Sim, perdi completamente o sono... de acordo com os dois últimos posts vocês podem tentar imaginar o porquê ... Então, diante da minha "liberdade digital" (um dos pontos positivos de estar sem o BB), resolvi fazer uma lista de coisas que eu posso fazer nesse final de semana, que me deixarão offline por pelo menos 48 horas. Não necessariamente, mas são opções. É sempre bom conhecermos nossas opções. Se alguém tiver alguma sugestão, fique à vontade. Elas são extremamente bem-vindas.
- Praia. Já vi que vai fazer sol sábado e domingo, com previsão de chuva para o final do dia. Poderia ficar na praia o dia inteiro. Eu adoro. Não seria nada mal.
- Exposição de fotojornalismo. Queria ter ido no final de semana passado, mas alguns imprevistos aconteceram e acabei não indo.
- Sebo. Terminei de ler Crime e Castigo no início dessa semana e estou carente de livro já. Não seria má ideia passar por um bom sebo no Centro da Cidade em busca de uma boa história.
- Fotografia. Posso comprar um filme e sair por aí fotografando paisagens, pessoas, inventando histórias. Ela é analógica e tão velha... não vale nada hoje em dia. Será que roubariam também?
- Visitar familiares. Estou com saudade dos meus irmãos. E do Dudu e da minha afilhada. Também estou com saudade da minha mãe, mas já sei que não vou conseguir encontrá-la nesse final de semana. Então talvez consiga encontrar as outras pessoas de quem estou com saudade.
Acho que pode funcionar. ;) Acho que pode ser um bom final de semana.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Carta de "Conformação"
>>> Enviada às 2am, sexta-feira, destinatário: marido
Lindo, como você pode ver, eu não estou conseguindo dormir. Fico pensando nas coisas, como elas acontecem, como elas têm acontecido nos últimos meses para mim. Não quero me colocar numa posição de pena, não mesmo. Mas eu diria que as coisas não têm saído exatamente como eu gostaria. Mas eu não pretendo ficar pensando nisso desse ponto de vista. Aliás, pelo contrário.
Como não estava conseguindo dormir, fiquei mexendo no meu computador. E assisti aos dois vídeos que fiz nos últimos anos, de nós dois. Txuzinho, eles podem roubar meu celular, a gente pode ficar sem carro, mas tem coisas que ninguém, ninguém no mundo inteiro vai conseguir roubar. Uma dessas coisas é o nosso amor! Eu fiquei tão feliz em assistir a esses vídeos, fiquei pensando em você, pensando em tudo o que a gente tem, essa coisa que não dá para ensinar para os outros, a gente só consegue sentir e saber que é uma das melhores coisas do mundo...
Não importa se levaram meu Blackberry. Ele não era meu. Ele era um produto, que estava aqui... no mundo. O que é meu, ninguém pode roubar. E o que eu sinto por você é meu, só meu e vai ser sempre meu.
E aí eu começo a ver as coisas de uma maneira diferente. Sim, as coisas não têm saído exatamente como eu gostaria. Fazer o que? Mas elas têm saído “Just fine”. Ninguém está mal de saúde, certo? Ninguém está ferido. Ninguém está sofrendo. Ninguém está sozinho. Ninguém está passando por nenhuma necessidade. E eu continuo amando você e você continua me dando motivos para sorrir todos os dias de manhã, quando acordo, só por lembrar que está ao meu lado, mesmo quando não está.
Enfim... o que é um celular perto disso tudo?
E tem mais... quem sabe assim eu não vivo um pouco mais? Esse negócio de ficar online, full time, on time é divertido, sim... mas mais divertido é viver. Não é?
Eu te amo. Não sei que horas você lerá esse e-mail, mas tenho certeza que quando ler vai ficar mais tranqüilo por saber que eu já estou me sentindo melhor.
Estou chateada... ele quebrou minha unha ... fdp. Mas até isso tem jeito... me dá umas semanas, que ela cresce e tudo fica bem de novo. ;)
Beijos,
O assalto
Eu amo internet. Não precisa ser tão próximo para saber. Basta estar em uma das minhas - muitas - redes sociais para saber a assiduidade com que escrevo, comento e posto. Portanto todos e principalmente as pessoas que estão mais próximas de mim sabem que o Blackberry foi uma das minhas aquisições mais felizes dos últimos meses. Bem, custou R$799,90, dividido em 10 vezes. A primeira parcela vem fatura que ainda nem chegou. Além disso, tem os R$75,00 do plano para ter a internet ilimitada. Ou seja, um investimento de R$1550,00 (fora o valor da mensalidade para telefone, que eu não estou contando, porque é o serviço básico, que eu já pagava antes). Daria uma bela viagem.
Hoje, três semanas após a compra ter sido efetuada, fui assaltada. Eram cerca de 10pm, eu estava no ônibus com a minha amiga, voltando para casa e falava com minha madrasta no telefone. Dois rapazes levantaram, puxaram a corda para descer, na hora que a porta abriu, meteram a mão no telefone, que estava no meu ouvido - eu ainda tentei segurar, num impulso... o cara ficou tentando puxar e eu fiquei segurando e ele gritando comigo SOLTA, SOLTA LOGO - e foram embora. O motorista fingiu que não viu nada, fechou a porta e saiu com o ônibus. E eu fiquei ainda alguns minutos controlada, tentando entender o que tinha acontecido.
Primeiras ações: ligar para a minha madrasta para falar que está td bem, ligar para o meu pai, para a minha mãe e para o meu marido, para evitar aquelas ligações falsas sobre sequestro.
E agora.... fico pensando que esse mundo é nojento. Eu trabalho, bastante, junto dinheiro para comprar as coisas que eu quero, priorizo, escolho, faço contas e contas para saber se vou conseguir comprar aquela coisa, fazer aquela viagem. Muitas vezes engulo grosserias naturais, que todo mundo que trabalha tem que engulir em algum momento e faço isso porque sei que para eu ter as coisas que eu quero, preciso trabalhar. E vem um moleque, vagabundo e toma o que eu comprei e nem paguei ainda.
Aí você tenta ser superior, pensar que foi só um bem material, que o que importa é que você tem saúde, ele não te machucou, você vai amanhã para o trabalho e vai continuar tudo caminhando como sempre caminhou. Mas não dá para pensar dessa forma. Porque se eu for pensar dessa forma, o que faço? Paro de comprar tudo e qualquer coisa? Paro de andar com bolsa e carteira na rua, celular então, nem pensar?
É claro, não vou comprar outro Blackberry. Nem agora, nem tão cedo. Quem sabe um dia quando eu tiver dinheiro suficiente para não me importar de comprar outro se for assaltada. Mas eu me importo, sim. Talvez eu não seja tão superior. Talvez eu seja, inclusive, tão apegada às coisas materiais, que eu resolvi desembolsar R$1550,00 para uma coisa fútil. Porque essa sou eu. E eu, que compro um telefone e internet para me divertir 24h por dia, me importo.
Mas eu não quero querer as mesmas coisas que essas pessoas querem. Eu não quero me ver de nenhuma foram nelas. Eu não quero nenhum tipo de identificação. Então, por causa disso, eu posso, sim, ter o pior celular que existe, posso andar sem cartão do banco na bolsa e posso parar de comprar coisas caras. Porque eu faria qualquer coisa para não me identificar de forma alguma coisas essas pessoas.
Sim, eu estou muito triste. Foi bom enquanto durou. E estou com muita raiva e ódio no coração. Sei que são sentimentos muito ruins e nos consomem, mas eu não consigo controlá-los, não agora. O lance é mesmo ir dormir e pensar que amanhã é outro dia. E talvez tentar reviver meu lema de adolescente revolucionária... quanto menos a gente tem, menos a gente tem a perder. Sofre-se menos assim.
Hoje, três semanas após a compra ter sido efetuada, fui assaltada. Eram cerca de 10pm, eu estava no ônibus com a minha amiga, voltando para casa e falava com minha madrasta no telefone. Dois rapazes levantaram, puxaram a corda para descer, na hora que a porta abriu, meteram a mão no telefone, que estava no meu ouvido - eu ainda tentei segurar, num impulso... o cara ficou tentando puxar e eu fiquei segurando e ele gritando comigo SOLTA, SOLTA LOGO - e foram embora. O motorista fingiu que não viu nada, fechou a porta e saiu com o ônibus. E eu fiquei ainda alguns minutos controlada, tentando entender o que tinha acontecido.
Primeiras ações: ligar para a minha madrasta para falar que está td bem, ligar para o meu pai, para a minha mãe e para o meu marido, para evitar aquelas ligações falsas sobre sequestro.
E agora.... fico pensando que esse mundo é nojento. Eu trabalho, bastante, junto dinheiro para comprar as coisas que eu quero, priorizo, escolho, faço contas e contas para saber se vou conseguir comprar aquela coisa, fazer aquela viagem. Muitas vezes engulo grosserias naturais, que todo mundo que trabalha tem que engulir em algum momento e faço isso porque sei que para eu ter as coisas que eu quero, preciso trabalhar. E vem um moleque, vagabundo e toma o que eu comprei e nem paguei ainda.
Aí você tenta ser superior, pensar que foi só um bem material, que o que importa é que você tem saúde, ele não te machucou, você vai amanhã para o trabalho e vai continuar tudo caminhando como sempre caminhou. Mas não dá para pensar dessa forma. Porque se eu for pensar dessa forma, o que faço? Paro de comprar tudo e qualquer coisa? Paro de andar com bolsa e carteira na rua, celular então, nem pensar?
É claro, não vou comprar outro Blackberry. Nem agora, nem tão cedo. Quem sabe um dia quando eu tiver dinheiro suficiente para não me importar de comprar outro se for assaltada. Mas eu me importo, sim. Talvez eu não seja tão superior. Talvez eu seja, inclusive, tão apegada às coisas materiais, que eu resolvi desembolsar R$1550,00 para uma coisa fútil. Porque essa sou eu. E eu, que compro um telefone e internet para me divertir 24h por dia, me importo.
Mas eu não quero querer as mesmas coisas que essas pessoas querem. Eu não quero me ver de nenhuma foram nelas. Eu não quero nenhum tipo de identificação. Então, por causa disso, eu posso, sim, ter o pior celular que existe, posso andar sem cartão do banco na bolsa e posso parar de comprar coisas caras. Porque eu faria qualquer coisa para não me identificar de forma alguma coisas essas pessoas.
Sim, eu estou muito triste. Foi bom enquanto durou. E estou com muita raiva e ódio no coração. Sei que são sentimentos muito ruins e nos consomem, mas eu não consigo controlá-los, não agora. O lance é mesmo ir dormir e pensar que amanhã é outro dia. E talvez tentar reviver meu lema de adolescente revolucionária... quanto menos a gente tem, menos a gente tem a perder. Sofre-se menos assim.
Um post "Casado"
Quando eu era pequena e até a minha adolescência, não acreditava no casamento. Não achava que moraria sozinha ou dividiria apartamento com minhas amigas para sempre, mas não acreditava no conceito que me passavam sobre o matrimônio. Acho que ele vinha junto com uma ideia utópica de eternidade, o que me fazia contestar todo o processo, a igreja, a festa, o documento, o cartório e a obrigação de ficar com uma só pessoa por toda uma vida.
Namorei alguns meninos, me apaixonei algumas vezes, mas ainda não conseguia quebrar o tabu. Algumas pessoas achavam que era pela imagem que ficou do casamento dos meus pais, que se separaram quando eu tinha sete anos. Mas, não. Era uma visão geral mesmo, de todos os casamentos que eu conhecia.
Aí um dia veio uma experiência diferente. E conheci o outro lado da história. Hoje, continuo achando a assinatura dos papéis um detalhe, continuo achando que a igreja é questão de escolha e tem muito mais a ver com as escolhas religiosas, do que amorosas e continuo achando que a obrigação de ficar com uma só pessoa por toda uma vida é uma ideia horrível.
Eu sou casada. Qual a diferença? Vontade. Eu quero ficar com ele para o resto da minha vida. Não é porque eu jurei perante às pessoas que mais amo, não é porque eu não quero decepcionar Deus ou porque eu assinei um papel extremamente burocrático e complicado de ser desfeito.Mas porque é bom estar junto, porque é bom morar junto, porque é bom. Hoje é bom. E, hoje, eu amo para sempre. Não é isso o que importa?
terça-feira, 25 de maio de 2010
She & Him - Why Do You Let Me Stay Here?
Dá para falar de amor com graça, com simpatia, com felicidade. As pessoas me contam histórias tristes de amor. E eu quero sempre tentar entender. Mas como eu posso manter a lembrança do que é sofrer por amor, se há tanto tempo ele só me traz felicidade?! Eu tento entender, como tento lembrar da imagem das pessoas que eu amava e se foram. Os diários fazem as vezes das fotografias. Mas, assim como não é a mesma coisa olhar a fotografia e reencontrar a pessoa, não é a mesma coisa saber a teoria do sofrimento e sentir.
Por isso, hoje eu assumo sem culpa: não sei o que é sofrer por amor e acredito que ele possa existir sem dor. Eu e a Zooey, do She & Him. Esse clipe é em homenagem à felicidade que é amar. Bem brega, do jeito que eu gosto!!! ;)
quinta-feira, 13 de maio de 2010
As dores do mundo !
Eu sempre achei que carregava todas as dores do mundo. "È claro, egoísta e egocêntrica, não poderia achar outra coisa". É o que diriam. A coisa poderia ser mais simples, mas não é. Todo mundo tem esse egoísmo e egocentrismo quando o assunto são as dores do mundo. Aqui, as coisas sempre são piores do que lá. O engraçado é que se pensa e sente uma coisa, e se fala outra. Porque, eu não sei para vocês, mas para mim só contam histórias engraçadas, divertidas, felizes e a minha vida fica parecendo miserável perto de todas as outras.
Não, hoje eu não penso mais nisso. Eu conheço e reconheço as dores das outras pessoas, eu sei que elas não vão me contar, como eu sei que não contaria para elas. Angústia é uma coisa que as pessoas não dividem com qualquer um. Além disso, não é esse drama todo que parece ser.
Estou no final de "Crime e Castigo". E, sim, a culpa é uma coisa miserável. Não é só a culpa, mas a dicotomia, a catarata, o estigmatismo mental. São todos miseráveis. Uma pena que eles estejam presentes em tantas pessoas, porque isso faz com que o mundo caminhe num telhado de vidro constante. Sabe como? Como se a qualquer momento você fosse julgado por si próprio, sem nem a menos ter argumentos para se defender de si mesmo.
Parece um texto sombrio? Parece que sim. Bem, para mim não é. Eu realmente procuro sempre ver o lado bom da vida. Mas as pessoas ao meu redor tendem a enxergar somente o que querem. E, infelizmente, o que elas querem enxergar é, geralmente, a parte ruim.
O que acontece? O que acontece é que muitas pessoas vão ler esse texto e achar que eu o escrevi para elas. Seria até interessante algo assim, se não fossem tantas as pessoas a quem eu escrevo neste momento. Tanta gente, que eu nem sei se faltou alguém nos meus pensamentos, o que certamente aconteceu. Mas, mesmo essa pessoa que eu me esqueci, vai se identificar por aqui e talvez me lembre mais tarde.
Na verdade, talvez eu ainda pense, mesmo sem querer, que eu tenho todas as dores do mundo. Que as coisas poderiam ser melhores, que eu estou sempre em busca de algo que eu não consigo saber o que é... A diferença é que eu não me importo muito mais com isso, porque, enquanto eu costumava me preocupar, a vida passava lá fora e eu não conseguia acompanhar.
Não, hoje eu não penso mais nisso. Eu conheço e reconheço as dores das outras pessoas, eu sei que elas não vão me contar, como eu sei que não contaria para elas. Angústia é uma coisa que as pessoas não dividem com qualquer um. Além disso, não é esse drama todo que parece ser.
Estou no final de "Crime e Castigo". E, sim, a culpa é uma coisa miserável. Não é só a culpa, mas a dicotomia, a catarata, o estigmatismo mental. São todos miseráveis. Uma pena que eles estejam presentes em tantas pessoas, porque isso faz com que o mundo caminhe num telhado de vidro constante. Sabe como? Como se a qualquer momento você fosse julgado por si próprio, sem nem a menos ter argumentos para se defender de si mesmo.
Parece um texto sombrio? Parece que sim. Bem, para mim não é. Eu realmente procuro sempre ver o lado bom da vida. Mas as pessoas ao meu redor tendem a enxergar somente o que querem. E, infelizmente, o que elas querem enxergar é, geralmente, a parte ruim.
O que acontece? O que acontece é que muitas pessoas vão ler esse texto e achar que eu o escrevi para elas. Seria até interessante algo assim, se não fossem tantas as pessoas a quem eu escrevo neste momento. Tanta gente, que eu nem sei se faltou alguém nos meus pensamentos, o que certamente aconteceu. Mas, mesmo essa pessoa que eu me esqueci, vai se identificar por aqui e talvez me lembre mais tarde.
Na verdade, talvez eu ainda pense, mesmo sem querer, que eu tenho todas as dores do mundo. Que as coisas poderiam ser melhores, que eu estou sempre em busca de algo que eu não consigo saber o que é... A diferença é que eu não me importo muito mais com isso, porque, enquanto eu costumava me preocupar, a vida passava lá fora e eu não conseguia acompanhar.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Into the wild
Eu não poderia deixar de comentar sobre esse filme. Na minha visão, ele explora as principais fraquezas do ser humano. Depois de assistí-lo, conversando sobre ele, fiz o seguinte comentário: "As pessoas precisam entender que as angústias delas não serão resolvidas com as ações externas, elas colocam a felicidade dependente de um emprego novo, de uma conquista como a casa própria, um casamento, uma viagem, enquanto, na verdade, deveriam resolvê-las internamente. Porque quando elas conquistam o que buscam, se frustram, por perceberem que a angústia continua ali."
E, particularmente, considerei meu comentário bastante sábio, mesmo que eu mesma não consiga agir dessa maneira. É inevitável projetar sua felicidade nas conquistas que planeja. O importante é lembrar, diariamente, que as coisas não são tão simples como parecem, nem tão complicadas como acreditamos. O caminho do meio é sempre um clichê, mas é o clichê mais sensato que existe. E a sensatez salva vidas.
Desde a metade do filme, percebi que em quase todos os momentos, ele estava acompanhado. E, quando o vi sozinho, no ônibus mágico, já sabia que ele poderia resistir a tudo, menos à solidão. E quem consegue?
Os animais precisam de companhia para sobreviver. Seja por fome, para matar uns aos outros e harmonizar a cadeia alimentar, seja para reproduzir, seja para brincar, seja para amar. Seres vivos não consegue sobreviver sozinhos. Tanto é que, quando conseguem, são considerados especiais, como os monges budistas, por exemplo.
Eu não faria o que ele fez. Jamais. Pelo menos "hoje, eu jamais" faria o que ele fez. Não gosto de me colocar em situações extremas, onde eu tenho que arriscar minha vida. Eu viajaria, como ele viajou. Amaria conhecer pessoas que passam a vida viajando, tenho certeza. Consigo me imaginar numa road trip pelo Brasil, conhecendo lugares novos, praia, montanha, cachoeira, acampando... Mas, para mim, é muito claro que a liberdade é algo que se conquista interiormente.
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