domingo, 15 de março de 2009

T r u e C o l o r s

Os livros de auto-ajuda me ajudam a identificar os erros que cometemos diriamente sem nem mesmo percebermos. Eles me remetem a conclusões óbvias, pré-julgadas pelas pessoas que acham fúteis essas publicações. Acredito que por ser tão óbvio, acaba não sendo percebido.

Se todos os dias nós lembrássemos que a vida é muito curta para dizermos sim para coisas que não queremos fazer ou se lembrássemos que não temos como controlar o futuro, portanto, devemos fazer o nosso melhor no presente, poderíamos ter uma vida muito melhor aproveitada. Mais feliz, no final das contas.

Mas a prepotência de quem deprecia esses livros faz com que eles fiquem trancados dentro de um armário, com medo de sair. Eles têm medo de concordar que o simples e o ordinário podem ser a sensatez que tanto procuram. Vai entender.

A teoria dos 10 segundos de respiração antes de estourar com alguém ou a de tirar o melhor proveito até mesmo das piores coisas que podem nos acontecer... são teorias lindas, que fazem a minha vida mais feliz.

Ao aceitar as palavras simples que a auto-ajuda oferece, as pessoas passam a conhecer-se melhor, a se amar mais, a dar mais valor ao que realmente importa na vida. E não é isso o que é mais importante mesmo?

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