quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

A long december

Essa música não tem nada a ver com o momento que eu estou vivendo agora! O cara está completamente sozinho, se sentindo sozinho, no inverno, abandonado... rs Mas o título dela é CERTAMENTE atual para mim. Dezembro foi, talvez, o mês mais longo do ano. Demorou demais para passar! Finalmente, último dia! Amanhã um ciclo novinho começa! ;) Que bom!

A long December and there's reason to believe
Maybe this year will be better than the last
I can't remember the last thing that you said as you were leaving
Oh the days go by so fast
And it's one more day up in the canyons
And it's one more night in Hollywood
If you think that I could be forgiven I wish you would
The smell of hospitals in winter
And the feeling that it's all a lot of oysters, but no pearls
All at once you look across a crowded room
To see the way that light attaches to a girl
And it's one more day up in the canyons
And it's one more night in Hollywood
If you think you might come to California
I think you should
Drove up to Hillside Manor sometime after 2 a.m.
And talked a little while about the year
I guess the winter makes you laugh a little slower
Makes you talk a little lower about the things you could not show her
And it's been a long December and there's reason to believe
Maybe this year will be better than the last
I can't remember all the times I tried to tell myself
To hold on to these moments as they pass
And it's one more day up in the canyon
And it's one more night in Hollywood
It's been so long since I've seen the ocean
I guess I should

sábado, 13 de dezembro de 2008

Mares e rios

Como já disse aqui anteriormente, sempre lembro dos meus sonhos. Sempre lembro, no momento em que eu acordo e, quando eles sção fortes ou eu acho que podem significar alguma coisa, penso neles o dia inteiro. Mas raramente de um dia para o outro, porque geralmente sonho de novo algo significativo e acabo esquecendo os que já passaram.

Mas é a segunda vez nessa semana que sonho com água. O primeiro sonho foi o encontro do rio com o mar, bem conturbado, como acontece nas pororocas no rio Amazonas. Na segunda vez, um rio que, a princípio, parecia um mar, mas depois ficpu bem clara a imagem do rio, com uma correnteza fortíssima, que gerava até mesmo ondas. Eu vi uma amiga caindo no rio, que eu tentei segurar antes dela cair, mas não consegui. Nos dois casos a água era turva, como se estivesse com lama ou algo assim.

Procurei definições na internet, em páginas que exibem os significados dos sonhos e, como previsto, não encontrei as melhores previsões. Eu acredito mais, porém, que o sonho seja um reflexo do que já estou vivendo, que, é claro, tem conseqüência direta com o que está por vir.

Os últimos dias têm sido muito agitados. Como eu disse antes, a última semana foi loucas e eu tenho um problema com final de ano que não é de hoje. Então pode ser que tudo junto esteja causando esse efeito em mim.

Lembro que há dois anos, nesse mesmo período, eu estava passando por uma situação ainda pior que essa. E me perguntava por quanto tempo aquilo iria durar. Passou rápido, mais rápido do que eu esperava.

Ouvi em algum lugar que nossa vida tem ciclos, onde a cada 3 anos passamos por um momento turbulento. Eu acredito na teoria, exceto pela periodicidade. Acho que, no meu caso, são 2 anos. Estamos no final de 2008 e há exatamente dois anos, eu passava por uma situação muito similar, no campo profissional. Dois anos antes, em 2004, minha vida mudou completamente! Eu fiz escolhas que, de forma extremamente clara, influenciaram em sue principal curso.

E em 2002 foi o ano que eu entrei na faculdade, onde toda essa louca vida começou.

Espero sobreviver por essa fase. Tenho certeza que vou. Mas esses significados dos sonhos, abaixo, realmente me assustam.

Rio
"Considera-se o rio como o símbolo do curso da vida do sonhador. Se o rio for conturbado, a vida será tumultuada. Ver o rio sair do leito é uma ameaça de perigos. Lamacento, negócios tão confusos quanto eles. Cair no rio, é sinal de azar por perto. De água suja- contrariedades e desentendimentos com a pessoa amada."

Mar
"Ver um mar agitado e turvo faz-se prever aborrecimentos e dor. Deixar- se submergir pelo mar prova que se deixa transbordar na existência. As águas do mar reflete um desejo de libertação inconsciente, cuja profundeza corresponde à profundeza do mar. E ver-se afogando no mar, trata-se de um desejo de se desembaraçar de aborrecimentos. Como o mar representa travessias, sonhos com ele podem representar um desejo de renovação."

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

In the arms of the angel

A última semana foi louca. Parecia que eu estava na faculdade de novo.. quando todos os questionamentos começam a aparecer... acho que ainda estou me sentindo um pouco assim. Consegui me matricular nos cursos que eu queria e agora espero que eu consiga terminar todos.

Acho que as coisas sempre vão ser pior do que a gente espera... e quando elas passam, a gente consegue ver que não era tão ruim assim. Já perdi as contas de quantas vezes senti isso. Não sei se o erro é no presente, quando a gente acha que é difícil, mas não é... ou se é no futuro, quando a gente acha que é mais fácil do que realmente é, ou era..

Mas foi uma semana difícil. Onde eu tive que dizer para mim mesma "eu não me importo". Eu só quero sentir que a vida, a minha vida está sob meu controle novamente. Não quero deixar de sentir isso. Não quero deixar que a minha vida seja controlada por fatores que não são decididos por mim.

É um daqueles momentos onde você tem que se desprender de tudo o que conquistou, para conseguir retomar no caminho que queria seguir, in first place. As coisas ainda não se ajustaram completamente. Mas eu tenho certeza, absoluta, que vai dar tudo certo no final.

domingo, 30 de novembro de 2008

A mirror in my way

É bom ter um espelho no caminho porque, por mais que ele esteja ali todos os dias e você se olhe nele quase sem querer, uma hora ou outra você olha e vê de outro jeito. Hoje estava passando em frente ao espelho da sala e vi minha vida, como ela é hoje, refletida naquele 1m x 1m de comprimento. Vi que não era brincadeira... eu estava ali, na minha casa, aproveitando a tarde de domingo com meu marido para não fazer nada, ver televisão, almoçar comida caseira e ouvir música. Acendi o incenso, as janelas estavam abertas, o sol se pondo foi legal também.

E a casa é minha, é nossa. E essa é a nossa vida, juntos, só nós dois.

E foi tão bom ver tudo aquilo "de fora"! A vida pode ser complicada às vezes e a gente sempre fala disso. Mas a gente não fala desses momentos em que tudo parece estar no lugar certo, do jeito que tem que ser, com as pessoas que têm que ser. Eu vi que a gente não poderia estar melhor do que estamos e, por mais perigoso que seja falar isso, eu quero falar mesmo assim.

Não vi uma mulher mais velha, ali, dona de casa, casadaaaa, que palavra pesada. Vi uma menina nova, que está começando a vida agora e está feliz e segura com tudo isso. Porque está preparada não só para os piores momentos, mas para os melhores também. Pois é. Tem muita gente que tem problema em aceitar os momentos bons.

O espelho fez com que eu visse tudo isso que está acontecendo, como se fosse um filme, tão romântico quanto isso pode ser e tão real quanto isso é. É como se tivessem tirado uma foto daquele momento, sem que eu percebesse e tivessem me mostrado depois. Ou melhor, como se tivessem filmado aquele dia e colocado para eu assistir.

Foi bom, é bom. Está bom e eu espero que continue assim!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fashion

A moda realmente mexe com a nossa cabeça. Não é só porque vemos coisas bonitas nas vitrines, revistas, passarelas e TV, mas é por todo o glamour que a acompanha. Não é qualquer pessoa que se torna um ícone da moda. É preciso ter aquele algo a mais que pessoas descoladas ou bregas têm. É verdade. Ser brega também faz parte...

Tem que ter atitude, muito estômago para aturar pessoas desaforadas, paciência para não ser excluído logo de cara do grupo de arrogantes... e muito estudo. Pois é... quem ia imaginar que logo eu ia dizer que é preciso muito estudo para trabalhar com moda. Mas é preciso, sim. É preciso decorar nomes, saber quem são as pessoas, o que elas fazem, o que elas já fizeram, com quem elas já namoraram, com quem elas foram casadas, de quem elas são amigas, o que elas estão fazendo no momento, quais roupas já usaram e mais mil e uma coisas que podem parecer inúteis, mas não são, não.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

. .

Ultimamente minha escolha tem sido o silêncio. Acho que já há bastante tempo, desde que eu li em algum lugar que tínhamos dois ouvidos e uma boca por um motivo maior, percebi que era uma das coisas mais importantes de serem percebidas e entendidas na vida.

Se você não sabe o que dizer, simplesmente não diga! É uma sentença tão simples, que chega a ser um pouco ridícula de falar. Palavras usadas de forma errada, seja por estar no momento inadequado, ou com as combinações confusas, podem causar estragos gigantescos. Nós nem conseguimos imaginar...

Mas sabe que em alguns momentos, eu acho que as pessoas usam as palavras a mais com um objetivo maior?! Elas não têm idéia de como isso pode deixar todas as coisas mais complicadas do que já são.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Chegadas e partidas

O tempo todo as pessoas estão chegando e partindo. Quantas vezes será que, em um ano, as pessoas entram e saem da sua vida? E durante a própria vida, quantas vezes será que isso acontece? Acontece muito comigo, ou, talvez, eu seja muito sensível a essas mudanças, por incrível que pareça (já que eu sempre vivo repetindo o quanto eu gosto de coisas diferentes acontecendo).

Mas, right now, right here, pessoas estão chegando e pessoas estão partindo. E talvez, em breve, as pessoas que chegaram vão embora e as pessoas que partiram voltem, mas, se elas já não estão mais presentes, pode ser que não faça muita diferença no final das contas.

Nossa! Não faz o menor sentido, faz?

Os relacionamentos não costumam ser fáceis. Quando alguém vira as costas para você e te deixa sem chances de falar mais, vai embora, caminha na direção que ela mesma escolheu, não tem muita coisa que ainda possa ser feita. Se você procura a pessoa, supervaloriza qualquer coisa que fale. Se você não procura é como se não tivesse nada para dizer.

Bom, a verdade é que eu tenho um problema com chegadas e partidas. Elas me deixam mais sensíveis do que de costume e fazem com que algumas coisas aumentem ou diminuam dentro de mim. Alguns pensamentos vêm à tona, sem que eu queira e minha cabeça não pára um segundo de pensar, sem mesmo eu querer, sem mesmo que saber aonde esses pensamentos estão indo.

Mas eu tenho que admitir. Eu prefiro chegadas a partidas. Partidas sempre são seguidas de um vazio que não consegue ser preenchido por nada! Televisão, livros, músicas, cadernos e canetas não são capazes de preencher isso!

Termino esse post com a certeza de que não me fiz entender, porque não estou conseguindo organizar meus pensamentos, não consigo entender o que eu quero dizer e estou escrevendo sem pensar, sem controle e sem atenção... então... é isso.

Chegadas a partidas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Finally moving on

Tanta coisa já aconteceu e eu superei. Todas as coisas que aconteciam quando eu era um pouco só mais nova do que hoje pareciam ser tão grandes e tão complicadas, que eu nunca imaginaria que "riria" delas hoje em dia. Tem coisas, é claro, que continuam grandes e complicadas... e certamente serão assim para sempre, mas outras, só histórias de adolescentes, que acham que todos os dias o mundo pode acabar.

Traição, paixão, triângulo amoroso, término de namoro, muitos inícios, break up sex, ficadas, mais ficadas, muitas ficadas... Sem mencionar os problemas com as amigas... discussões, brigas, grandes problemas, pequenos problemas, médios problemas, nenhum problema...

A faculdade foi realmente uma época boa... e quem diria que ia passar tão rápido. Afinal, são só 4 anos, em teoria, é claro. Mas mesmo sendo mais, parece ser menos. Foi o tempo que podíamos fazer tudo de errado, pois estávamos aprendendo. Mal sabíamos que o relacionamento interpessoal podia ser muito mais fácil do que aquilo.

E agora, ainda somos novos, mas nossos passos são levados mais a sério, as pessoas acreditam mais em nós e a facilidade de se decepcionar é muito, muito maior. O sentimentos, como euforia e dor, são mais profundos. As palavras significam mais também, apesar de significarem as mesmas coisas que antes.

Ainda não sabemos para onde estamos indo, porque talvez nunca saberemos. Mas vamos continuar andando. E finalmente descobrimos que é exatamente isso que devemos fazer! ;)

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Contra fatos não há argumentos... MESMO

Hoje pensei muito sobre como as pessoas têm visões diferentes sobre as mesmas coisas. Como pode isso? Pode existir mais de uma versão certa? Mais de uma versão errada? Algumas vezes eu tenho tanta certeza de que estou certa, mas por que a outras pessoa não poderia estar, já que ela tem a mesma certeza que eu? É muito difícil, mesmo quando a questão parece ser sobre fatos... que geralmente, ou pelo menos em teoria, não há argumentos para eles... é o que eu sempre digo, mas as pessoas sempre argumentam.

Eu devo argumentar também... e não percebo.

Todos os meus amigos parecem ter o mesmo ponto de vista sobre uma situação. Mas, mesmo assim, nada me tira do pensamento que a minha forma de pensar que é a mais correta. Já discuti algumas vezes em mesas de bar sobre o assunto ou em reuniões na casa deles ou na minha casa. E todas as vezes que converso com pessoas mais velhas sobre o mesmo assunto, elas concordam comigo. Minha mãe, meus tios, minha chefe. Todos.

Na verdade, como o assunto é sobre relacionamento entre pais e filhos, geralmente os pais concordam comigo e os filhos... bom, você deve imaginar. Mas essa é a questão. Eu também sou filha, eu também deveria pensar diferente, mas desde que posso me lembrar penso dessa forma.

Mais uma vez eu estou fazendo aquela coisa, de falar, falar, falar sobre o assunto e não explicar nada... rs Mas vamos lá!

Meus amigos acreditam que, como eles estão na faculdade, com quase 25 anos de idade (alguns já com 25), eles não devem mais nenhuma satisfação para os pais deles. O que, é claro, eu também pensaria, caso eu NÃO estivesse ainda morando sob o mesmo teto que eles, onde eles pagam pelo condomínio, contas de luz, gás, telefone, internet e outros gastos pessoais meus. E mesmo que eu pagasse pelas minhas contas, estar morando na casa deles seria motivo suficiente para respeitar as suas regras.

Não é claro dessa maneira?

Bom, para mim é. Mas para o meu irmão não. Para muitos amigos meus não. Na verdade, acho que para todos os meus amigos não. Eu não consigo me lembrar em que momento eu me desvirtuei. Mas eu realmente acho que eu estou certa.

Caso eu esteja errada, qual seria o argumento deles? Idade? Não é o suficiente. O suficiente é responsabilidade, independência não só financeira, mas independência de atitude, de sentimento.

Eu tenho que admitir. Tenho uma facilidade grande de aceitar regras, mesmo quando não concordo com elas. Para algumas pessoas pode parecer que eu sou passiva demais e ainda vou acabar me arrependendo disso. Mas é simplesmente porque eu gosto de ter argumentos para mudá-las. Se eu não tenho, nem tento.

Essa é uma das coisas que eu não tentaria mudar. Porque é simples demais para que eu não consiga entender. Afinal de contas, um dia é da caça e outro do caçador. E hora ou outra, eu, e provavelmente todos eles, estarão do outro lado da história. ;)

Who am I fooling?

Todos os dias eu sento aqui, começo a digitar qualquer coisa que venha à minha cabeça, mas eu nunca consigo colocar para fora o que eu realmente sinto. Nem mesmo no meu diário eu consigo fazer isso e uma parte de mim entende o motivo. Eu acredito que quando falo sobre alguma coisa ou quando escrevo sobre isso faço com que tudo tome uma proporção maior do que realmente tem. É como se, enquanto está dentro da minha cabeça somente, não existe. Mas quando eu expresso, dou a chance de eu mesma ler sobre, ou a outras pessoas, faço com que aquilo vire realmente "some big deal". Algo muito importante ou, no mínimo, mais importante do que é.

E eu não gosto de "exagerar" sobre as coisas. Não gosto de chamar atenção para fatos que nem são tão importantes assim ou não me fazer entender. Então muitas vezes não escrevo sobre as coisas que realmente estão passando pela minha cabeça, sobre as coisas que eu realmente estou sentindo. E, se por acaso eu escrevo, coloco tudo subentendido, às vezes tão subentendido que se eu leio depois, nem eu mesma entendo sobre o que eu estava falando, o que eu queria dizer.

Só por esses dois primeiros parágrafos, onde eu não disse absolutamente nada demais, já parece que eu tenho muitas coisas para contar, muitas coisas para desabafar... O que não é absolutamente verdade... São só coisas que passam pela minha cabeça... Só isso.

Por exemplo, estou com um problema no meu pé que eu não sei o que é. A idéia de parar de correr por um tempo está me doendo mais do que a dor física mesmo... E ninguém entenderia o que eu quero dizer com isso porque: em primeiro lugar, eu jamais falaria sobre isso com alguem. Que importancia isso tem para os outros? Em segundo lugar, se eu falasse isso com alguem, esse alguem nao prestaria atenção e em terceiro lugar...... eu realmente não levantaria esse assunto com ninguem... rs

Acho que eu vou no médico descobrir o que é... antes que eu tenha que dividir esse assunto tãããããão importante com alguém.

Também não tenho pensado tanto como eu pensava antes de dormir. Todos os dias eu tenho chegado tão cansada em casa que durmo direto, apago, não consigo pensar em nada. E eu estou sentindo falta disso. É o único momento que eu tenho para mim mesma, com os meus próprios 'sonhos', ideais e bla bla bla.

Bom... ainda não é isso... mas eu vou continuar tentando. ;)

New York

Poucas pessoas entendem porque o vento de Nova York é diferente. Ele não simplesmente bate no seu rosto congelando seu corpo inteiro em questão de milésimos. Ele marca e provoca saudade, por mais que doa, quando estamos lá. Nas esquinas, então, assim como nas entradas e saídas das lojas, parece que você vai congelar, por um segundo. Mas então quando ele passa, junto com o friozinho gostoso ou com a neve branca ou marrom, todo mundo sente saudade.

Junto com essa lembrança, as lojas lotadas, com promoções em todos os produtos, descontos de mais de 50%, cremes baratos, perfumes, roupas de grife por preço de banana, centenas de milhares de opções de eletrônicos... É a sociedade do consumo mais legal que existe! Sem dúvida...

Se tem algum socialista lendo esse post, por favor, não fique chateado comigo. Poucas pessoas realmente entendem o que significa estar naquela cidade. Os museus, os predios gigantes, os estudantes, os estrangeiros de todos os lugares do mundo, todos aqueles brasileiros encantados, o Times Square, o Central Park... é tudo mágico.

As pessoas que falam mal dos EUA em prol do quanto a Europa é melhor provavelmente não compactuam com meu sentimento em relação à Big Apple! Mas tudo bem, gosto realmente não se discute.

Eu escolho Nova York entre todas as cidades que eu já visitei em toda a minha vida... até agora. ;)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Não gosto

Não gosto quando as pessoas desmerecem meu esforço, minha força de vontade, minha honestidade, minha capacidade. Não gosto quando elas tentam passar por cima das pessoas de forma desonesta, desleal, sem merecimento ou ética. Não gosto quando não há limites para ambição.

Eu sou esforçada, nunca nada caiu de graça no meu colo e eu me orgulho disso. Aproveito as oportunidades que a vida me oferece, mas não espero que elas caiam do céu. Para conseguir todas as coisas que eu consigo, eu respeito regras, respeito pessoas, tiro o melho proveito e aprendizado de erros e acertos, meus e dos outros. Absorvo tudo de melhor que as pessoas têm e me concentro para fazer as coisas do jeito que elas devem ser feitas.

Acredito no sacrifício para alcançar as coisas que desejamos e acredito que todo mundo é capaz de conseguir o que quer de verdade, basta traçar um plano e fazer por onde, de maneira justa e humana.

Não gosto de grosserias, mas elas não me incomodam. Não me incomodam até o momento que passam a interferir na minha vida.

Acredito que o trabalho é uma maneira de você enriquecer a alma. Gosto de trabalhar, gosto do que eu faço.

Mas se tem uma coisa que me incomoda de verdade é ter pessoas me atrapalhando. Principalmente quando elas estão ali, supostamente, para me ajudar. Ah, me incomoda demais mesmo!

Se as pessoas querem o lugar delas ao sol, por que não conseguem fazer as coisas certas? Do jeito que elas devem ser? Eu penso assim, tanto profissionalmente, quanto na minha vida pessoal, se você está insatisfeito, ou prova que a sua maneira é melhor, ou sai fora, ou aceita e fica. Agora, ficar atrapalhando o trabalho dos outros não é uma opção.

Eu imagino que as pessoas se perguntem como as coisas acontecem para mim... Eu acho que elas acontecem de forma natural, porque eu quero que aconteça e porque eu acredito em mim mesma. Isso me deixa tranquila, bem tranquila.

Mas não apaga o fato de todas as outras coisas acima me irritarem.

sábado, 8 de novembro de 2008

Aposta

Existem apostas onde, para você ganhar, não depende de você, mas de uma terceira pessoa. Por outro lado, existem outras que dependem totalmente de você, como a que fizemos no trabalho há quase três semanas.

Todas as meninas sempre falavam do quanto queriam emagrecer, de como estavam acima do peso desejado e gostariam de perder uns quilinhos. Então uma das funcionárias deu a idéia de fazermos uma gincana. Quem perdesse mais peso, ganharia dinheiro (cada uma deu vinte reais) e mais os premios oferecidos pela chefe, que gostou da idéia.

Eu fiquei muito animada porque, no final das contas, ganhando ou perdendo eu ficaria feliz porque sabia que ia emagrecer e chegar ao peso que eu estava querendo já há alguns anos! Entrei com tudo na gincana, fazendo dieta, indo à academia, evitando bebida alcóolica, doce, fritura e refrigerante!

Hoje, três semanas depois, perdi quatro quilos e pretendo ainda perder mais um (a gincana termina daqui a dois dias, na segunda-feira).

Somente nos últimos dias as meninas começaram a realmente se preocupar com isso. É claro que todas estão fazendo dieta também, afinal de contas não teria a menor graça competir sozinha. Mas quere mesmo, correr atrás, se preocupar, evitar comida fora de hora, não vi muito acontecer.

Mas nos últimos dias elas começaram a correr atrás e a gincana voltou a ficar interessante! Todas perderam peso já (fizemos uma parcial), o que também é legal! Mas quem será que vai ganhar??

Quando eu conseguir chegar ao peso que quero eu conto!! ;)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ben & Felicity

Bem, acho que esse post só vai ser totalmente compreendido - ou melhor compreendido - pelas pessoas que assistiram a série americana Felicity.

Eu sempre achei que indubitavelmente ela tinha que ficar com o Ben. Era por ele que as lágrimas escorriam pelo seu rosto, era nele que ela pensava todas as noites, era ele que estava sempre ocupando os dias dela e fazendo tudo ficar mais "divertido". E Noel? Ele simplesmente era o cara certinho que estava sempre por perto, para os momentos que ela precisava. Ele era simplesmente seu melhor amigo e pronto.

Ele sabia tudo o que ele queria, ele não tinha drama, ele era determinado ... demais, talvez! Ela precisava de alguém com um pouco mais de emoção...

Era o que eu pensava quando assistia ao seriado e estava no segundo grau... uns 17 anos de idade, talvez.

Hoje, cerca de 6 anos depois, estou vendo o seriado novamente. E é tão claro agora que o Ben certamente não é o cara certo para ela!!! Eu nem me lembro, no final das contas, com quem ela ficou. Mas eu acho TANTO que ela tinha que ficar com o Noel!

Antes de tudo, o Ben é inseguro, é dramático, anda e fala com a cabeça baixa, não consegue olhar no olho dela e está sempre pronto para dar atenção a todo mundo, menos para ela. Ele é grosso e agressivo e autoritário! O fato dele se meter em confusão o tempo todo não significa que a vida dela vai ser mais divertida, mas que vai ser certamente mais tensa! E totalmente sem necessidade!

Enquanto isso, ela se identifica totalmente com o Noel (eu estou escrevendo o nome dele assim, mas eu não sei se é assim que se escreve... se alguém estiver lendo isso e souber que está errado, pode me corrigir através dos comentários).

No final das contas, mesmo que ela não fique com o Noel, ela não precisa ficar com o Ben. Ele segura ela no tempo! Ele não sabe o que ele quer e fica prendendo ela, sem querer!

Ela precisa ser feliz! E ela está sempre feliz com o Noel! Quando eles estão estudando, quando estão conversando, quando estão se divertindo, quando estão longe, perto! È tão claro!!!

O Ben é um gato! Mas isso não é tudo! A essência das pessoas é o que importa. Não adianta o cara ser lindo e ser complicado que nem o Ben! Isso não ajuda MESMO!!

A Felicity é uma fofa, é humana, erra e mesmo assim merece alguém muito melhor que o Ben.

Ele é uma boa pessoa, mas precisa aprender a resolver os problemas dele sozinho. Eu gosto do Ben e eu também acharia que ele era o cara certo, se eu estivesse completamente no lugar da Felicity. Mas, vendo de fora, você consegue ver tudo com mais clareza. Bens não são para namorar... Bens são para aprendermos o máximo que pudermos e depois usarmos com Noels.

Stupid Things

Algumas vezes, há um passado não muito remoto, eu lembro de ter dito e pensado e sentido algumas coisas que não tenho muito - ou nenhum - orgulho de dizer. Quando falavam de responsabilidade ambiental, social e coisas que podemos fazer para salvar as pessoas que estarão por aqui daqui a uns 100 anos, eu dizia "mas qual é o sentido? Nós nem estaremos aqui mais"... Não poderia existir pensamento mais imaturo, egoísta e horrível do que esse.

Eu já fui melhor nisso. Antigamente eu sabia que o que era certo era certo e o que era errado, era errado. É tão simples, mas tão simples que chega a ser ridículo não entender. Sacolas plásticas nos supermercados, jogar lixo nas ruas, desperdiçar água, são coisas que todo mundo devia saber que não deve fazer.

Independente de quanto tempo vai demorar para chegar o problema maior do aquecimento global, o quanto tempo vai demorar para chegar ao caos, independente de quem vai sofrer com isso, são coisas que não devemos fazer.

Há quem diga que tudo isso é exagero, mas, mesmo que seja, devemos arriscar?

Podemos economizar água simplesmente por saber o quanto ela é importante para as nossas vidas e pronto. Se sabemos disso, por que não economizamos? E a sacola plástica no supermercado, por que não começamos a entender a importância de termos nosso carrinho de feira ou nossa sacola de pano para compras que começam a ser semanais ao invés de mensais? Se fizermos isso, se todos fizerem isso, os supermercados começarão a ter sacolas sobrando, o que vai acarretar em menos pedidos de sacolas e, logo, em menos produção.

Enfim, são coisas simples que podem evitar muitos problemas. Tem pessoas que não se importam, mas esses dias de chuva que não acabam me assustam. Estamos na primavera e durante todos esses 11 meses de 2008 tivemos desculpas para chover "ah, é porque é inverno", "águas de março", "agosto sempre chove"... e agora? Estamos em plena primavera e não há uma semana seguida de sol!

As águas de todas as praias do Rio de Janeiro estão poluídas, somos uma das maiores metrópoles do mundo e, portanto, somos uma das cidades que mais produz lixo no planeta Terra! Por que não passamos a valorizar os produtos recicláveis?

São pequenas ações, diárias, que fazem toda a diferença. Como o texto sobre o filtro solar. Ele só é tão importante porque se usarmos todos os dias, prevenimos um trilhão de problemas futuros.

Precisamos nos conscientizar. Para isso, cada um tem que fazer a sua parte, aos poucos, diariamente. Quem sabe não evitamos uma nova era glacial?

domingo, 2 de novembro de 2008

30 segundos mudam 17 anos

... e o transformam em 18, quem sabe mais...

Porque acompanhar a Fórmula 1 não é só acompanhar os esportes. É entender a complexidade do tempo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Rio de Janeiro

Desde quando deixamos de ser “patriotas” valorizando o Rio de Janeiro e deixando as coisas ruins de lado? Lembro quando eu não estava morando aqui e me orgulhava em dizer que “morei até os 9 anos no Rio” e ficava chateada quando meu irmão dizia que era carioca e eu era curitibana.

Em algum momento, daqueles tempos para cá, as coisas mudaram e hoje eu tenho vergonha e medo de ainda morar aqui.

Só nessa semana tenho vários casos que justificam os meus sentimentos. Falta de médicos nos hospitais públicos, um vereador assassinado com arma de fogo em plena luz do dia, em uma avenida super movimentada e um empresário assassinado dentro do seu próprio apartamento por um funcionário que recebeu sua ajuda durante toda a vida. Aonde vamos parar?

Às vezes eu me pergunto se foi sempre assim e se as coisas vão mudar algum dia. Não sei o que acontecia de tão ruim quando eu era criança ou quando eu ainda não era nascida. Mas as pessoas se odiavam tanto assim?

Porque uma das minhas formas de explicar tudo isso é que falta amor na vida delas. E não é só no Rio de Janeiro. Essa semana um menino matou a ex-namorada depois de prendê-la durante alguns dias em seu apartamento. Talvez ele acredite que fez isso porque a amava e ela o magoou. Mas alguém que ama pode fazer uma crueldade dessas?

As pessoas não se olham mais, não se cumprimentam, não prestam atenção aos desejos, anseios e vontades umas das outras. O individualismo, que tanto discutimos na faculdade, agora tem ficado muito claro para mim.

Todo mundo quer o seu dinheiro, todo mundo quer o seu momento, todo mundo quer ter o seu alguém. Por que precisamos disso? Porque estamos nos matando dessa forma por coisas que nem fazem sentido?

Talvez se todas as pessoas tivessem a chance de conhecer o que é o amor – e quando eu digo amor, digo AMOR de verdade. Não só aquele entre homem e mulher, mas qq tipo de amor – o mundo seria mais bonito e existissem menos pessoas más nele.

Enquanto isso não acontece, temos que buscar formas de nos proteger.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

B e l i e v e s



Alguns dias antes do casamento eu me apeguei a uma crença antiga, que minha mãe já havia mencionado, mas que, coincidentemente, encontrei escrita em uma das cartas que troquei com minha bisavó há muitos anos. Era sobre colocar ovos no telhado no dia de um evento, em homenagem à Santa Clara, para que não chovesse. Alguns dias antes da festa, fui até o telhado do meu prédio e coloquei lá dois ovinhos, pois os dias estavam andando muito chuvosos. Mas logo uma amiga me disse que não adiantava. Que tinha que ser no dia anterior à festa. Bom, de qualquer forma, naquele dia seguinte não choveu e, inclusive, fez sol.


Um dia antes da festa fui com dois amigos e meu - então - noivo no telhado da casa onde seria o casamento e coloquei mais ovos, rezando, conversando com Santa Clara, Deus, Jesus Cristo, minha bisavó e meus avós, para que todos iluminassem a festa. Para que tudo saísse como o planejado, ou, quem sabe, ainda melhor... No dia seguinte, TUDO deu certo. Deu tão certo que, no final da festa, a chuva chegou e alegrou ainda mais o que já estava feliz.


Viajamos e, no final da primeira viagem encontramos um casal muito simpático. Passamos algumas horas com eles, já que estávamos esperando o mesmo vôo, que atrasou. Ao nos despedirmos, eles nos deram um santinho da Santa Terezinha para que esta iluminasse nossas vidas. Não temos religião. Mas ambos acreditamos em Deus e temos muita fé na força do pensamento. Aceitamos de coração e o guardei na minha carteira.


Quando saímos do aeroporto, peguei o santinho e rezei exatamente o que estava dizendo lá para que eu rezasse ao pedir algo. E pedi. O pedido foi atendido imediatamente, em menos de uma hora.


Há quem não acredite em nada disso, há quem acredite em muito mais. Mas ninguém, nunca, vai conseguir me convencer de que foram coincidências. Pode ter até sido somente a força do meu pensamento. Mas se a Santa é Santa é por algum motivo muito bom e ela está rodeada de energias positivas. E nisso eu acredito cegamente.

Com energia positiva, força do pensamento e certeza do que se quer, o mundo pode ser mudado, em instantes.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Dreams

Quantas vezes na vida a gente muda nossas escolhas? Às vezes a gente não tem sucesso numa delas e finge que ela nunca fez parte do nosso roteiro. Para que olhar para trás? Quantos sonhos são abandonados? Porque a gente acha que não vai conseguir? É muita coisa para mim, é muita coisa para você...

E nem por isso a gente deixa de sonhar.

O sonho é a concretização do seu desejo... no seu inconsciente. E todo mundo o merece. Mesmo que seja um que é abandonado depois, mesmo que seja um que vire realidade. Mesmo que seja um errado ou um rejeitado.

Será que os nossos sonhos, durante a noite, têm alguma coisa a ver com as projeções que fazemos diariamente diante da vida real? Eu não conheço ninguém que sonhe tanto quanto eu. Dormindo, acordada. Minha cabeça não pára! E geralmente penso em coisas que - ainda - não aconteceram. Mas isso deixa a minha vida mais completa.

E muitas coisas que eu penso não teriam tanta graça se acontecessem... assim como muitas coisas que eu sonho. Já morei em tanto lugar, já mudei tantas vezes, já ganhei tantos prêmios e já fiz tantas coisas... que a realidade eu posso aproveitar melhor.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Peixes

"Emoções fortes, questionamentos existenciais e planos de mudança darão um tom vibrante ao mês que também promete romper antigos preconceitos e apimentar sua vida sexual"... Ok! Agora, alguma novidade, por favor? Todos os meses é a mesma coisa, todas as semanas, todos os dias. Emoções fortes estão sempre presentes na minha vida e na de todo mundo que sabe como viver! Planos de mudança? Nossa! A todo momento penso neles... em diferentes versões, diferentes destinos.

Mas o que uma garota de 23 anos pode querer além de emoções fortes, mudanças e apimentada vida sexual? Acho que essas três coisas englobam tudo, não é mesmo? É por isso que eu não recomendo o horóscopo da Marie Claire para ninguém e da Elle para todo mundo!

De uma forma ou de outra, acredito bastante que nós é que decidimos nosso caminho. É claro que, como qualquer outra piscina, eu acredito que muitas coisas estão predestinadas a acontecer. Mas o caminho que se trilha até chegar lá é escolhido, sem dúvida, por nós mesmos. E minha vida só parecerá como filme, de acordo com o que diz nas previsões, se eu decidir que será assim.

Como eu não sou boba, nem nada. Opto pelo que eles já previram! O que me custa, certo?

E, além do mais, tudo vai depender do meu ponto de vista! Só eu posso dizer se algo gerou forte emoção em mim ou não! Só eu posso dizer o que me deixa excitada ou não! E só eu posso definir meus planos de mudança!

De fato, eu já decidi os meus. Mas, apesar do nome do blog, essas escolhas só eu sei! ;)

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

L o n d o n

A primeira impressão não foi das melhores. Cidade cheia, cheia de gente, cheia de carros, cheia de ônibus, cheia de prédios... Mas depois fomos acostumando. A arquitetura antiga, os prédios super bonitinhos, os pontos turísticos, pessoas simpáticas, prestativas, atenciosas, a facilidade do transporte para todos os lugares, os bares movimentados... Tudo valeu a pena!

Na hora de ir embora fica a saudade e começa o sentimento de "seria tão bom se algumas coisas daqui pudessem ser levadas para lá", como a organização da cidade, a segurança nos metrôs e muitas outras pequenas coisas.

Mas, ao mesmo tempo, vem aquele sentimento ufanista! É tão bom viver num país que não tem medo de ninguém, onde as pessoas são amáveis, calorosas e têm tantas outras qualidades improtantes quanto as dos brasileiros...

Londres é bom! É muito bom! Bom para visitar, passar alguns dias, voltar outra vez, passear mais! Aproveitar o que ela oferece de melhor... e voltar para a nossa casinha verde e amarela depois!

;)

P a r i s


Uh lah lah!
Merci...
pardon...
bon soir...
bon jour...
excuse moi...
de rien...
froir...
Pessoas estranhas, pessoas legais, cidade LINDA, passeios MAGNIFICOS, tempo AGRADABILÍSSIMO, disposição TOTAL, comida MAIS OU MENOS, resultado MELHOR IMPOSSÍVEL!

Casamento


Não foi uma escolha conseqüência da vida. Foi uma escolha bonita, pensada, racional, passional, foi uma decisão sozinha, em conjunto, do coração, da mente, do corpo. Foi uma decisão minha, uma escolha dele, um pensamento só, um sentimento só e duas pessoas.


Foi lindo! Ele estava lindo, ela estava também! As pessoas, reflexo dos dois, estavam muito, muito felizes! O lugar estava colorido, iluminado, abençoado. A lua marcou presença, a chuva chegou na hora certa!


Certeza antes, mais certeza ainda depois! Eu amo você!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Contagem Regressiva Parte III

Vestido? Bolo de casamento? Bem casado? Bebida? Comida? Convidados? Será que é só isso que faz um casamento? Com certeza não! Pode até ser clichê, e quem acompanha o blog sabe bem que eu adoro clichês, mas um casamento é feito com muito mais que isso! Em primeiro lugar eu o amo, com todo o amor que eu posso oferecer. Eu faria qualquer coisa por sua felcidade, eu iria para qualquer lugar, a qualquer hora. Eu ficaria em qualquer lugar, a qualquer hora. Eu enfrentaria leões, eu abateria cordeiros, eu passaria por cima de alguns conceitos até. Porque eu o amor e a sua felicidade é tão importante quanto à minha, porque uma não acontece sem a outra. Em segundo lugar, eu sou apaixonada! Eu me arrepio quando penso no momento que vamos nos encontrar novamente, sinto o frio na barriga das primeiras vezes, há 4 anos, porque ele me faz sorrir e nunca, nunca, nunca me faz chorar. Ele é minha alegria, ele é meu tudo. Em terceiro lugar, nós somos completamente diferentes e isso poderia ser um motivo para brigarmos, para nos desentendermos - e às vezes até acontece isso -, mas é muito mais o que nos faz respeitar um ao outro. Nós aprendemos que, apesar de termos nossas vidas numa só, ainda temos nossas vidas onde somos uma única pessoa, nós mesmos. E nós respeitamos isso. Cada momento, cada pessoa, cada lugar. Eu tenho o meu, ele o dele e nós dois temos o nosso. E isso faz com que a gente dê tão certo, mesmo discordando em quase tudo. E, em último lugar, nós sabemos que o que sentimos independe de tudo o que está escrito acima. Porque o amor não é racional, não é matemática. Ele pode ter motivos para acontecer, como pode não ter razão nenhuma. Mas a gente tem a matemática, nosso amor se explica, mas, mesmo que não se explicasse, faria todo o sentido!

É isso o que vai fazer nosso casamento ser especial, ser certo, ser bom, feliz! E só nós dois somos os responsáveis por isso!

ps. Mas eu tenho que admitir que ainda estou preocupada com a chuva... ;)

domingo, 7 de setembro de 2008

Contagem Regressiva Parte II

O que será que podemos fazer? Acabei de ver em diversos sites que, por enquanto, a previsão do tempo para o sábado que vem é de "pancadas esparsas". Cerca de 5mm. Pouco, mas o suficiente para me deixar bastante incomodada. Vou começar agora uma seção constante e ininterrupta de pensamento positivo para que não chova, nem uma gotinha, no próximo final de semana inteiro. Ou que, pelo menos, toda a previsão dessa semana dê errado, para que eu possa ter mais esperança...

De uma forma ou de outra, já começamos a busca para tendas mais baratas. A primeira que encontrei no google custa cerca de 2500. Assim não dá, né? Muito cara demais!

Mas acredito muito na força do pensamento e no pensamento positivo. Hoje estou chateada, mas nada vai acabar com minha alegria! Nem um chovisco, nem uma tempestade!

Estou feliz! Independente das notícias climáticas!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Contagem Regressiva Parte I

Antes eu aproveitava melhor as mudanças radicais na minha vida. Já tem 7 meses que estamos morando juntos e eu tenho a sensação de que ainda não mudamos completamente. Mas já mudamos, estamos aqui, tudo está diferente e eu estou agindo como se estivesse esperando a grande mudança. Acho que o tempo já passou, mas ainda está bom. Ainda está com aquele gostinho de "acabou de acontecer".

Mas mal passou uma grande mudança, sinto que outra está por vir. É como se eu pudesse decidir quando elas vão chegar, mas eu espero que alguma mudança concreta aconteça junto para que tudo fique mais emocionante. Pode ser uma mudança interior, exterior, que tenha a ver só comigo ou que tenha a ver com outras pessoas também.

Daqui a exatamente 11 dias, mais uma vez, um novo capítulo em nossas vidas! Não é pela novidade, pois já estamos morando juntos, já estamos juntos há 4 anos, já nos conhecemos bem, já amamos um a família do outro, já temos nossos planos, já decidimos muitas coisas juntos. Mas é pela marca, pelo dia que fica, pela chance de começar de novo, cada vez com menos erros. É sempre bom um início! Um novo dia!

Por isso que estou fazendo a contagem regressiva! Porque eu não vejo a hora de chegar logo esse dia! Pela minha ansiedade, pela minha pressa e pela minha inquietação normal... os dias estão voando!

Quanto ao resto, tudo se ajeitando! Da maneira que tem que ser, na velocidade que tem que ser. Tudo parece estar em sintonia e é exatamente assim que tem que ficar.

;)

domingo, 10 de agosto de 2008

Globalização

Lembro, vagamente, quando ouvi esse termo pela primeira vez, no colégio. Era estranho porque a palavra tinha muito mais a ver com as coisas que aprendíamos na escola e que, aparentemente, não serviriam para nada muito sério depois daquilo, do que com o meu dia a dia, de fato. Hoje, eu respiro globalização. È o amigo que eu fiz, é o programa que eu assisti, é a razão que eu encontrei, simplesmente tudo. É a responsável pelas melhores e piores coisas que acontecem no mundo hoje em dia. Guerra e paz. Perto e longe. Tudo tem a ver com a globalização.

Mas o que isso quer dizer exatamente na vida de cada pessoa? Bem, na vida dos outros eu certamente não posso explicar. Mas posso dizer, sim, como é minha vida com a globalização. Muitas vezes me sinto muito mais próxima do resto do mundo, mesmo estando sentada no sofá da minha sala. Por causa da TV ou do computador, muitas vezes até mesmo de uma revista com uma matéria sobre uma cidade de 3000 habitantes no Norte da China. Outras vezes sinto que tudo isso não passa de uma besteirada para que você se sinta mais próxima do resto do mundo sem precisar de fato conhecê-lo.

Os filmes que assisto, de países sul-americanos, norte-americanos, europeus, asiáticos... Os seriados ou documentários. Os repórteres em situações complicadas ou muito confortantes. Tudo isso faz parte da minha forma de ver nossa gente se unindo com o resto da população mundial.

E tudo isso para mim é simplesmente surpreendente! Sempre foi e sempre será!

Mas o mais difícil mesmo de entender é como que um mundo tão "pequeno". tão unido, tão "evoluído" pode sobreviver regras que separam tanto as pessoas. Religião, situação financeira, cidade de origem, cor... Por que essas coisas ainda separam e não agregam?

Muito dificil de entender. Quanto mais as pessoas percebem que elas são diferentes, mais elas se separam. Será que ainda não conseguiram perceber que a diferença é que nos torna tão especiais?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Whatever

Nenhuma palavra ou expressão pode ser melhor que whatever ou tanto faz. É uma das coisas que quando nós falamos sentimos um enorme prazer, só de estar tendo a chance de falar. Porque na maior parte das vezes não é exatamente o que queremos dizer.

Aliás, poucas pessoas dizem "tanto faz" realmente querendo dizer isso. É maldoso e cruel. E geralmente é dito em momentos extremos de discussão.

Mas é, de fato, uma expressão que eu escolho. Uso bastante e na maior parte das vezes o sentimento que a acompanha é maior - e melhor - do que outro qualquer que eu possa estar sentindo no mesmo momento. O que só alimenta ainda mais a minha vontade de dizer.

É isso mesmo? Whatever!

Muito gostoso!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Uffffa!

Nem sempre o nosso horóscopo "fala" as coisas que nós queremos ouvir. E, por mais que seja exatamente o que está acontecendo agora, você prefere fechar a página e esquecer o que acabou de ler. Às vezes é alguma coisa chata, muito chata. Às vezes é alguma coisa ruim. E às vezes é porque você não concorda. Mas, no fundo, sabe que é verdade.

Nessas horas seria tão bom não acreditar em nada disso! Mas não dá, né. Mais uma vez sobre sentimentos. Acreditar é um sentimento que não se pode controlar.

Meu horóscopo acabou de dizer que eu tenho que parar de querer falar e pensar no defeito dos outros. Se as coisas são assim, se é para ser assim, que eu aceite. E eu não sei disso? Vivo falando isso para os outros. Por que eu não consigo chegar a essa conclusão sozinha quando se trata da minha própria vida?

Bom, de um jeito ou de outro, é como um livro de auto-ajuda. Não resolve meu problema, mas eu sou grata por ter me lembrado do óbvio.

Futebol e outros

Tá vendo... Não adianta.. Mesmo quando vou falar de coisas factuais, venho eu com minha opinião sobre o assunto. O Flamengo, por exemplo. É óbvio que ia perder a liderança! Simplesmente Marcinho e Souza foram embora, depois de já ter ido o Fábio Luciano! O que se pode fazer desse jeito? Não é o nome que se sustenta, mas o time!!! Não dá para manter a liderança se os melhores jogadores estão sendo negociados! Não é óbvio? E olha que eu nem entendo de futebol, hein!

Agora, poucas coisas me incomodam tanto quanto à facilidade das pessoas de esquecerem o passado. O time de vôlei do Bernardinho já ganhou um trilhão de jogos... Agora, só porque perde um campeonato, a mídia está fazendo esse burburinho!!! É incrível!! Errar é humano, perder é válido, mais válido do que só ganhar e fazer pensar que só se ganha porque os outros times são incrivelmente inferiores. Não é melhor saber que estamos concorrendo com pessoas do nosso nível do que ganhar porque os outros times são ruins, mas sem significar que você é suficientemente bom? Não é óbvio de novo???

Ai, ai... depois dizem que mulher não entende de esportes. E quem entende?

Tédiooooooooooooo

Não tem jeito. Sempre que eu paro para escrever sobre alguma coisa, é sobre sentimento. É como se meu corpo pedisse, minha mente exigisse. Não tenho escolhas. Tudo o que me vem à cabeça é relacionado a sentimentos. Meu quarto está bagunçado, eu cheguei cansada em casa, comi metade de uma caixa de bis hoje, estou indignada com os acontecimentos na minha cidade, a economia dos Estados Unidos está me assustando, eu estou achando o euro muito caro, mas tudo o que vem na minha cabeça para escrever sobre é sentimento.

Por que isso? Não quero falar! Já me basta sentir tudo o que sinto o dia inteiro! Minha cabeça não pára nem um só segundo para descanso. Li uma matéria sobre Nadismo no final de semana e eu seria completamente incapaz de fazer parte do grupo. Uma das premissas é que você só pode pensar em besteira... Não que eu não pense muito em besteira, mas muitas vezes penso, no meio disso, em coisas construtivas. Elas simplesmente vêm na minha cabeça. É inevitável.

Voltando à questão dos sentimentos, que saco isso, né? Homens devem achar meu blog um saco. Não que as mulheres gostem... mas acho que agrada mais. Eu mesma estou de saco cheio dessas coisas... vou ver se mudo esse perfil... Começo hoje mesmo... mais tarde, não agora.

domingo, 27 de julho de 2008

Changing Mind

Tenho que admitir que poucas pessoas que eu conheço mudam tanto de idéia quanto eu. Quando eu era mais nova, meu irmão dizia que tinha a ver com minha falta de personalidade. Hoje eu vejo que é só um pouco mais complexo que isso. Como eu não sou graduada em psicologia e nunca fiz terapia por mais que um mês, não posso confiar plenamente nas minhas explicações, mas algumas coisas passam, sim, pela minha cabeça.
Por exemplo, talvez pelo fato de eu pensar tanto nas coisas e me preocupar demasiadamente em ser justa, não só com as outras pessoas, como comigo também, essa mudança de idéia constante é justificada. Além disso, tento sempre ser aberta a novas idéias e entender que o mundo oferece muitas opções para todos os assuntos e quase nunca conhecemos as possibilidades suficientes para uma decisão. E isso se torna ainda mais grave quando é uma coisa séria, certo?
Pois é! O que eu posso fazer com essa infinidade de possibilidades? Mudar de idéia é só uma maneira de expressar o quanto o mundo ser tão grande e o fato de haverem tantas culturas mexe comigo, é uma forma de expressar o quanto eu me importo! Simples? Ainda não.
Muitas vezes a questão é exatamente essa. Outras vezes são questões inexplicáveis. Simplesmente não tenho mais vontade ou passo a ter vontade, sem que, para isso, seja preciso uma explicação detalhada do processo que me levou a ter novas idéias ou deixar de ter aquelas antigas.
Isso é a vida. Uma das coisas que eu mais gosto é mudar... e talvez isso realmente tenha uma explicação psicológica... Mas enquanto eu não entendo pq isso acontece, vou continuar a mudar a arrumação do quarto quinzenalmente, amar viagens com tempo longo e gostar muito de virar a tela do meu computador para a esquerda ou para a direita, deixando ela às vezes no centro, só para não cair na rotina.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Somewhere in time

Assisti a esse filme quando era "pré-adolescente" com Joana e Carol, minhas duas irmãs loiras do pacto de sangue - feito na mesma época. Naquela época simplesmente amei. Imagino o que sentiria se visse hoje novamente. Às vezes acho que falta um pouco de romance nesse dia a dia corrido que vivo. E pensar num romance daqueles, é quase que pensar utopicamente. Hoje em dia nem sei se acredito mais nessas coisas. Uma pena.



Mas certamente, por menos emocionante que sejam os dias de hoje, quem assistiu o filme jamais vai esquecer daquela música. Daquele piano, lindo. Tão lindo. Que dá até vontade de chorar. Em qualquer hipótese, seja ela triste ou feliz, dá vontade de chorar, não dá?



Hoje em dia eu não tenho tempo para pensar nem em amor, nem em religião. Ainda menos em possibilidades como vidas passadas. A vida era mais interessante com todas aquelas possibilidades. Aliás, é exatamente o que essa música nos passa. Possibilidades. É como se tudo fosse possível, como se todo amor fosse possível, como se todo mundo pudesse se apaixonar ou como se todo mundo pudesse estar apaixonado.



Não lembro dos detalhes do filme. Lembro que tinha um hotel, um relógio e uma vida passada. Além , é claro, de um grande amor, junto com uma grande paixão.



Esse é um filme que eu escolho e que eu indico. Para qualquer geração.

Amelie Poulain


Eu escolho Amelie Poulain. Porque ela sabe aproveitar a vida. Sabe reconhecer e respeitar seus sentimentos, sabe amar. Sabe amar a si mesma. Eu adoro Amelie Poulain e gostaria de ter metade da consciência que ela tem. Da sobriedade.


Amelie é sóbria e, ainda assim, muito feliz.
Quero ser Amelie Poulain.


domingo, 20 de julho de 2008

Counting Crows

Minha escolha já há bastante tempo. Lembro quando o Deninho me apresentou a eles com um cd lindo, cheio de letras interessantes. Naquela época a única música que eu conhecia deles era Mr. Jones. Depois de um tempo minha prima me apresentou a outras músicas e outro cd. Nesse momento eu já estava apaixonada, mas na data eles ainda estavam lançando cds. Quando viajei para os Estados Unidos e fiquei viciada em baixar músicas tive a oportunidade de conhecer muitas - muitas vezes... talvez todas - músicas da banda. E, desde então, paixão total, até hoje. Suas músicas estão sempre no meu MP4, laptop, cds...

Algumas eu ouço sem cansar, quantas vezes for preciso até enjoar. Uma delas é The Ghost in You, outra é Anna Begins. Tem também Chelsea e, como não podia deixar de ser, Mr. Jones.

As músicas de This Desert Life são difíceis de enjoar também. Quase todas, na verdade.

É uma banda que, para quem não conhece, vale muito a pena a tentativa. Diveros cds, já há bastante tempo na estrada...

Counting Crows é a banda que eu escolhi, hoje.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Para declarar minha saudade...


Eu já não aguento mais. Essa saudade me consome, ocupa todos os segundos vazios e toma o espaço dos segundos já ocupados. Não me deixa concentrar, pensar no útil. Não tenho como fazer isso. É como se fosse maior do que minha vontade, como se entrasse no lugar da minha razão. Todos os meus sonhos já estão ocupados com ela. Não cabe mais nada.

E se eu ainda tivesse o conforto da certeza do amanhã, se o tempo andasse mais rápido que meus sentimentos, talvez eu pudesse relaxar por um segundo, por entender que você já está aqui... em alguns instantes.

Mas eu tenho certeza que meu relógio já registrou cada milésimo que ainda falta para sua chegada. Tudo bem... já tive momentos mais difíceis. A cada ano que passa parece ficar mais fácil. Não, não é isso. A cada ano fica, talvez, mais tolerável ou fico eu mais tolerante.

Que bom, né? Há quem diga que o primeiro sinal de que o amor está acabando é a intolerância... e se eu estou ficando mais tolerante é porque estou te amando ainda mais. ;)

Mas minha razão há de ficar instável e fazer com que meu tempo passe mais rápido do que eu posso imaginar...

Enquanto isso as músicas me entendem! :*

"Fiz uma canção para declarar minha saudade, do tempo em que a alegria dominou meu coração. Eu era bem feliz, mas desabou a boa tempestade, levando um lindo sonho pelas águas da desilusão. Eu fiz uma canção para declarar minha saudade, usei sincerridade que me dá certeza que vc quando ouvir o meu cantar vai se lembrar que deixou do lado esquerdo do meu peito essa dor que tá dificil de curar, tenho certeza que vc de onde ouvir meu soluçar em forma de uma canção vai se lembrar que nosso amor é tão bom e que para sempre vai durar." Maria Rita

"Veja bem, meu bem, sinto te informar que arranjei alguém para me confortar e esse alguém está quando você sai. E eu só posso crer pois sem ter você nesses braços tais. Veja bem amor, onde está você? Somos no papel, mas não no viver. Viajar sem mim, me deixar assim. Tive que arranjar alguém para passar os dias ruins. E enquanto isso, navegando eu vou sem paz, sem ter um porto, quase morto, sem um cais. E eu nunca vou te esquecer, amor. Mas a solidão deixa o coração nesse leva e traz. Veja bem, além, destes pactos vis. Saiba, traições são bem mais sutis. se eu te troquei não foi por maldade. Amor, veja bem, arranjei alguém chamado saudade." Marcelo Camelo.

Te amo, meu lindinho!

sábado, 12 de julho de 2008

S. O. M. E.

O que incomoda? Espinha num rosto liso, cravos que aparecem e só vão embora quando querem. Bolinha no bumbum, prisão de ventre, retenção de líquido, dor de cabeça, vontade de comer sem estar com fome, medo de fotos ficarem velhas. Algumas coisas a gente nem comenta! Imagina perder aquela foto que você ama tanto ou deixar cair a sua caneca preferida que se quebra em mil pedacinhos "incoláveis"! Há algumas coisas que são insuperáveis. Você simplesmente deixa o tempo passar. Preguiça de sair de casa para comprar cerveja... a geladeira só tem leite, suco e água. E agora? Quem vai?

Comer biscoito recheado no dia que decidimos fazer dieta... Ai! Essa é complicada! Querer ser cult e ser pop! Querer comprar o cd da Madonna, mas acabar comprando da Amy Winehouse... Odiar a Amy Winehouse, mas adorar a música dela.. Essas coisas acontecem!

Deixar a plantinha morrer quando o mundo inteiro está lutando contra o aquecimento global e plantando árvores... Essa é FODA, mas acontece... fazer o q? E o cachorrinho que vc ama, queria muito ter, mas não pode porque sabe que não vai ter tempo de cuidar dele... E quando vc vai? E aí vc começa a imaginar quando quiser ter filhos... quem vai cuidar? Quando? Como?

Mas o mais engraçado mesmo é trocar de canal e ver que aquele seriado que vc ama estava passando, mas acabou de acabar.. Ou pegar diversos filmes pela metade no mesmo dia... Você fica 10 horas em frente à TV e quantos filmes viu? Nenhum... rs Mas é divertido e interessante mesmo assim.

Coisas acontecem... E nós vamos nos adaptando a elas. É como já dizia meu amigo músico do Nine Days, "as respostas que encontramos nunca são o que tínhamos em mente, então nós as adptamos enquanto seguimos em frente".

D e t a l h e s


Calça xadrez, blusa larguinha, camisa branca, jeans, all star, bolsa carteiro, bolsa grande,


cores, cores, muitas cores, conforto,


unha mal feita, clara ou escura, cabelo sem penteado,


brinco combinando com a bolsa e o sapato, tênis,


almofada colorida, foto, laptop, diário . . .



terça-feira, 8 de julho de 2008

No such thing

Há certas coisas que muitas pessoas ouviram e que muitas pessoas falaram. Há, de fato, muitas frases feitas que continuam sendo ditas porque, de certa forma, fazem sentido. E ninguém nunca pára para pensar o quanto importante elas realmente são, ou não.
Até hoje há algumas pessoas que não entendem a importância das matérias que estudamos no colégio. Mas quando você está no mercado de trabalho, você percebe que não é pela questão do conteúdo, mas da capacidade de compreensão de cada um. Entender estatísticas, saber ler, escrever corretamente, ter conhecimento geral sobre o mundo, sobre o próprio país, sobre o próprio estado, entender como funciona o corpo humano e ter o mínimo de conhecimento possível sobre do que as coisas são feitas... Tudo isso é, sim, importante sabermos para termos uma vida mais agradável.

De fato, dependendo do que eu trabalho e com quais pessoas convivo, são conhecimentos que podem ser irrelevantes. Mas, na maioria das vezes, para pessoas que vivem em uma sociedade como a que eu vivo, é imrpotante, sim.
As notas realmente não fazem a menor diferença, assim como as notas alcançadas na faculdade... pelo menos para quem não está tentando um mestrado ou uma bolsa. As notas realmente não indicam se você tem capacidade de fazer algo ou não. ´
Mas o que realmente faz diferença são qualidades que não aprendemos na escola, nem na faculdade. Ou temos, ou não temos. É difícil adquirir com o tempo, mas nada é impossível, certo?
Pró-atividade, objetividade, sagacidade, rapidez, agilidade, eficiência, facilidade de relacionamento, boa articulação, visão, entre muitas, muitas outras "pequenas" coisas.
Então, por mais articulado que ele seja, não adianta o bonito do John Mayer nos falar de "mundo real" se ele não tem argumentos suficiente para provar que tudo o que vivemos nesses 15 anos de colégio, mais 4 ou 5 anos de faculdade não é nada comparado ao que vamos viver "do lado de fora". Porque uma coisa cria força para a outra.
Antes de ser julgada pelos fãs do moço, eu adoro. Só acho que é sempre interessante ver os dois lados do negócio.

sábado, 28 de junho de 2008

Muito bom dia!

Algumas coisas na vida passam e nós nem percebemos a importância delas. Como, por exemplo, um "muito bom dia para você". Não importa se foi o vizinho, seu namorado, uma amiga ou um desconhecido qualquer. "Um muito bom dia para você" é bom de ser ouvido até de um E.T.! É uma forma gentil de desejar boas energias para o resto do seu dia, que, às vezes, se estende por uma semana inteira, ou um mês, ou até uma fase!
Ou quando cai algum papel seu na rua e você fica P da vida porque tem que abaixar para pegar e, antes que se dê conta, alguém já pegou para você e deu na sua mão, com um sorriso! Ou isso! Simplesmente um sorriso!! Da mesma forma que o bom dia, pode vir de quem for. Eu não consigo negar sorrisos! Posso estar muito de mau humor, irritada com a vida, com o mundo, com as pessoas, que se alguém chega com um sorriso estampado no rosto para mim, eu sorrio também. Do fundo do meu coração.
Aquela música que toca no supermercado, que te deixa feliz, alegre, para cima! Que faz você lembrar bons momentos da sua vida e percebe que essas lembranças te fazem bem.
São diversas as formas de ser feliz. Deixar o corpo e a mente abertos para essa sensibilidade só pode ser uma coisa boa. Às vezes nos entretemos tanto nos problemas, coisas ruins, maus pensamentos e sentimentos não virtuosos, que acabamos não prestando atenção em todas as possibilidades de sermos felizes que as coisas "pequenas" dos nossos dias nos apresentam.
O que eu posso dizer? Também faço isso e é totalmente involuntário. Mas vou procurar ficar com meus ouvidos mais preparados, meus olhos mais abertos, meu nariz com olfato mais aguçado e minha cabeça mais vazia, para que caibam todas essas coisas boas...

domingo, 1 de junho de 2008

Para 2 de junho de 2008! Peixes!

For June 2: You are able to do your most productive and creative thinking very early this morning, away from crowds, noise and other distractions. You need this time to get a grip on how you want to handle an ongoing situation. Midmorning presents other dilemmas that might pull you off track, away from your main priority. Just be aware that this could occur and set limits on the amount of time you're willing to spend with impromptu visitors or clients. Early evening makes you more aware of your personal reality. If you love the way things are, congratulations! But if you're less than enchanted, you might review other options - some which involve a move. FYI: A partner, friend or ex may say or do something that makes it even more logical to radically change your life.

"Uma alma em dois corpos"

Alguns dizem que os amigos são a família que nós mesmos escolhemos... mas eu acredito que não seja tão simples assim. Não escolhemos nossos amigos. Usando a expressão da língua inglesa, "it's meant to be". É para ser, simplesmente. Amigos de verdade, aqueles que ficam para sempre, ficam independente de nossas escolhas. Eles fazem parte de nós, uma alma em dois corpos, como disse Aristóteles.
E eu fico feliz em ter tantas almas em uma só vida. Na minha vida. Mesmo com todos os cortes, mesmo com todas as pessoas que ficaram para trás, que eu abandonei ou que me abandonaram, eu tenho certeza que as pessoas que fazem parte dessa alma única, vão ficar, independente de qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo.
São amigos, são minha família. São os que eu amo! Amo, mesmo com os erros, amo, mesmo com os problemas, amo, mesmo com as formas diferentes de encarar a vida, amo, mesmo!
É mais ou menos o que acontece com o amor. Quando dizem que nada é eterno, eu tenho que discordar. Como você pode amar alguém e deixar de amar depois? Você pode se decepcionar, pode discordar, pode ir embora, mas em algum momento você conseguiu ver o lado bom daquela pessoa e disse a ela que a amava. É difícil fazer isso mudar.
Sei que há muitos argumentos que fazem com que minhas afirmações sejam dadas como erradas. Eu mesma teria argumentos para dar. Mas, querendo ou não, é uma forma de pensar. E, em parte, é absolutamente verdade.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ending

Chega uma hora em que não dá mais. Ninguém mais aguenta. A tolerância acaba. O amor vai embora. A última gota cai. o copo transborda. Os risos somem. As lágrimas não caem mais. Pode vir mais cedo ou mais tarde, mas em algum momento o fim se apresenta.

O fim de uma etapa. O fim de uma história. De um relacionamento. De uma situação. O fim de tudo o que existia. O fim de um nada. Quem nunca existiu pode ir embora, assim como a pessoa mais importante. Some. Evapora. E, um tempo depois, parece que nunca existiu mesmo.

Dói no início. Bastante. Mas o tempo, por mais clichê que possa soar, sempre é o único - e não por isso o melhor - remédio.

Quem fica, continua. Cria um novo porquê. Descobre novas razões. E continua.

Simples assim.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Eles vêem, você sente e você vê

Deveria existir uma regra para que soubéssemos que o que pensamos que somos está diretamente ligado com o que realmente somos e também, principalmente, com o que as pessoas pensam que somos. Hoje cheguei à infeliz constatação de que sou uma pessoa muito pior do que eu imaginava!

Talvez eu seja diferente em outros personagens que eu assuma nessa vida. Mas na maior parte do meu dia, sou uma coisa que eu nunca imaginava que eu seria. Desagradável, grossa, soberba e que trata as pessoas mal na frente de todo mundo, deixando-as constrangidas.

Ahn?? Meus amigos diriam... Mas eles não conhecem essa Julia... só a parte boa de mim...

Eu não quero ser assim. Será que eu tenho essa opção?

domingo, 11 de maio de 2008

Ou você tem ou não tem. Quem acredita, sente, consegue entender as coisas que ela é capaz de fazer... Ah! Se todas as pessoas soubessem, o mundo poderia ser melhor.Ela não é só usada em prol de si mesmo. Ela existe para sabermos que as pessoas podem ser mais compreensivas, mais humanas, mais espertas e inteligente que do elas pensam.
A fé é linda e não tem a ver com religião, mas com poder. Até onde podemos ir? Quem tem fé, geralmente acredita mais no ilimitado, no infinito, no pleno poder. Pode ser ruim, mas quando é melhor, é muito melhor do que o mediano usual social.
Amor. O amor é mais possível quando as pessoas acreditam. É como se as portas estivessem totalmente abertas para ele.
Eu sempre soube disso. Mas a sensação é de que a fé diminui conforme os conhecimentos aumentam. E até que ponto nós podemos resistir? Por isso que amamos tanto as crianças. Porque elas costumam ter fé sem nem entender direito a semântica da palavra. Porque elas não precisam de razões, explicações para sentimentos. Elas não precisam justificar o óbvio e dar sentido ao invexplicável.
Elas acreditam e a única parte ruim disso. É que é nesse momento que elas começam a se decepcionar. E, até chegarem à fase adulta, a fé está enfraquecida. E não existe ninguém no mundo que possa compensar todas as quedas daquelas pessoas que acreditaram e sofreram por causa disso.
Mas, ainda assim, é melhor acreditar em qualquer coisa. Verdade ou mentira. Do que passar uma vida colocando todas as certezas em dúvida. A fé não caminha junto da verdade. Ela caminha junto das possibilidades. E faz acontecer, ao invés de limitar caminhos.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ela Sabe

Como mudar de opinião
Como mudar a opinião
Como mudar por opinião
Como mudar para opinião

Sabe como
Mudar de idéia
Mudar a posição dos móveis
Trocar as fotos da parede
Comprar novos quadros
Valorizar pessoas que acabaram de chegar

Ela sabe...
como lidar com o segundo posterior
como ninguém

Sexta-Feira

O que é uma sexta-feira para quem não trabalha e não estuda? O que é uma sexta-feira para quem trabalha por escala e, portanto, não tem a rotina de segunda a sexta na labuta? A questão é que, para mim, a sexta-feira é sinônimo de um chopp bem gelado e os pés para cima! O resto é resto!
Todas as sextas são, digamos, o início de um rápido, mas extremamente satisfatório, descanso. Mesmo com mil coisas do trabalho na cabeça, pensando em adiantar tudo, ninguém pega nos papéis até domingo à noite... Bem... ninguém eu não sei, mas eu posso garantir que não pego.
Por mais que eu tenha vontade, ela vai logo embora diante da possibilidade de assistir algo bem útil na televisão... Útil? Não, eu não quis dizer isso. O teclado falhou.. faltou um "f". Nada melhor do que chegar no final de semana, depois de ter torrado o seu cérebro de tanto pensar durante aqueles 5 dias cansativos, e sentar no sofá para assistir a algo bem fútil na telinha!
Podem ser aqueles seriados bobos americanos que eu adoro, ou então um daqueles filmes hollywoodianos sem conteúdo, mas que sempre tem uma historinha legal! Estou sempre dentro!
Pode ser que alguém ligue também, convidando para sair, ir ouvir uma música, tomar uma cerveja, ou qualquer coisa assim... também é válido.
A sexta também pode ser boa para namorar. Finalmente você descansa, tira a gravata e relaxa!
A única coisa que você não pode fazer na sexta-feira é ficar parado! O que é que é isso? Você já ocupou tanto sua semana sentado na frente daquele computador do trabalho! Que descansar, que nada! Você tem mais é que aproveitar o tempo livre que a sexta te proporciona, sem precisar acordar cedo no dia seguinte!
Vai entender... já trabalha a semana inteira e ainda quer ficar em casa na sexta! Tsc tsc... ;) rs

sábado, 29 de março de 2008

S h e

Desde cedo eu sabia que não se tratava simplesmente de sentimentalismo, ou qualquer coisa parecida. Sabia que quando dizia "ninguém me entende" eu realmente estava querendo dizer aquilo e, hoje, muitos anos depois, eu continuo entendendo melhor do que todo mundo porque ninguém consegue me entender. Não é inocência, nem dissimulação, não é menos hipocrisia, ou excesso de sinceridade. É muito, mas muito mais simples do que isso. É lógica, matemática, razão, ou emoção demais. Às vezes, parece ser tão verdade que as pessoas não acreditam. Elas esperam que seja mais que isso, ou menos talvez. E outras vezes é tão óbvio que eu acabo sendo a complicada da história.

Mas não tem nada a ver com isso. Será que o fato de eu pensar demais faz com que eu esteja sempre um pensamento a frente? Não consigo entender as pessoas... e elas não conseguem me entender. Isso é fato...

Eu nunca quis ser diferente e eu sempre achei que quando eu crescesse as coisas iam ficar mais fáceis. Eu não queria ser "a" liberal, nem "a" egoísta. Mas acabei assumindo esse papel muitas vezes na minha vida. Eu não pretendi, em nenhum momento, ser a mais santa, a mais correta, mas sempre foi a forma que as pessoas me viram.

Mesmo quando eu falava para elas - e falo - que eu sou muito pior do que elas imaginam, elas não me levam a sério. E, nessas horas, eu sei que o excesso de sinceridade faz com que ninguém realmente acredite.

Eu não sou má, de jeito algum. Mas posso ser realmente bem egoísta diante dos olhos de todos. Tenho minhas teorias que justificam minhas atitudes e que fazem com que eu acredite que ñão estou pensando só em mim. Mas elas são minhas e ninguém consegue enxergá-las e, mesmo que o fizessem, não conseguiriam entendê-las.

Posso ser mal interpretada, mas defendo que as pessoas sabem o que, quem, como e porquê eu sou. Elas só não querem dizer se eu estou certa ou errada, se concordam ou não. E normalmente, eu tenho que dizer, eu não concordo.

Muitas vezes me dizem "mas vc é diferente". E eu penso "vcs são diferentes. porque eu sou lógica e não tem como fugir dela. É como discutir sobre 1 + 1 não ser dois. E eu não gosto de pensar que existem outras possibilidades que contrariam essa afirmação".

Sei, mais do que as pessoas imaginam, que o ser humano é uma caixinha de surpresas e fico feliz por isso. Sei que o exato não existe, mas gosto de acreditar nele. Quando me provam o contrário, não hesito. Só não faço disso uma regra.

Mas pode ser muito mais simples. Muito mais simples. Simples mesmo.

Julia Costa

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Para sempre!

Todos os dias a gente tem a chance de ficar. De deixar tudo o que estamos vivendo, para uma nova vida. Ninguém pode nunca jogar isso no meio de uma discussão.. que se sentiu preso, que não teve oportunidade, que não se sentia à vontade. Tudo depende somente da vontade, do desejo, do que a gente realmente quer. Pode até ser que a gente se engane. Mas daí, temos que assumir todas as conseqüências. Eu sei, quando eu acordo, que tudo poderia ser diferente. E poderia ser legal. Eu poderia ser feliz, talvez. Mas eu tenho que escolher, entre tudo o que poderia ser e tudo o que eu sei que é. A verdade é que a gente realmente mora na Land of no return. E, mesmo quando as pessoas querem nos dar a oportunidade do perdão, de voltar atrás, não tem Deus que faça ser a mesma coisa. Porque até Deus sabe que a gente precisa entender que a única coisa que a gente não tem controle é sobre o tempo.
O que é isso, então? Por que está todo mundo em busca de um pra sempre, se o que mais assusta as pessoas é o definitivo? Se o que mais apavora na palavra casamento é que é "para sempre"? E, mesmo assim, todo mundo quer isso. Todo mundo um quer um amor que você pense e acredite de verdade que é eterno! Quem não quer?
Talvez exista uma falha na comunicação. O que as pessoas querem dizer, em seu íntimo, para si mesmas, é que elas querem o conforto do para sempre. Mas elas não querem abrir mão da sua liberdade para isso.
Mas aí, é culpa do pensamento extremamente equivocado da nossa sociedade, que cisma em pregar que nós devemos satisfação quando somos monogâmicos. Não, nós não devemos. Nós não temos que dizer aonde que passamos a tarde, a não ser que queiramos. Nós não temos que contar tudo o que aconteceu na semana, a não ser que queiramos. Nem falar sobre as coisas que passaram pela nossa cabeça, que vimos acontecer ou que previmos acontecer, a não ser .... que queiramos.
Por isso, não existe mal na Land of no return. Porque todo começo pode ser divertido. Todo início tem sua riquesa e nada se apaga, como mostra no Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Tudo fica. E o não retorno pode significar muito mais a felicidade, do que a melancolia.
Por isso, a cada dia, no momento em que você decide ficar ou buscar um novo caminho, não é para ter medo. É para fazer o que você quer de verdade. Essa é a única segurança que você pode ter. É a única forma de garantir que o sofrimento vai valer a pena, assim como a glória. É a única forma de não se importar com a falta de possibilidade de voltar no tempo. É fazer tudo o que você realmente quer.
Filme: Last Kiss
Música: Land of no return
Julia Costa

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Dear Future me

Estava lendo uma daquelas revistas citadas abaixo e consegui encontrar algo bem interessante. Antes de escrever sobre a nota que eu li, resolvi entrar no site, mandar uma mensagem e ler algumas que estavam expostas.
O site se chama Future Me e serve para mandar mensagens para o futuro. Pode ser para você mesmo ou para outras pessoas, embora a maioria das mensagens sejam para si próprio. O que é até engraçado e me faz pensar na dificuldade das pessoas em realmente acreditar que alguém que faz parte da sua vida hoje vai fazer parte daqui a 20 anos.
Fui lá, escrevi uma mensagem para o Igor, para chegar em julho do ano que vem. E depois comecei a ler as mensagens que estavam expostas. A maioria, de americanos, ou ingleses.. não sei. Mas muitas falando sobre o como estão insatisfeitos com o hoje e esperam ter boas respostas para as mensagens que chegarão em suas caixas nos próximos anos.
O mais interessante, é que você tem opção de mandar mensagens em qualquer dia, daqui até 2037. Na verdade, há uma excessão! Você não pode mandar mensagens para até 90 dias, a partir de hoje. Eles deixam bem claro, quando você tenta fazer isso, que não é um site para lembrá-lo das coisas, mas sim dizer coisas profundas, que façam diferença na sua vida ou na vida de alguém, hoje ou daqui a muito tempo.
É uma ótima oportunidade para as pessoas que querem fazer previsões ou que são tímidas e não conseguem dizer o que pensam para outras pessoas próximas. Elas podem fazer isso para daqui a um tempo e a boa notícia é que não dá para voltar atrás.
Achei a idéia bem interessante e vou divulgar o máximo que eu puder para meus amigos. Seria legal se as pessoas pudessem confiar mais em todo mundo, para saber que o que pensam e sentem hoje a respeito delas, tem uma chance pequena de mudar.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

*** && %% $$ ## Mesmices *** && %% $$ ##

Eu poderia me sentir menos culpada se, ao menos, não tivesse comprado a revista. Mas, de fato, comprei e agora me divirto e me revolto com as sentenças, imagens e palavras soltas nas páginas coloridas. Uma dessas femininas, sabe? Eu sempre li bastante delas, admito, mas certas vezes elas forçam tanto a barra, que a leitura fica simplesmente intragável. O nome dela eu prefiro não dizer, pois pode ser que o problema tenha sido somente nessa edição.
Quando se trata de elogios, porém, não há o menor problema em nomear. A TPM é um exemplo ótimo de revista feminina que - apesar de pecar pelo jus ao nome - satisfaz o meu desejo. Sempre vem com matérias interessantes, entrevistas com personagens diferentes, notas sobre assuntos de interesse mundial, etc.
Agora, imagina você, em uma sexta-feira de manhã, abrindo a revista e lendo "o manual prático da paquera"... tudo bem que algumas pessoas realmente precisam de ajuda, mas elas certamente estariam fazendo melhor se não estivessem lendo uma revista como essa e tomassem atitudes de valor real, imediato e concreto. Nada melhor do que a própria prática para aprender e, convenhamos, estar lendo essas revistas já é meio caminho andado para o cara dar um passo para trás.
Mas tudo bem... no decorrer da edição, as matérias foram ficando mais interessantes.. Palavras como "Anti-Britney Spears" e "encalhada" podiam ser encontradas em algumas páginas... Nada tão surpreendente assim. A surpresa mesmo é que mesmo com toda essa revolta no meu coração de ter dado alguns reais para ter acesso a esse tipo de mídia, eu tenho certeza que mês que vem faço alguma coisa parecida com isso.
Talvez a revista seja diferente, mas o conteúdo nem tem como ser. Não vou me culpar... não posso dar as costas a elas, que sempre me fizeram companhia nos momentos em que eu - que fique bem claro - não tinha nada para fazer! rs
Agora, falando sério, é chato, é inútil, é revoltante! É, sim e não tem como negar! Mas eu não posso mentir aqui no meu próóóprio blog! Leio, sempre li e vou continuar lendo, porque, dependendo do meu estado de humor, consigo me divertir BASTANTE com elas e algumas vezes boas idéias até surgiram dessas leituras!
Mas como boa leitora de TPM - que fique claro que não é uma das revistas citadas acima - eu tinha que reclamar, não é mesmo??? :)

sábado, 19 de janeiro de 2008

10 anos de - nada - de solidão

Eu nem preciso ter filhos tão cedo para entender que ter filho vai muito além do que dar de mamar, trocar a fralda e dar educação.. Sim, vai além! Todas as atitudes que você toma enquanto tem uma criança em casa, e até mesmo depois que eles deixam de ser crianças, influenciam diretamente em suas vidas!

Sei disso porque quando eu tinha 9 anos de idade minha mãe tomou uma decisão, que não foi das menores, de se mudar de cidade. Morávamos no Rio, perto dos meus avós, amiguinhos e meu pai e ela resolveu que, naquele momento, era melhor para todo mundo que fôssemos para Macaé, uma cidade no litoral do Rio de Janeiro.

E, é claro, ela estava certa! Como na época eu e meu irmão éramos crianças, foi incrivelmente, absolutamente importante que não passássemos a adolescência nessa cidade metropolitana. A qualidade de vida melhorou, minha mãe ficou satisfeita com a escolha dela e não demorou muito tempo para começarmos a ter razões de sobra para agradecê-la pelo resto da vida.

O ciclo de amizade começou a ser formado. Quando você é criança não precisa de muito para fazer novos amigos... e foi isso o que aconteceu. Ela trabalhava num shopping de madeira, na praia mais movimentada. Os primeiros amigos que fizemos, por incrível que pareça, não foram na escola. Os filhos de outras pessoas que trabalhavam e tinham loja por lá, também iam depois da aula ficar "de bobeira" no trabalho dos pais... Rafael Branco, por exemplo, foi assim que eu conheci.


Em 1995 sua mãe comprou uma das lojas e ele ficou logo amigo do meu irmão. Jogavam bola sempre, quase todos os dias. E, nessa época, meu tio Harry já tinha comprado uma loja tb, de vídeo-game, e eles sempre jogavam juntos, com meus primos Alexandre e Daniel. Depois de alguns anos, mais especificamente quando estava entrando no segundo grau, comecei a conversar mais com o Rafa e desde então esse cara É O CARA na minha vida!!

Mais ou menos na mesma época, em 1995, conheci a Joana, que estudava com o Dani (primo) e era prima do Thiago Navega - na casa dele aconteciam os jogos de futebol. Como é engraçado... até hoje eu não consegui encontrar nenhuma pessoa no mundo que seja tão completa como ela é! Ela é linda, inteligente, se dedica 100% à família, conseguindo se dedicar 100% aos amigos também, é sincera, não tem rodeios e é uma das pessoas mais legais que eu conheci nesses 22 anos da minha existência.

Logo depois de conhecer a Joana na segunda e virarmos melhores amigas na terça, ela me levou ao seu colégio, onde eu conheci algumas das pessoas mais especiais da minha vida até hoje. Em primeiro lugar, Ana Carolina e Camila! São as irmãs que Deus me deu! Aquelas amigas que te dão o conforto da eternidade! Poucas coisas são assim, pode acreditar! Na mesma rapidez da Joana, elas entraram na minha vida e eu nem sei dizer o momento exato. Acho que foi quando nos conhecemos, no pé da árvore que ficava em frente ao campo de futebol da EPEC.
Depois disso, noooossa! Ivo, Daniel Motta*, Gabriel Chati, Rodrigo, William, Nonô... que, através deles, eu conheci... Deninho, Paula e Marina Gil, Tomas, Babi, Cavour, Carola, Cleyton, Denão, etc etc etc E ainda tem as pessoas que entraram por acaso na minha vida! Como o Savinho, por exemplo! Nos conhecemos em 1995 também... ele era amigo do Thales, que era amigo do meu irmão e dos meninos, mas no segundo grau viramos AMIGOS de verdade! Na época, era uma amizade colorida. Mas, mesmo depois que o colorido passou, a amizade permaneceu firme e forte! Nós somos o exemplo de que essas coisas podem dar certo!

* Daniel Motta - um parenteses enorme! Foi meu primeiro namorado, quando eu tinha 13/14 anos! Namoramos 1 ano e, desde então, é meu para sempre! Meu irmão, meu amigo, que dou esporro, que levo esporro, mas que está sempre aqui e vai estar por muito, mas muito tempo junto comigo! (foi mal pela foto.. ela nao quer entrar de jeito nenhummmm ;) )

Mas o segundo grau foi uma nova fase, onde eu já conhecia quase todas as pessoas mais importantes! Faltavam ainda duas pérolas: Camila Teicher e Catiê! Uma, amiga que me entende, que sabe dos meus segredos mais guardados, que conhece meus olhares, sabe dos meus medos e das minhas fraquezas... e nunca me julgou, condenou ou disse qualquer coisa que pudesse fazer com que eu me sentisse pior. Outra, a alegria que todo mundo precisa! Eu não lembro um só dia da minha vida que eu passei com ela e que não lembre do seu sorriso! É uma pessoa FELIZ que contagia todo mundo, sempre, em qq lugar, qq sexo, qq idade! Se for pediatra, vai ser, CERTAMENTE a médica dos meus filhos!

E ainda teve uma brecha de Macaé durante esses anos... em 1998, por motivo de força maior, voltamos ao Rio, por só um ano. Grandez amizades ali... Léo, Fernanda e Anelise! Anelise, nossa! nem tenho palavras! É aquela amiga TUDO, que te faz rir, que você pode chorar, que você conversa sobre as coisas que acha que ninguém mais sente, mas que ela faz vc ver que todo mundo já passou por isso, que te esclarece dúvidas, que te deixa com mais delas, enfim! Amiga para toda hora!

E eu não podia deixar de falar do meu irmão! Que, como algumas pessoas sabem, é a pessoa que passou mais dias da minha vida junto comigo! Desde a quinta série, quando eu tinha 10 anos, estudamos na mesma sala, temos os mesmos amigos, dividimos o mesmo teto e ele é, junto com os meus pais, a pessoa mais importante da minha vida! Que, por sinal, eu estou com muita saudade agora, mesmo sabendo que quando ele chegar vamos continuar tendo as brigas que temos de vez em quando... =)

Cada pessoa que foi citada aqui tem um papel mais do que especial na minha vida! E, por mais que ainda tenham outras pessoas na minha cabeça, essas aqui são as que eu tenho certeza que vão estar comigo, mesmo que seja de longe, por muito, muito tempo!


Eu amo, eu sinto saudade, eu espero que todos eles estejam no meu casamento, porque sem eles, o casamento vai ficar com vazios! ;)