amiga, dei de presente para outra e nao consigo terminar. Sinto que estou perto do fim e aquele estado depressivo de fim de historia me impede.... Eu nao sou boa com despedidas. Elas me deixam constrangida e triste, as vezes. Ela ainda nem conheceu o brasileiro, mas o livro ja esta acumulando poeira ao lado da minha cama.
Posso falar tambem sobre as cartas que encontrei hoje do meu passado. Em 1999, quando voltei a morar em Macae depois de um ano no Rio de Janeiro, eu e Anelise trocavamos cartas toda semana. Contavamos sobre as coisas que aconteciam em nossas vidas e davamos opiniao e conselho uma para outra. Os problemas eram mais graves naquela epoca... oh, se nao eram!
Acho que vou fazer um chocolate quente... o domingo esta mais frio do que o previsto...
"eu te amo tanto que chega ate a doer" ... ele me disse antes de viajar. Eu ja havia sentido isso antes e sabia exatamente do que ele estava falando. Eh assim: voce ama tanto alguem que soh de pensar que esse alguem tem sentimentos, faz escolhas, vive, respira, sonha, vc sabe que ele nao eh seu, que ela nao eh sua, que a unica coisa que vc tem eh o que sente... e aih doi, porque a gente tem mania de querer possuir as coisas que a gente ama.
Eu o amo tanto que chega a doer! E eh uma dor que eu nao me importo em sentir, porque ele me ama igual. E isso eh o suficiente. Porque ele me liga e eu ligo para ele. Porque ele lembra de mim quando toca uma musica e eu lembro dele. Porque quando eu quero viajar, a primeira pessoa que penso ao meu lado eh ele e eu sei que acontece assim do lado de lah tambem. Entao, o que tem demais sentir uma dorzinha por amar tanto?! Eh ate bom!
Eh bom porque eh uma dor simbolica! Porque o que a gente sente mesmo eh vontade de chegar logo em casa, para poder contar um ao outro como foi o dia, para poder namorar, poder ir jantar naquele restaurante legal que nos conhecemos juntos... Ah, eu poderia falar por horas sobre todas as coisas que ele faz que me deixam feliz, sobre as coisas que fazemos juntos que me deixam feliz!
Eu o amo tanto, mas tanto, que comemorar dois anos de casamento eh ate engracado. O que sao dois anos, perto de tudo o que esperamos viver juntos?!
Ele sabe que eu amo ganhar presente, mas ele tem que saber que eh verdade quando eu digo que ele eh o meu maior presente! E eu nao desejo mais nada, alem do que eu vivo hoje, a nao ser continuar vivendo esse amor! Te amo, Tchutchu!! Feliz aniversario de dois anos de casamento!!!
Hoje estava pensando em como seria uma vida perfeita, tipo Alternativa Saude, sabe? E acho que eh perfeitamente possivel. Eu consigo acordar cedo, tomar um cafe da manha saudavel, ler o jornal antes de sair de casa, brincar com minha cadelinha, arrumar a cama e sair de casa no horario, bem arrumada, com maquiagem pronta. Por que deixar para fazer a maquiagem quando chegar no trabalho? Por que comer pao frances ao inves de uma torrada integral com queijo Minas e uma fruta para acompanhar? Ok! Primeira parte do dia checked!
Sigo para o trabalho, lendo minha revistas no trajeto ou ouvindo musica. Nada de dormir no onibus! Alem de estar a maquiagem, eh um tempo que nao deve ser dedicado ao ocio, ja que sao 1h30min para ir e o mesmo tempo para voltar. Ler eh sempre a melhor opcao para este momento. Seja revista, livro ou apostilas, eh primordial que este tempo seja gasto com a area artistica.
No trabalho, tudo vai bem. Mas eh importante que as redes sociais sejam colocadas em segundo plano. A distracao sempre vai estar presente, portanto eh preciso que eu use meu bom senso para me policiar. Na hora do almoco, proteina, carboidrato e verduras. Nada de bebidas ao mesmo tempo. Todo mundo sabe que nao faz bem. Sobremesa? Soh se for fruta. O lanche da tarde eh bom para espairecer, mas nada de pao frances. Ele eh um veneno - delicioso - que deve ser evitado com todas as minhas forcas! Foco nas frutas e nos sucos!
Na volta para casa, mais leitura. Troco de roupa e vou para a academia, onde corro e faco musculacao para garantir que nao vou ter problemas na corrida. Chego em casa cansada, preparo meu almoco para o dia seguinte, assisto um pouco de TV e vou dormir.
Pronto! Possivel, nao eh? Tudo o que eu preciso fazer eh dar o primeiro passo! E garantir os passos seguintes! Nada de desistir! Eu soh tenho a ganhar ao seguir meu cronograma perfeito!!! =)
Olha que legal esta campanha! A Fundação do Câncer de Mama de Singapura, questiona se as mulheres têm se preocupado com as coisas certas! A artista Yang Soo pintou o corpo das modelos e o fotógrafo Allan NG as fotografou para o material da campanha. A ideia é mostrar que talvez as mulheres devessem focar seus esforços para estar sempre bonita em outros assuntos, como a prevenção do câncer de mama e seu diagnóstico precoce, que podem salvar milhões de vidas!
O ZoaSom da Rádio MEC AM 800Mhz convida os Satélites na Babilônia!!
O programa vai ao ar no dia 09 de setembro, quinta-feira. A transmissão é ao vivo, de 17h às 18h, com platéia de 70 lugares e distribuição de senhas a partir das 16h30 (ou seja, ENTRADA FRANCA, GRATUITA, DE GRAÇA, 0800, e assim vai...). Quem trabalha no centro, pode falar pro chefe que vai ao banheiro e dá um pulinho lá no auditório! É uma horinha só, de graça e muito divertido!
O auditório fica na Praça da República, 141 - Centro. Para escutar, sintonize na Rádio MEC AM 800 mHz ou acesse o site www.zoasom.com
MUITO OBRIGADO GALERAAAA!!!
IMPORTANTE! :: Lembramos que não é permitido o acesso de homens trajando bermuda, camisa regata e chinelo. Às mulheres fica vedado o acesso em trajes de banho ou short.
Nós aprendemos, desde sempre, que as coisas boas atraem coisas boas. E vice-versa. Certo? Mas por que achamos tão difícil aplicar isso no dia a dia? A verdade é que somos muitos egoístas e achamos que o mundo tem que entender sempre pelo que estamos passando. Se estamos ansiosos, nervosos, com medo, achamos que todo mundo tem a obrigação de saber. E não só isso, saber e se adaptar ao nosso humor.
Uma palavra, um gesto podem mudar TUDO! Já experimentou dar bom dia, de forma sorridente, para alguém que passa por você com a expressão preocupada/antipática? Pois tente e você verá que um sorriso faz milagres! Achei esse quadrinho num site hoje de manhã. Vale a pena levar tudo isso em consideração...
Algumas pessoas vao vivendo... outras ficam pensando nos pqs da vida... Acho que eu me encaixo mais nessa segunda opcao. Hoje fiquei pensando em como as coisas mudaram, no quanto as pessoas estao conectadas. Eh como se vivessemos duas vidas. E eh tao bom estar no mundo virtual que em alguns anos as pessoas ficarao em casa, trancadas, "vivendo" em frente a tela do seu ipad, com sua internet super fast. Hoje em dia as coisas acontecem mais ou menos assim: se vc chama amigos com smartphones para tomar um chopp, eles ficam 30% do tempo com vc, na mesa. E os outros 70% do tempo, respondendo algo em suas redes sociais pelo celular.
Todo mundo sabe que eh assim... problema com isso? Se eu estiver com o meu smartphone tb, problema nenhum.
Eu nao julgo. Eu tive meu momento com o Blackberry e eu sei o quanto eu gostava. Mas, muitas vezes, as pessoas que estavam ao meu redor nao tinham a mesma visao da coisa. E nao eh soh isso. Eu mesma olho hoje para os momentos em que eu estava conectada o tempo inteiro e vejo que deixava de fazer muitas coisas na vida real, que sao mais interessantes, mais felizes e mais saudaveis... A questao eh que ainda nao comprovaram bem como, nem porque, mas essas coisas viciam...
Eu tive que aprender a viver sem ele. E aprendi. Sei que assim que eu tiver uma oportunidade, vou comprar outro smartphone. Mas tenho que aprender a conviver com ele, sem deixar minha vida real de lado. E muitas pessoas podem achar essa discussao boba, mas eh seria. Nao tem coisa melhor que andar na praia pela manha, dar um mergulho no verao, comer fondue no inverno.... e sao coisas que vc - ainda - nao pode fazer atraves do seu celular.
Mas quando eu comecei a escrever esse post, nao era esse rumo que eu queria tomar.... "Be cool" foi porque eu fiquei pensando nas coisas que sao mais populares no Twitter e no Facebook.... e, incontestavelmente, as besteiras que as pessoas escrevem sao muito, mas muito mais comentadas do que as coisas interessantes. Das duas uma, ou as pessoas tem preguica de ler as coisas interessantes, ou elas realmente nao tem nada a comentar sobre isso.
Algum problema? Para mim, nenhum. Eu acho que importante eh o que as pessoas escolhem que seja importante. E pronto. Mas que eh, no minimo, interessante, eh.
No mais... estou com teclado sem acentos... por enquanto... mas imagino que tenha sido clara, independente disso.
É em nome de muitos que expresso aqui minha indignação, de estar vivendo essa mudança decadente que Macaé vem sofrendo ao longo desses anos. Em nome desses que, assim como eu, cresceram aqui e sentem dia após dia o sufoco de ver a paz dizer adeus às nossas vidas.
Macaé foi dominada por um estado ilusório de “progresso” onde as pessoas se deixam contaminar pela famosa doença do mundo moderno: a cegueira. Ninguém enxerga a realidade, estamos num breu só. Por que ninguém vê que não vale à pena deixarmos que esse capitalismo selvagem invada nossas vidas de forma tão destruidora?
Macaé é rica em muitos aspectos e possui capital suficiente pra ser uma cidade exemplar, principalmente quando se trata de sua preservação. Mas a ganância que ronda o poder político local é monstruosamente predominante. O petróleo foi a causa maior das mudanças da cidade, trazendo firmas e pessoas de todos os lugares atrás da mina de ouro.
Uma prefeitura digna se preocuparia em oferecer cursos profissionalizantes para a população local e principalmente em fiscalizar tais firmas para com suas obrigações em favor do município, principalmente com relação ao meio ambiente. Mas isso não acontece. Macaé cresceu desordenadamente em função do petróleo, sem que houvesse nenhum investimento em prol do cidadão e infra-estrutura da cidade.
Uma cidade que amamos muito, onde crescemos! Onde um dia já vivemos em paz e podíamos desfrutar de nossas belezas naturais! Podíamos tomar banho na lagoa de Imboassica sem correr riscos sérios de saúde, sem falar na pesca que era rica e saudável. Os projetos de tratamento prometidos pela prefeitura pelo visto foram apenas mais promessas!
E como se já não fosse suficiente, foi implantado recentemente um sistema de macro-drenagem onde as imundas águas da chuva que lavam toda a cidade correm direto pra lagoa, poluindo cada vez mais e levando a seu fim. E pensar que a praia do pecado era um local preservado, silencioso e pouco habitado. Hoje é invadido por hotéis, prédios, e só se escuta o barulho infernal das contínuas obras.
Quem frequenta sabe que continua lindo de se ver, mas quem ama sabe que não há natureza que resista a tanta invasão material e seus impactos causados. Pobre do nosso pecado...um dia já foi respeitado.
E a praia dos cavaleiros? Chora o esgoto que corre por suas areias... Por que somos obrigados a aceitar tudo isso? Nossa natureza é o melhor que temos e é o que garante nossa qualidade de vida em meio a esse caos urbano. É onde praticamos esportes, nos proporcionando lazer e bem estar.
Além dessa degradação ambiental, existe ainda a violência gerada por uma enorme desigualdade social, onde uns morrem de fome e outros morrem de medo. Esse medo, que já vem se tornando um pavor, de andar nas ruas de uma cidade onde há poucos anos eram o quintal de casa, onde podíamos brincar livremente.
Hoje as ruas de nossos bairros são rodeadas de assaltantes, frutos dessa sociedade injusta e desigual.
E o sistema de transporte?? Péssimo!! Quem não tem carro em Macaé vive à mercê de um sistema tenebroso e vergonhoso onde os ônibus são super lotados e se perde mais de 40 minutos esperando por um.
Perdemos a liberdade e a tranquilidade de viver numa pequena cidade da Região dos Lagos, onde o estresse e o terror já fazem parte do nosso cotidiano. Tudo isso por quê? Por causa da ganância e corrupção que nos rodeia ferozmente!! Que progresso é esse? Que progresso é esse que só traz violência, poluição e corrupção? Deveríamos progredir sim, mas como seres humanos. Deveríamos estar vacinados contra essa cegueira e ter a plena consciência de que estamos num verdadeiro caos, e precisamos de mudanças extremas.
Chega de alienação, precisamos nos conscientizar!! Nossa natureza e nossa paz são as maiores riquezas que temos, que vêm sendo brutalmente arrancadas de nós.
O que será daqui pra frente? Será que precisaremos ir embora pra que nossos filhos tenham uma infância digna de ser vivida assim como tivemos?
Acho que o mínimo que todo cidadão merece de uma pequena cidade situada no litoral é respeito e qualidade de vida. Pelo menos isso, por favor!! Quem ama Macaé, não só tem esperanças de uma nova consciência política que está por vir, mas acredita que ela já existe e gostaria de conhecê-la.
Acrescento aqui dois dizeres de extrema importância para esse desabafo:
"Quando a última árvore tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come."
(Greenpeace)
"No mundo há riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para alimentar a ganância de cada um".
... e por isso, poupo minhas palavras. Evito o evitável e levo adiante o que eu acredito. E, o principal de todo o aprendizado é que agora, na maior parte das vezes, evito o inevitável de levar adiante o que eu acredito. Que vantagem, hein! Essa é só para as pessoas que aprenderam a viver na hipocrisia. A viver no mundo onde não se pode ser o que é, porque isso seria complicado demais.... Ahn? Sim, seria complicado demais. É melhor ser o que os outros esperam, correr menos riscos, afinal de contas, viver no limite não está com nada.
Limite? Relativo. Vai do bom senso de cada um, que, aliás, quanto maior, menor o limite. Sim, porque é preciso aprender a viver em sociedade. Sabe aquela mentirinha? Não faz mal nenhum. Mal faz falar a verdade o tempo todo. Ninguém precisa dela.
Mas bah! Como diriam meus amigos gaúchos.
Agora que eu sei bem mais do que antes, penso mais, descubro mais, mas falo menos. Que coisa! Não imaginava que seria assim. A razão me amarra, tampa minha boca com silver tape e me ameaça de todas as formas. Logo ela, que até pouco tempo era minha principal aliada.
Emoção, cadê você? A cada ano que passa, menos de você fica em mim e mais da sua "amiga" aparece. Se eu soubesse....teria lido a coleção completa de Paulo Coelho e todos os outros livros de auto-ajuda do meracdo. È... porque eles, sim, incentivam que você fale. "Coloca tudo para fora, não engula sapos, fique livre de sua gastrite!"...
Num surto de exagero, eu poderia dizer que tem um brejo dentro de mim. Mas a realidade me mostra um brejo dentro das pessoas mais sensatas. É, estou neste meio.
Mas sensatez sempre foi minha arma contra a irresponsabilidade alheia! Ó céus! Detesto dilemas...
E quando eu digo que vou fazer somente o que me beneficia, as pessoas acham que eu sou egoísta... isso é bem relativo.
Finalmente, depois de mais de um ano com muito esforço, hoje é meu último dia de aula na pós-graduação (CBA Marketing - IBMEC RJ)! O TCC já entreguei (felizzz) e já recebi a nota (mais felizzzz)! Mas ainda tenho que entregar um trabalho para Pesquisa de Mercado e Comportamento do Consumidor!
Se você tem filho de até 13 anos, pode me ajudar a finalizar a pós com chave de ouro participando da pesquisa que eu e meu grupo produzimos! É só clicar neste link PARTICIPE DA PESQUISA E ME FAÇA MAIS FELIZ =) e disponibilizar de cerca de 5 minutos para responder ao questionário!
O tempo tem passado tão rápido que quando eu penso em outras fases da minha vida, tenho a sensação de que eram, na verdade, outras vidas. Minha infância parece tão distante, que não parece ter sido há "somente" 20 anos. A separação dos meus pais quando eu tinha 7 anos, minha mudança de cidade quando eu tinha 9, a morte dos meus avós quando eu tinha 11, 12... Meu primeiro namorado, minha adolescência, o segundo grau, as festas até de manhã, o início da faculdade... Tudo parece fazer parte de outra vida!
Há pessoas que fizeram parte da minha vida e fazem até hoje. E há aquelas que eu nunca mais vi. Meus professores de dança, meus amigos da gincana, ex-namorados, colegas de classe. Pessoas que de alguma maneira foram muito importantes para formar quem eu sou hoje.
O interessante é perceber que, apesar da memória parecer distante, há aprendizados que parecem recentes, independente de quanto tempo atrás eles aconteceram. Noções sobre verdade e mentira, certo e errado, ética, bom senso... essas coisas ficam, para sempre, mesmo tendo muito tempo que nós tivemos o primeiro contato. Aprendi tudo com as pessoas, vivendo. É claro, grande parte através da educação que recebi em casa. Mas muitas, muitas coisas aprendi vivendo, independente de qualquer teoria que minha mãe possa ter tentado passar.
E saudade é um conceito estranho. Hoje ri sozinha, pensando que estou morrendo de saudade da minha mãe, porque sei que ela vai ficar 4 semanas fora. Sendo que eu estou acostumada a ficar longe dela, porque não moramos juntas há 8 anos. Mas o fato de eu saber que ela não estará aqui comigo nas próximas 4 semanas, faz com que eu antecipe a saudade e a maximize.
Eu sinto saudade das coisas que vivi e das pessoas que passaram pela minha vida. Mas não queria as pessoas, nem as coisas de volta, do jeito que já foram um dia. Porque as coisas mudam, as pessoas mudam, eu mudo. Eu quero o hoje, quero sentir, quero viver o hoje. E a saudade, essa saudade, fica como uma coisa boa, de alguma coisa que já foi melhor ainda um dia.
E eu fico feliz de poder ter uma breve noção do que é ter conhecimento sobre uma outra vida. Você sabe o que aconteceu, você lembra o que aconteceu, mas é algo que já não existe mais. Pelo menos não nessa vida de hoje, que sempre será diferente da de ontem e da de amanhã.
Às pessoas que ficam, felicidades! É bom tê-las por perto! E que seja eterno enquanto dure!
Nós reclamamos. Sim, nós reclamamos bastante da vida. Sempre achamos que poderia estar - melhor, pior?! - diferente. Pensamos que não devíamos ter falado aquilo ou devíamos ter feito tal coisa diferente. Simulamos histórias com mil possibilidades, mas na hora de vivê-las não escolhemos nenhuma delas. Projetamos um futuro e agimos como se o plano fosse outro. Vai entender. Mas o que me intriga é que nós reclamamos.
Porque, é claro, essas coisas acontecem - com todo mundo e tenho dito. Mas uma coisa é elas acontecerem, outra é nós deixarmos que elas aconteçam. Afinal de contas, não somos nós que estamos aqui fazendo todas as escolhas?! Tem gente que tem preconceito, não gosta de Paulo Coelho. Eu entendo que o fato dele lidar com ficção como se fosse tudo verdade incomoda muitas pessoas. E entendo também que uma das maiores graças da leitura e das histórias contadas são as coisas que o autor deixa de dizer... e ele, convenhamos, diz tudo. Mas li na Revista O Globo da semana passada seu texto sobre o Aleph (só alguns dias depois soube que era seu livro recém-lançado).
Por que trazê-lo para a conversa? Porque Aleph é um resumo do que deveríamos ser/fazer/viver. Foi mencionado também no livro - que ainda não terminei - Comer, Rezar, Amar. E, sim, é mencionado em 99% dos livros de auto-ajuda. Porque é tão básico! Viver o hoje, celebrar o fato de estarmos aqui, agora. Não focarmos nossos pensamentos no que aconteceu ou no que pode acontecer. Não tenho propriedade para dizer se é um mal desta geração, ou da humanidade. Se sempre existiu ou se é algo de agora. Mas é um mal. Todos nós gastamos muito do nosso tempo vivendo momentos que não são o agora.
Viver agora é abster-se de qualquer culpa que você possa querer, um dia, colocar em si próprio. Se perguntarem "mas aonde você estava que não viu isso acontecer"?! Você poderá dizer, com calma e certeza de que nada mais poderia ser feito, "eu estava vivendo".
Mas não era disso que eu queria falar. Eu queria falar sobre pessoas. A cada dia que passa eu tenho mais certeza de que elas são a razão de vivermos. Eu já escrevi aqui sobre isso, sobre não conseguirmos viver em paz na solidão. Não falo de homem e mulher, falo de pessoas... mesmo! Tenho conhecido pessoas muito legais, como há algum tempo não conhecia. Pessoas que você sabe que têm a acrescentar na sua vida. Você muda sua rotina, muda os lugares que frequenta e conhece um mundo novo. E eu estou gostando desse mundo novo.
Nós somos todos iguais, só queremos dividir nossas experiências e viver novas... com pessoas. Conhecer, aprender, rir, chorar, ouvir, falar... para pessoas. E é por isso que hoje eu aproveito o espaço do blog para propor um brinde às pessoas. E um brinde ao agora. Que saibamos valorizá-los e saibamos que sem eles, nossa vida não é nada!
Eu adoro trabalhar com música. Mas minha chefe não gosta. Então, quando ela não está aqui, eu pergunto às meninas se elas concordam, e sempre colocamos playlists legais! Quase sempre optamos pelo Stereo Mood. Mas às vezes também escutamos através da Rádio Uol ou através do You Tube. Mas esse último é raro, já que temos que escolher uma música de cada vez. Não é tão prático. Fora isso, outro lugar que sempre coloca músicas legais para jogo é o Adoro! Farm e a Urban Outfitters. Nem preciso dizer que as playlists são o máximo, né?
Além disso, tem vários artistas que disponibilizam playlists deles em seus próprios sites. O Los Hermanos fazia isso (ainda está no ar, é só clicar em cima do nome da banda). Quem faz também é a banda She & Him, da Zooey Deschanel.
A verdade é que música faz parte da minha vida! Imagino que seja assim para muita gente!! Mas eu realmente não consigo viver sem ela. Acho que tem a ver com o fato de eu achar que minha vida é um filme. Sim, eu acho, tipo O Show de Truman, sabe? Eu acordo escutando música, saio de casa escutando música, fico no ônibus escutando música, no trabalho, quando posso, vocês sabem...
Sim, estou triste porque o Brasil saiu da Copa. Mas não quero falar disso, ok?
O meu é libra. E a Marie Claire diz que meus pontos fortes, por isso, são que eu sou "calma, sensata e bem educada, busco harmonia e tranquilidade nos ambientes em que estou". O que faz sentido. Mas pode estar me custando uma gastrite nervosa. Hoje tive consulta no gastroenterologista e foi o que a médica me falou. Não, ela não falou sobre o meu ascendente. Ela falou sobre a gastrite nervosa, como era chamada antigamente, mas tem um nome, usado por médicos, que é Dispepsia.
Mais tarde, conversando com a minha mãe, ela disse que este é um problema comum e que muitas vezes nós não identificamos o que está nos deixando preocupados, ansiosos. Aí lembrei que na consulta, a médica perguntou se eu estava passando por alguma fase complicada, por algum momento de stress e eu disse que não. Aliás, que desde que tinha entrado na Contexto Assessoria, que é onde trabalho hoje, tudo estava muito tranquilo.
Mas depois de ter conversado com minha mãe, fiquei pensando nas minhas angústias pessoais. Aquelas que eu não costumo conversar com as pessoas. Sim, pode parecer, principalmente para as pessoas mais próximas, que eu converso tudo com elas. Mas, não. Minha cabeça pensa numa velocidade muito maior do que eu poderia falar.
Inúmeras vezes, inclusive, eu gostaria de escrever sobre coisas que penso. Mas não tenho a chance e acabam ficando somente no meu pensamento. Por isso que eu digo, a memória é uma das coisas mais preciosas na minha vida. E deveria ser na vida de todo mundo.
Mas, voltando ao ascendente... "... o ascendente é a forma que o mundo nos enxerga, então, por mais que você esteja explodindo de raiva ou angustiada, irá demonstrar um ar de equilíbrio". Sim, deciframos o enigma. Aumentaram as chances de ser Gastrite Nervosa, ou Dispepsia, meu problema. Sim, porque ainda não temos certeza. Tenho que fazer os exames...
Em outro momento, a revista diz que "(...) eu me preocupo em estar sendo adequada". Ela não poderia descrever quem eu sou em uma frase menor! Coube como uma luva, eu posso dizer com absoluta certeza.
E digo mais, não seria esse, exatamente, o motivo das minhas "preocupações". A questão é que estas características estão tão atreladas a mim, que eu nem as enxergo mais como um motivo de stress, preocupação ou ansiedade. São quem eu sou. Não é isso?
E diz que as pessoas de água, como o Igor, que é de Câncer, "poderão nunca entender sua racionalidade". E ele, de fato, fica perplexo.
E tem gente que não acredita em Horóscopo...
OBS. A imagem dos passarinhos é só porque eu achei bonita... não tem relação NENHUMA, é claro, com o texto. Pelo menos racionalmente. Talvez meu subconsciente esteja tentando me dizer algo. Mas, se eu soubesse o que era, não seria subconsciente, mas consciente.
Tem aquelas coisas que a gente nunca se esquece. Boas e ruins. Eu nunca me esqueço do dia que a tia Mônica, mãe da Camila, nos disse que "tudo na vida tem seu lado bom. TUDO". Nunca me esqueço do dia em que eu percebi que mentir era trabalhoso demais e resolvi que "sempre" falaria a verdade. Outra dessas coisas que eu sempre me lembro, é uma conversa que eu tive com o Rafa B., quando ele me disse que sempre tinha um projeto. Quando ele atingia alguma meta, já criava outra. Eu lembro de ter dito algo do tipo "nossa, eu queria muito ser assim". Não que eu não faça projetos. Eu faço. Um monte. A questão é que eles são tantos, que eu acabo não me prendendo a nenhum deles.
Eu não planejei casar. Nem comprar um apartamento. Nem um carro. Não planejei ficar seis meses nos Estados Unidos, não planejei morar no Rio de Janeiro, nem fazer pós-graduação em Marketing. As principais coisas que aconteceram na minha vida, simplesmente aconteceram.
Foi questão de semanas desde o momento em que eu decidi viajar e o momento em que eu viajei. Foi no dia que eu conheci o Igor que eu decidi que o namoraria e em coisa de algumas semanas, estávamos ficando pela primeira vez. Eu caí de paraquedas em uma empresa de assessoria de imprensa e escolhi a pós em marketing pelo Ibmec por motivos diferentes dos que eu avaliei para finalizar a pós.
E aí, como vocês sabem, eu assisti ao filme Julie & Julia. E estou lendo o livro Eat, Pray, Love, onde ela também fez um planejamento de um ano.
E eu resolvi que eu quero fazer um planejamento também.
Aí comecei a pensar o que poderia planejar. Sobre minha vida profissional? Sobre minha vida pessoal? Sobre meu casamento? O que os dois exemplos que eu citei, do filme e do livro, têm em comum? Eles têm em comum o "descompromisso". No filme, ela faz seu projeto quase que de brincadeira. Para encontrar felicidade no seu dia a dia. Um propósito. Um projeto que fosse só dela, do qual ela poderia se orgulhar. No livro, ela consegue unir o útil ao agradável. Viajar a trabalho. Mas para fazer o quê? Sim, ela tinha liberdade. Ela poderia fazer o que quisesse. Contanto que tivesse uma história interessante para contar ao final de 12 meses.
Foi através dessa avaliação, que eu decidi que quero fazer um projeto relacionado aos meus momentos de prazer. Quem sabe ele não dá tão certo que rende um livro? Ou um roteiro? Ou, na menos prepotente das hipóteses, que renda boas lembranças?
Estou aberta a boas ideias. Só para vocês saberem a que pé andam meus pensamentos... tenho duas coisas em mente. Uma delas é um projeto esportivo. No ano passado, comecei a levar a corrida mais a sério. Em todas as provas que me inscrevi, corri 5km. Em 2010, já consegui completar 10km, na mesma velocidade que completei os 5. Um grande passo. Ano que vem, correria as 10 milhas da Mizuno, aumentando os km para 16. Em 2012, correria minha primeira meia-maratona (21km), E em 2013, correria minha primeira maratona, aos 28 anos.
Outro projeto - audacioso, mas interessante - seria o de conhecer o Brasil em 24 meses, um mês visitando cada estado, tirando Rio de Janeiro e São Paulo da lista. Nos lugares que já visitei, visitaria outras cidades. Seria um investimento, mas que valeria - muito - a pena.
Bom, aceito sugestões. Como vocês podem ver, o céu é o limite. As possibilidades, a gente avalia depois. A ideia é o que importa agora! Se quiserem me mandar por e-mail, melhor ainda: juliagscosta@gmail.com