terça-feira, 1 de junho de 2010
♥ Do RJ para você ! ♥
Sim, ainda há resquícios do telefone roubado. Uma leve tristeza de não ter mais a conexão 24/7. Como aprendi já há muitos anos, há males que vem para o bem. Imagino que já tenha dito antes, mas é ou não é o melhor clichê ever? Acabei passando realmente o final de semana longe da World Wide Web e tive momentos felizes, de reencontros e desencontros como há muito não vivia.
No sábado, fiz três programas culturais com minha soul mate Camila Teicher, que viaja para o México em algumas semanas. Fomos à exposição World Press Photo, na Caixa Cultural. Como esperávamos, valeu muito a pena. As imagens da categoria cotidiano são um tanto depressivas, tristes, ensanguentadas... mas há muitas imagens bonitas. Além disso, é uma aula de história contemporânea e ciências sociais! Basta sair de lá com os principais eventos anotados num bloquinho, fazer uma pesquisa no nosso querido Google, para estar a par de tudo o que tem acontecido na nossa bola de gude gigante.
Depois fomos ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) para a exposição Rebelião em Silêncio, de Rebecca Horn. Valeu muito a pena. Principalmente pelas sensações que ela oferece nas obras. Mas tem que ver até o final. Não vale não esperar a cena do piano!
Partimos de lá para o shopping da Gávea, onde fomos assistir ao filme de Woody Allen, Whatever Works, ou, para quem prefere os títulos em português, Tudo pode dar certo. Sabe que não poderia vir em hora mais perfeita? Estava no contexto de muitas das nossas conversas nesse sábado agitado e muitos dos meus pensamentos, principalmente depois do assalto. Vale a pena assistir.
Antes disso, na sexta, quando estava voltando para casa, resolvi parar na locadora e alugar o filme Banquete de Amor. Eu sei, o nome é horrível e parece título de comédia romântica bem ruim. Mas não é. Quem me indicou, por incrível que pareça, foi um homem, meu marido. Disse que assistiu dia desses num vôo e disse ter certeza que eu gostaria. É claro, estava certo. O filme fala sobre o que eu diria que foi o meu pensamento da semana. Não importa quanta dor vem junto, viver é sempre uma dádiva e sempre vale a pena.
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Um comentário:
É isso aí, Julia...cara, essas risadas que a gente deu esse dia pra mim são o tipo de coisa que compõe esse "valer a pena". O lance definitivamente não é buscar "A" felicidade. O lance investir em whatever works...né?
Beijos!
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